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	<title>Plataforma Interativa &#187; web2.0</title>
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		<title>Como Web 2.0 vem influenciando a relação entre Empresas e Funcionários?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 08:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?
A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg"><img title="ar119979538253239" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg" alt="" width="500" height="425" /></a></p>
<p><strong>Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?</strong></p>
<p>A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos novos recursos que a Web 2.0 vem disponibilizando. Por outro lado, as empresas incorporaram em seu ecossistema digital interno uma série de funcionalidades que mudaram a maneira das pessoas/funcionários trabalharem e se relacionarem.</p>
<p>Por isso, pode-se dizer que a Web2.0 vem reescrevendo as regras de gestão e governança internas nas companhias, pois:</p>
<ul>
<li><strong>Coloca o digital no mapa Multicanal das Relações Empresas-Funcionários<br />
</strong>Definitivamente, os novos canais digitais, online e colaborativos estão no radar das novas estratégias corporativas. Não se pode mais ignorar estes ambientes como recursos de relacionamento, transações e comunicação com os funcionários.<br />
Seja em ambientes próprios, seja em ambientes públicos ou ainda em ambientes de terceiros, é fundamental se estimular a colaboração e o engajamento a partir destes ambientes:</li>
</ul>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Sejam positivas, sejam negativas, todas estas participações têm impacto na credibilidade e alinhamento interno e já surgem diversos cases de sustentação e degradação desses pilares a partir dessas redes sociais internas,</li>
<li>As transações online se fixaram definitivamente e hoje são um meio essencial de agilizar e integrar empresas e colaboradores, desde questões mais diretas, como salários e colaborações em grupos de projetos, até clubes de fidelidade e mercados colaborativos internos. Estes recursos estão se expandindo, hoje já se fala em M-commerce, TV-commerce e Social-commerce via redes sociais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Dessa forma, os times de RH precisam estar preparados para isso:</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Definindo políticas, modelos de gestão e operação alinhados à cultura corporativa e, ao mesmo tempo, transformando o digital e a colaboração em lentes internas de atuação e decisão,</li>
<li>Suportando processos nestes ambientes novos, integrando equipes e times, co-construindo projetos e soluções e, portanto, sendo capaz de entender e ativar gatilhos e skills,</li>
<li>Incorporando aos processos de recrutamento e seleção uma rotina sistemática de checagem de capacidade de interação com estes meios, hoje incontornáveis, tanto na atração de talentos, via comunicação, como no monitoramento e categorização de oportunidades.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Demanda a formalização de Códigos de Conduta em ambientes sociais/digitais, a fim de mitigar os riscos advindos da utilização dessas mídias<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg"><img title="stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg" alt="" width="450" height="311" /></a><br />
Em paralelo, estes recursos sociais (que são essencialmente colaborativos) mudaram os hábitos e colocaram recursos colaborativos e/ou de compartilhamento de todos os formatos disponíveis na ponta do mouse de qualquer usuário simples de um computador. Desta maneira, praticamente qualquer um (e isso só piora com os recursos de dispositivos móveis) tem a possibilidade de colocar para o mundo suas opiniões, fotos e vídeos, quebrando a fronteira entre vida pessoal e profissional e abrindo ao “mercado” as entranhas corporativas e seus segredos.<br />
A orgia atual pela utilização destes recursos, somada à imaturidade dos empregados no seu uso, tem feito com que diversos excessos fossem cometidos por funcionários nestes ambientes, compartilhando publicamente situações de trabalho que deveriam ficar restritas, ou expondo de maneira excessiva suas vidas particulares criando situações de difícil solução, ou ainda respondendo publicamente por suas empresas, mesmo sem te convocatória para tal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fortalece a necessidade de se redefinir as regras de segurança e as responsabilidades da empresa e dos colaboradores<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg"><img title="wimbledon_tuesday" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg" alt="" width="566" height="365" /></a><br />
Adicionalmente, estes recursos ainda podem permitir que dados e/ou informações criticas do ambiente de trabalho vazem (literalmente) para o domínio público. De maneira complementar, estas funcionalidades viabilizam a transferência para uso pessoal de documentos que deveriam ser da empresa.<br />
De maneira global, mesmo que representando crime com pena bem definida, a Web é um caminho de flexibilização das Regras de Segurança da Informação que as empresas demoraram tanto a conseguir dominar e que, a partir de agora, são alvos fáceis da contra-governança.</li>
</ul>
<p>Ademais, a Web 2.0 vem incrementando a forma como os candidatos se relacionam com as empresas e vice-versa, pois possibilitam:<strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>A submissão da candidatura online e ter capacidade de utilizar ferramentas digitais<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg"><img title="cv" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg" alt="" width="479" height="319" /></a><br />
Praticamente nenhuma empresa recebe mais currículos em papel. Em todos os sites de grandes empresas, fica disponível um formulário para preenchimento dos campos básicos de um currículo. Explodiram as oportunidades e o mercado para sites especializados em divulgação de currículos, redes de conexão de profissionais e ferramentas de exposição da experiência pessoal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>A utilização de E-Learning<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg"><img title="Computer keyboard with key Learn" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
O formato de transmissão de conhecimento também evoluiu. Todo tipo de formação, da mais técnica ou operacional à mais abstrata e acadêmica, encontra em ambientes digitais os suportes necessários para formatação e verificação de conhecimento.<br />
Antes visto com certo desprezo, hoje existem cursos em universidades de grande prestígio no formato online. Estes ambientes permitem altíssimo grau de multiplicação de conhecimento, colaboração e interação. Por conseqüência, não seria muito diferente em ambiente corporativo que, até se apoiando nestas instituições, desenvolveram universidades corporativas e programas específicos e interativos de transmissão tanto de conhecimento interno, quanto de formação e evolução pessoal para seu corpo de empregados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Transformam a vida online em parte ativa do currículo de cada candidato<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg"><img title="Socialnetworkingvisualisation" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg" alt="" width="409" height="309" /></a><br />
Por fim, mas não menos importante, se por um lado os ambientes 2.0 são um risco para as empresas, por outro também são um palco de exposição para os candidatos. As equipes de RH usam extensamente as Mídias Sociais para conhecer melhor seus proponentes.<strong></strong></li>
</ul>
<p>A Web 2.0, com suas Redes Sociais, é um palco repleto de riscos e oportunidades para empresas e empregados utilizarem tanto de maneira positiva, como transformarem em um enorme risco para ambos.</p>
<p>A Web é o vidro da vitrine onde cada um expõe o produto que lhe convêm. Ponto a menos para as empresas que precisam, hoje em dia, colocar a vitrine na mão dos seus empregados. Ponto a mais para os empregados e consumidores que reequilizaram as relações de força e liberdade com as empresas. Que ninguém atire pedras!</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.thedomnetwork.com.br/como-web-2-0-vem-influenciando-a-relacao-entre-empresas-e-funcionarios/?__akacao=564377&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=75cf&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+Rha%EDzes+by+DOM+Strategy+Partners+9%AA+Edi%E7%E3o" target="_blank">TheDOMNetwork</a></span></p>
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		<title>Qual o Papel da Web2.0 na Convergência?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 08:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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É certo que a Web2.0 é a plataforma mais recente da convergência. Mas onde este movimento está nos levando?
A convergência é assunto discutido há muito tempo. Os recursos tecnológicos sempre foram o grande recurso para sua viabilização. Talvez, a pedra fundamental disso tenha sido inclusive o próprio cinema, que foi pioneiro em juntar imagem (em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ecnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Convergence2.jpg"><img title="MP3" src="http://www.ecnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Convergence2.jpg" alt="" width="408" height="294" /></a></p>
<p>É certo que a Web2.0 é a plataforma mais recente da convergência. Mas onde este movimento está nos levando?</p>
<p>A convergência é assunto discutido há muito tempo. Os recursos tecnológicos sempre foram o grande recurso para sua viabilização. Talvez, a pedra fundamental disso tenha sido inclusive o próprio cinema, que foi pioneiro em juntar imagem (em movimento) e som (voz, música).</p>
<p>De lá pra cá, são recursos multimídia diversos que já conseguem provocar mais que os sentidos visual e auditivo; hoje, já se fala em cheiros à distancia e devices interativos e biométricos dos mais diversos para o tato (a começar pelas aplicações para deficientes visuais).</p>
<p>As aplicações da convergência sempre tiveram foco em entretenimento e no suporte às Vendas das empresas. Afinal, maravilhar os sentidos sempre foi um recurso altamente valioso da comunicação e vendas.</p>
<p>A Web 2.0 só veio somar neste ciclo virtuoso da completude mediática. A convergência agrega aos seus encantos todos os <span style="text-decoration: underline;">recursos da web 2.0 de natureza compartilhada, colaborativa e de engajamento</span> .</p>
<ul>
<li><strong>Modelos de Negócio Convergentes</strong></li>
</ul>
<p>Olhando para o mercado, podemos notar que Modelos de Negócio Convergentes sempre tiveram o perfil central em distribuição de conteúdo. Como vimos anteriormente, eles podem ter o formato de entretenimento ou de comunicação.</p>
<p>No primeiro, o espetáculo é foco de desenvolvimento do produto. O objetivo é criar um show. No segundo formato, o foco está na distribuição de informação. Os dois conceitos e abordagens hoje praticamente se confundem e fazem do espetáculo ou da relevância da informação passada o gancho ou gatilho para alguma comercialização: aproveitando seu tempo para comerciais ou através de pagamento formal para acesso.</p>
<p>Desta maneira, três indústrias entenderam essa simbiose mais rapidamente e têm sido alvo de consolidações corporativas nos últimos tempos:</p>
<p>-  Indústria publicitária (conteúdo): agências, empresas de marketing direto,…</p>
<p>-  Indústria Mediática (formatos, canais e conteúdo): TV, jornal, revista, radio, internet,…</p>
<p>-  Indústria de Telecomunicações (formatos, canais e conteúdo): Telefone fixo, telefonia móvel, telefonia a rádio,…</p>
<ul>
<li><strong>Convergência em Vendas e Comunicação</strong></li>
</ul>
<p>A convergência se materializou de maneiras diferentes para atender às necessidades de Vendas e Comunicação das empresas.</p>
<p>Para Vendas, encontramos hoje:</p>
<p>-  Displays Multimídia: exibindo em televisões cada vez mais baratas, produções cada vez mais sofisticadas em produção e qualidade de som/imagem;</p>
<p>-  Tótens: permitindo acesso a conteúdo detalhado, interativo e altamente estimulante, integrado com recursos de compra online (ou compra sem contato humano – <em>contactless payment</em>);</p>
<p>-  Vídeos interativos: a possibilidade de interagir com cenas em vídeos ou então poder personalizar a veiculação de conteúdo em vídeo já é realidade. Em paralelo, está cada vez mais próximo o momento de termos a tal TV Interativa (onde se poderá clicar em qualquer elemento da tela para poder obter mais detalhes ou comprar diretamente pela TV).</p>
<p>Quanto a modelos de Comunicação, alguns recursos típicos são mais presentes:</p>
<p>-  TVs em elevadores: viraram uma febre, entregando notícia atualizada e personalizada ao perfil do visitante. Esta plataforma permitiu veiculação de publicidade e promoção em diversos formatos audiovisuais, permitindo sugerir ao cliente a consulta a canais ditos tradicionais, a partir de uma mídia externa;</p>
<p>-  Modelos virais em vídeo: os modelos virais tiram agora proveito dos recursos convergentes. Aquela sacadinha de uma publicidade, aquela estória absurda, circula pelos mais diferentes formatos, nos mais diversos canais e fortemente pela Web;</p>
<p>-  Podcasts: para citarmos um formato puramente de Internet. Este formato levou o rádio para Web. A facilidade de uso dos recursos Web 2.0 e da gravação de áudio colocou a disposição dos consumidores recursos permitindo a qualquer um transmitir sua programação. O fenômeno da convergência também passa pela alta capacidade atual de massificação de conteúdo.</p>
<p>E a Web2.0, onde entra?</p>
<p>A Web2.0 tem por característica primordial promover forte interação do canal com seu usuário. Por conseqüência, seus recursos somaram à forte vocação da convergência:</p>
<p>-  Forte capacidade compartilhamento: ganho de velocidade e facilidade de publicação de conteúdo, a própria estrutura de atuação dos usuários em rede fazendo qualquer <em>buzz</em> ou viral expandir-se em velocidade exponencial, tudo isso com benefícios de suporte a todas as mídias ricas disponíveis;</p>
<p>-  Forte capacidade de interatividade: comentar, compartilhar conteúdo, marcar uma pessoa, a Web 2.0 permite que se contribua com uma informação inicial de maneira aberta e completo. As Redes Sociais são o recurso de grande contribuição, facilitando hoje em dia a identificação dos usuários e criando fluxos de relacionamento claros, determinando redes, grupos e comunidades;</p>
<p>-  Forte capacidade de engajamento: a Internet tem grande capacidade de mobilizar nichos, grupos em torno de temas que os sensibilizem. A Web 2.0 transforma a convergência em ferramenta para temas de relevância, congregando pessoas e criando forças produtivas, motoras e muito motivadas em prol das causas mais diversas. Se marcas e produtos conseguirem se apoderar destas bandeiras, terão oportunidade de surfar com maior competência esta onda.</p>
<p>Desta maneira, a Web 2.0 tornou-se central em qualquer visão Multicanal ou visão de integração de esforços de Marketing. A Web2.0 é multiformato, multiplataforma e multiusuário, mas principalmente é one-to-one, segmentada, controlada e, por conseqüência, muito eficiente.</p>
<p>Por conta desta força, a Web está se transformando em ambiente, em suporte. As outras mídias estão indo para Internet, tão mais rica em recursos/formatos e tão mais pronta para segmentação e individualização de oferta. Não à toa, as novas televisões já vêm de fábrica, com acesso à Internet, com acesso a serviços convergentes da Internet (YouTube, Mensengers, Redes Sociais, entre outros).</p>
<p>Neste mundo de hoje em que a Web2.0 é interação e a Web é ambiente, a convergência é formato e o conteúdo é total.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com </span><a title="clique aqui" href="http://www.ecnetwork.com.br/qual-o-papel-da-web2-0-na-convergencia/?__akacao=547733&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=75ea&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+PIPE+11%B0+Edi%E7%E3o+by+E-Consulting+Corp." target="_blank">ECNetwork</a></p>
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		</item>
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		<title>Carro de crowdsourcing da Fiat, o Mio</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.
A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.</p>
<p>A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com os conceitos de inovação aberta e sabedoria das multidões. E poderemos conferir o dito cujo, pelo que entendi, no Salão do Automóvel de São Paulo, agora em outubro.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agora qualquer usuário cria apps para o Android</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/07/agora-qualquer-usuario-cria-apps-para-o-android/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google App Inventor escreve os códigos do aplicativo, enquanto os usuários dão as opções sobre o que incluir nos softwares.
O Google tornou público nesta segunda-feira (12/7), a chegada do Google App Inventor, uma ferramenta que permitirá que qualquer usuário crie aplicativos para os smartphones dotados do sistema operacional Android.
Ainda em estágio de testes, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://appinventor.googlelabs.com/about/images/ScreenShotAbout1.png"><img class="alignleft" src="http://appinventor.googlelabs.com/about/images/ScreenShotAbout1.png" alt="" width="300" /></a>O Google App Inventor escreve os códigos do aplicativo, enquanto os usuários dão as opções sobre o que incluir nos softwares.</p>
<p>O Google tornou público nesta segunda-feira (12/7), a chegada do Google App Inventor, uma ferramenta que permitirá que qualquer usuário crie aplicativos para os smartphones dotados do sistema operacional Android.</p>
<p>Ainda em estágio de testes, o Inventor foi criado no Google Labs, onde um vídeo mostra como é fácil criar tais aplicativos, incluindo aí uma série de idéias para o desenvolvimento dos mesmos.</p>
<p>A <a href="http://appinventor.googlelabs.com/about/">página do serviço</a> diz que “para usar o App Inventor, você não precisa ser um desenvolvedor, já que ele não requer nenhum conhecimento de programação”. Os códigos do software são escritos pelo próprio Inventor, enquanto aos usuários são dadas as opções sobre o que incluir nos aplicativos.</p>
<p>O site do Inventor oferece várias sugestões na criação dos aplicativos, incluindo o uso de GPS nos smartphones para funções de localização, com o envio de SMSs para os amigos ou o desenvolvimento de ferramentas que tenham ligação com outros serviços, como o Twitter.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/07/12/nova-ferramenta-do-google-permite-que-qualquer-usuario-crie-apps-para-o-android/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>SocialCRM &#8211; Novo conceito com velhos erros</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/07/socialcrm-novo-conceito-com-velhos-erros/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 01:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeremiah Owyang, Ray Wang e a equipe da Altimeter divulgaram o white paper “Social CRM: The New Rules of Relationship Management”, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.
O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeremiah Owyang, Ray Wang e a equipe da Altimeter divulgaram o white paper “Social CRM: The New Rules of Relationship Management”, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.</p>
<p>O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de fazer CRM capaz de conectá-las com o universo dos consumidores, a partir das Mídias Sociais.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNzg*NjczNzM5NjgmcHQ9MTI3ODQ2NzM3ODg1OCZwPTEwMTkxJmQ9V*ZfZW1iZWRfZG9jdW1lbnQmZz*yJm89YWJl/ZjM2NTRhODkzNDFjMGJiMTkxMjk*YmRkNWJjMDAmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
<div id="__ss_3339686" style="width: 477px;"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a title="Social CRM: The New Rules of Relationship Management" href="http://www.slideshare.net/jeremiah_owyang/social-crm-the-new-rules-of-relationship-management">Social CRM: The New Rules of Relationship Management</a></strong><object id="__sse3339686" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="477" height="510" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" /><param name="name" value="__sse3339686" /><param name="flashvars" value="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3339686" type="application/x-shockwave-flash" width="477" height="510" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" name="__sse3339686" flashvars="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>View more documents from <a href="http://www.slideshare.net/jeremiah_owyang">Jeremiah Owyang</a>.</div>
<p>O documento consolida visões de aplicação de CRM com abordagem de Social Medias, fazendo um mix completo de conceitos conhecidos. Jeremiah é longe de ser um sujeito bobo mas vamos combinar que o matriz de 5Ms ou mesmo o paper não entrega grandes novidades, sequer traça um caminho de atuação de SocialCRM.</p>
<p>Gostaria que me explicassem concretamente:</p>
<p>1) Como que monitoramento de Social Media pode ser uma atividade rentável (sim, Srs., quero um <em>Business Case</em>), haja visto a monstruosidade do universo web2.0, blogosfera, conectosfera e outras sferas. Será que um dia poderemos vencâ-las? Quanto vão custar todas estas plataformas, de todos estes fornecedores? Qual o retorno tangível, monetário, de ações possíveis de serem implantadas nesta engenhoca tecnológica?</p>
<p>2) No que o Middleware é uma variável estratégica do processo de uso estratégico das Midias Sociais?</p>
<p>3) Para ficar neste poucos pontos, medição de quê se nenhuma ação está sendo proposta?</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg"><img src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg" alt="" width="477" /></a></p>
<p>Resultado, mais falácia, como se falou tanto sobre CRM. Uma sugestão de estrutura e conceitos em &#8220;letras&#8221; para estruturar soluções técnicas sem proposta/objetivo de negócio claro.</p>
<p><strong>O que SocialCRM deveria pressupôr?</strong></p>
<p>Entendo que deveria ser abordado como um repositório de informações estratégicas do cliente. Entendo complementarmente que as informações contidas nele devem estar relacionadas com sua vida nos ambientes sociais digitais.</p>
<p><strong>E o que eu faço com isso?</strong></p>
<p>Ué mas pra que serve um CRM senão dar insumo a:</p>
<p>1) permitir reter o cliente que se mandava, &#8212; (em Social Media também acompanhar os insatisfeitos que botam a boca no mundo)</p>
<p>2) vender mais para o cliente que se relaciona, &#8212; (em Social Media passa por entender qual seu comportamento nestes ambientes sociais para definir uma oferta cruzada mais adequada)</p>
<p>3) conquistar novos clientes que tenham afinidade com seu produto? &#8212; (em Social Media é saber localizar usuários em contextos semânticos, mais pessoais, mais próximos do cliente)</p>
<p>E para isso do que preciso: mais inteligência ou mais plataforma? Será que novamente estaríamos confundindo prática de CRM com software?</p>
<p><strong>CRM é cliente satisfeito, mesmo que em planilha Excel.<br />
</strong>Dito isso, agora vamos deixar as aranhas (&#8221;webspiders&#8221;) de Social Media buscarem informação pois não é algo que se controla, é um ambiente em que se analisa. E só pontos específicos (ambiente sem fronteiras) e imediatos (ambiente mutante).</p>
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		<title>Rede social é canal de proximidade com o cliente</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 00:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Como quase tudo na área de marketing da Nike, a ação batizada de Nike+ virou referência para o mercado publicitário. Enfrentando acirrada concorrência em todos os seus mercados, a Nike ousou lançar um tênis para corrida com um sensor de velocidade que, acoplado ao iPod, coletava informações sobre a performance do exercício. Depois, os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qOr5_GaGnPc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qOr5_GaGnPc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Como quase tudo na área de marketing da Nike, a ação batizada de Nike+ virou referência para o mercado publicitário. Enfrentando acirrada concorrência em todos os seus mercados, a Nike ousou lançar um tênis para corrida com um sensor de velocidade que, acoplado ao iPod, coletava informações sobre a performance do exercício. Depois, os dados podiam ser transmitidos e comparados no site criado especificamente para isso.</p>
<p>Essa inovação deu margem à formação de uma comunidade virtual (www.nikeplus.com), onde os praticantes de corrida trocam informações. Hoje o site conta com 1,5 milhão de participantes em 160 países. O Nikeplus funciona também como canal de vendas, onde a empresa busca inspiração para se aprimorar e lançar produtos.</p>
<p>A comunidade virtual Nikeplus é considerada por Olander &#8220;não só um canal para entendermos as necessidades dos usuários, mas a melhor ferramenta para atingirmos esse objetivo e, assim, desenvolvermos produtos para eles&#8221;, disse ao Estado. &#8220;O último que lançamos foi a Nike+ SportBand, que é uma pulseira que funciona tão bem quanto o iPod na função de conectar o clube de corredores, substituir o relógio e ainda informar sobre a distância percorrida e as calorias que foram consumidas. Foi desenvolvida a partir de pedidos dos usuários do site.&#8221;</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100426/not_imp542962,0.php" target="_blank">Estadão</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Já ouviu falar em &#8217;slow blogging&#8217;?</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/04/ja-ouviu-falar-em-slow-blogging/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 15:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
É um movimento lançado em 2006 que prega &#8220;a rejeiçao ao imediatismo, ao excesso de informaçao e velocidade&#8221;. O New York Times tem uma matéria sobre o assunto &#8211; diz que o movimento é inspirado em outro, o &#8217;slow food&#8217;, que critica o fast food por destruir tradicoes locais e hábitos alimentares saudáveis.
Assim como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span> </span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><span><a href="http://www.onlyouaibe.info/wp-content/uploads/2008/08/slow_blogging.jpg"><img src="http://www.onlyouaibe.info/wp-content/uploads/2008/08/slow_blogging.jpg" alt="Slow blogging" width="200" /></a></span><p class="wp-caption-text">Slow blogging</p></div>
<p>É um movimento lançado em 2006 que prega &#8220;a rejeiçao ao imediatismo, ao excesso de informaçao e velocidade&#8221;. O New York Times tem uma matéria sobre o assunto &#8211; diz que o movimento é inspirado em outro, o &#8217;slow food&#8217;, que critica o fast food por destruir tradicoes locais e hábitos alimentares saudáveis.</p>
<p><span>Assim como o pessoal do slow food acredita que a comida deve ser local, orgânica e sazonal, o pessoal do slow blogging vê blogs de noticias que publicam 50 posts por dia como um restaurante de fast food. </span></p>
<p>OK, estou em dívida, preciso trabalhar mais. Mas com certeza a questão da relevância é central para um blog e este movimento vem no caminho correto.</p>
<p><strong>Excesso de informação também é desinformação.<br />
</strong></p>
<p><span><span style="color: #888888;">Fonte <a title="aqui" href="http://www.nytimes.com/2008/11/23/fashion/23slowblog.html?_r=1" target="_new">NYT</a> e <a title="clique aqui" href="http://www.bluebus.com.br/show/2/96242/vc_ja_ouviu_falar_em_slow_blogging_paginas_atualizadas_sem_urgencia" target="_blank">BlueBus</a></span> </span></p>
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		<title>Twitter e as redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 01:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Marca]]></category>
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		<description><![CDATA[A e.Life acaba de publicar na web uma apresentação de um de seus cursos. O documento é extenso mas cheio de informações e referências muito interessantes sobre a web2.0, redes sociais, facebook, twitter e todos os serviços quentes do momento. Vejam abaixo:
Curso Aba &#8211; Março 2010
View more presentations from E.life.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A e.Life acaba de publicar na web uma apresentação de um de seus cursos. O documento é extenso mas cheio de informações e referências muito interessantes sobre a web2.0, redes sociais, facebook, twitter e todos os serviços quentes do momento. Vejam abaixo:</p>
<div id="__ss_3467733" style="width: 425px;"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a title="Curso Aba - Março 2010" href="http://www.slideshare.net/Elife2009/curso-aba-maro-2010">Curso Aba &#8211; Março 2010</a></strong><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cursoaba032010-100318102027-phpapp01&amp;stripped_title=curso-aba-maro-2010" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cursoaba032010-100318102027-phpapp01&amp;stripped_title=curso-aba-maro-2010" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding:5px 0 12px">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/Elife2009">E.life</a>.</div>
</div>
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		<item>
		<title>Nas redes, localização é mais importante que tamanho</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[A crença defendida por muitos é a de que quanto maior for a rede de seguidores ou de amigos de uma pessoa, maior o seu poder no processo de disseminação de notícias, idéias, conhecimento e informação. O que faz com que muitas pessoas e instituições se esforcem e busquem ampliar suas redes, às vezes a qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.communityanalytics.com/Portals/0/casestudies/map_Public.png"><img class="alignleft" title="Nas redes, posição é mais importante que tamanho" src="http://www.communityanalytics.com/Portals/0/casestudies/map_Public.png" alt="" width="200" /></a>A crença defendida por muitos é a de que quanto maior for a rede de seguidores ou de amigos de uma pessoa, maior o seu poder no processo de disseminação de notícias, idéias, conhecimento e informação. O que faz com que muitas pessoas e instituições se esforcem e busquem ampliar suas redes, às vezes a qualquer preço.</p>
<p>Porém, um <a title="clique aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1001/1001.5285v1.pdf');" href="http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1001/1001.5285v1.pdf" target="_blank">estudo</a> realizado pela <a title="clique aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bu.edu/');" href="http://www.bu.edu/" target="_blank">Universidade de Boston</a> coloca o senso comum em cheque ao concluir que os melhores disseminadores não são necessariamente aqueles que possuem o maior número de seguidores ou amigos online (os hubs), mas sim aqueles que estão mais bem posicionados na topologia de uma determinada rede.</p>
<p>Isto quer dizer que pouco importa se uma pessoa é bem relacionada, com grande quantidade de seguidores/amigos, se ela estiver localizada na periferia de uma rede. E que uma pessoa menos conectada só que mais bem posicionada, localizada próximo ao núcleo da rede, deverá ter um resultado muito melhor no processo de disseminação de uma informação.</p>
<p>Isto quer dizer que pouco importa se uma pessoa é bem relacionada, com grande quantidade de seguidores/amigos, se ela estiver localizada na periferia de uma rede. E que uma pessoa menos conectada só que mais bem posicionada, localizada próximo ao núcleo da rede, deverá ter um resultado muito melhor no processo de disseminação de uma informação.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://hsm.updateordie.com/estilo-e-comportamento/2010/02/sua-localizacao-na-rede-e-mais-importante-do-que-a-quantidade-de-amigos-que-voce-tem/" target="_blank">HSM</a></span></p>
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		<title>Hábitos de uso de internet no Brasil</title>
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		<comments>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/12/habitos-de-uso-de-internet-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_2583943" style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pesquisaelifeinpressfinal2310091-091125113544-phpapp02&amp;stripped_title=hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pesquisaelifeinpressfinal2310091-091125113544-phpapp02&amp;stripped_title=hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/Elife2009">E.life</a>.</div>
</div>
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