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	<title>Plataforma Interativa &#187; valores intangíveis</title>
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		<title>Estratégia Digital é Corporativa? É Canal? É Internet?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 22:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.redant.com/_assets/images/Banner(4).jpg" alt="" width="300" />Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?<br />
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia Digital é TI, sim, mas também é Canal e também é infra-estrutura, dentre tantas outras variáveis.</p>
<p>Para poder pautar esta análise, vamos utilizar os conceitos de finalidade da Estratégia Digital como guia de raciocínio. Desta maneira, ficará mais objetivo o seu resultado e permitirá traçarmos uma visão de implantação mais próxima da realidade de mercado.</p>
<p><strong>Afinal, o que é esse Digital?<br />
</strong>Para podermos entender o que envolve a definição de uma Estratégia Digital, precisamos antes identificar quais conceitos poderiam ser alvo de planejamento.<br />
Organizar este raciocínio por áreas como TI, Marketing, Internet, RH ou qualquer outra seria muito restritivo, ou poderia ainda ofuscar interpretação em função da variação de escopo destes times de empresa para empresa.<br />
Estruturá-lo ainda por uma escala ou classificação tecnológica também traria um viés técnico para um artigo com clara vocação de orientação de planejamento de negócios.<br />
Por consequência, seguem abaixo as categorias por finalidade que destacamos para orientar da maneira mais abrangente e clara o planejamento corporativo. Esta escolha aconteceu por entendermos que o assunto Digital é amplo e permeia as diversas práticas corporativas, necessitando portanto de abordagem pluri-disciplinar:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Produtividade<br />
</span>Historicamente, a busca por redução de custos foi a vocação primordial e essencial dos recursos digitais, permitindo replicar ou automatizar processos. A conseqüência e objetivo imediato é o de ganho de produtividade.<br />
Dentro desta mesma categoria de ganho de produtividade, podemos tentar incluir todos os possíveis recursos de organização pessoal, de equipe e projetos.</p>
<p>Esta categoria está bastante ligada a recursos de TI e a substituição de processos, mas não pode ser restringida a estes recursos. Diversas funcionalidades estão aparecendo principalmente nos novos serviços em Nuvem ou mesmo os já famosos serviços na Internet, não podendo mais ser encarados de maneira simplista. Estão incluídos aqui também todos os relatórios e sustento do Ciclo PDCA e ferramentas de suporte a gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Receita<br />
</span>Os recursos digitais permitem ampliar e diversificar os canais de receita das empresas. De maneira complementar, também oferece recursos para potencializar a performance dos canais existentes.</p>
<p>Estas funcionalidades estão intimamente ligadas a visão aguda de negócios, podendo encontrar solução em recursos com simplicidade técnica infantil mas retorno muito expressivo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Relacionamento com o Cliente<br />
</span>E aqui não estamos falando só de Atendimento. Relacionamento com o cliente permeia todos os canais e Momentos da Verdade do cliente com a marca. A estratégia digital auxiliará a entregar canais mais diversos e/ou efetivos mas também os recursos necessários para aumentar eficácia deste Relacionamento.</p>
<p>A abordagem e recursos digitais para o Relacionamento com o cliente passam por capacidade de identificação do Cliente até o Data Mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação/ clusterização e análises de comportamento de Consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Sustentar Marca<br />
</span>O posicionamento de Branding encontra soluções digitais em todo seu ciclo de comunicação, na concretização de alguns de seus atributos principais mas também na viabilização de novos canais para sua emancipação.</p>
<p>De maneira mais concreta, isso passa por sites e portais, mas também por todo ferramental de checar impacto desta marca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Viabilizar produtos<br />
</span>Os recursos digitais podem simplesmente ser o ambiente único de existência de determinados produtos e serviços. Isso é demasiadamente verdade hoje em dia para os negócios baseados em Conhecimento e Serviços.</p>
<p>Encontramos exemplos imediatos nos setores bancários, por exemplo, que hoje só conseguem disponibilizar ampla carteira de produtos graças aos recursos digitais. Todas os e-commerce que vendem produtos por download, também são exemplos muito próximos desta realidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Buscar Cliente<br />
</span>Assim como o Digital é capaz de criar canais e ambientes, ele também é capaz de criar a ponte entre cada um deles. Isso possibilita trazer o Cliente para um ambiente de maior domínio e controle da sua empresa, possibilitando comunicar e/ou transacionar em ambiente exclusivo. O complemento disso é a possibilidade de interação em ambientes e canais que o Cliente tenha escolhido, e sem as quais não teria sido sequer possível interagir com este ator.</p>
<p>Estes recursos se materializam em soluções tão diversas quanto Portais, Publicidade Online ou as já notórias Mídias Sociais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-  Qualificação do Relacionamento com Clientes/Consumidores</span></p>
<p>Não somente nas questões de Atendimento, mas em todo ciclo de interação empresa-cliente (Life Cycle =&gt; atração, conversão, retenção, fidelização, etc), o Relacionamento digital com Clientes/Consumidores permeia a grande maioria dos canais e momentos da verdade entre estes e a marca/empresa. A estratégia digital auxiliará a entregar conteúdos relevantes direcionados, abordagens relacionais mais adequadas, modelos interativos eficazes e canais de maior amplitude, especialização e efetividade, assim como os recursos necessários para aumentar eficácia do processo do Relacionamento proposto pela empresa por perfil de usuário.</p>
<p>A abordagem e os recursos digitais para efetivação da excelência no Relacionamento com o Cliente/Consumidor passam pela capacidade de identificação e categorização do Cliente/Consumidor até o data mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação, clusterização, gestão de comunidades/redes e análises de comportamento de consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Colaboração / Compartilhamento<br />
</span>Os recursos de Colaboração e Compartilhamento estão mudando a maneira de trabalhar das empresas. Elas agora admitem que funcionários trabalhem remotamente, a velocidade e diversidade da comunicação aumentou imensamente, a capacidade de acesso a informação de multiplicou. O digital viabiliza um nível elevadíssimo de acesso a informação e conhecimento, reduzindo distâncias e enriquecendo o processo de produção.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Ensino a Distância<br />
</span>Este recuros não pode ser menosprezado pois permite um enorme ganho de escala na capacitação profissional, viabilizando a evolução/migração técnica de todas as equipes da empresa. Limitada pela sua dependência econômica por escala, representa mesmo assim importante recurso de transformação do potencial de performance das equipes internas.</p>
<p>Entendemos quais as variáveis envolvidas em um planejamento digital, mas a participação de cada uma neste plano pode e deve variar. As demandas por estas soluções não tem como ser as mesmas entre empresas start-up de internet ou outras da agro-indústria.<br />
Podemos destacar as empresas mais dependentes do Capital do Intelectual como as empresas que tem maior necessidade planejamento Digital. Podemos destacar os setores de Serviços, como a área financeira ou telecom, como grandes demandantes. Necessidades pontuais, como setores de baixa reputação, podem necessitar de planejamento pontual.</p>
<p><strong>Como se implementa Estratégia Digital?<br />
</strong>De maneira global, a implantação de Estratégia Digital (como acabamos de ver) envolve diversas variáveis. Por este motivo, as três dimensões principais a serem observadas para sua implantação são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Governança<br />
</span>Como vimos, a abordagem digital é pluri-displinar e por conseqüência também é matricial na sua administração. Portanto as fronteiras de papéis e responsabilidades são a premissa de qualquer iniciativa, importante inclusive para definir participação das próprias áreas no planejamento. É importante enxergar aqui mais do que simples regras de deveres, mas sim um caminho de engajamento para implantação de ferramentas que podem inclusive serem novas, encontrando portanto resistência na sua operacionalização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    BSC<br />
</span>O impacto nesta ferramenta tão importante de gestão, pode variar em função do grau de digitalização das premissas estratégicas da empresa.</p>
<p>Imaginando o mais alto grau de digitalização, entendemos que o impacto pode de fato atingir o BSC corporativo, permeando as necessidades mais básicas do negócio e aparecendo como variável habilitadora dos resultados primordiais do planejamento.</p>
<p>Mas de maneira mais global, serão provavelmente os BSCs derivados de áreas onde começarão a aparecer as primeiras citações, principalmente nas de Marketing e TI que são as áreas usualmente com maior demanda, mas sem esquecer o potencial de participação de um RH.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Infra-estrutura<br />
</span>Aqui é preciso separar algumas dimensões bem distintas de serem analisadas. Podemos dividi-las então em: software, hardware e padrões de redes.</p>
<p>No primeiro, vale diferenciar os softwares proprietários dos softwares livres. Esta nuance tem trazido grandes mudanças ao mercado mas também uma abordagem diferenciada de software que precisa ser considerada. Adicionalmente, não entendemos em momento algum nestes documento que a complexidade tecnológica traz resultado a altura da sofisticação dos negócios. Muitas vezes soluções simples mas representantes íntimas das necessidades de negócio serão mais eficientes que o estado-da-arte de determinados conceitos e plataformas.</p>
<p>Hardware está em evolução constante. Alem de demandar grande necessidade de atualização, e assim sendo já estar sendo comercialmente proposto como serviço, agora muda bastante com as novas demandas (como a computação em nuvem).</p>
<p>Por fim padrões de rede, oferecem novas modalidades e oportunidades que encontra seu melhor exemplo no enorme potencial em soluções móveis.</p>
<p>A era digital coloca portanto enormes oportunidades e recursos para construirmos uma estrutura para as empresas. A dosagem e medida desta digitalização é que necessita de fato de calibragem bem fina. Os níveis de investimento e desembolso precisarão ser dosados à medida dos objetivos de negócio das empresa, observando algumas das variáveis aqui detalhadas.</p>
<p>O Digital é solução para diversos desafios mas é também contexto amplo, carregando o velho fantasma dos custos tecnológico. Mas a simplicidade de solução continua sendo a recomendação mais consciente, para que as metas de negócio sejam sempre prioridade sobre o desejo de mundo ideal da tecnologia.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		<title>Social Media com visão de valores intangíveis</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 07:59:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Social Media abordada com visão de administração de valores intangíveis. Assim é que se administra redes sociais de maneira estratégica.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Social Media abordada com visão de administração de valores intangíveis. Assim é que se administra redes sociais de maneira estratégica.</p>
<p>Audio: &#8220;I don&#8217;t think we&#8217;ve even scratched the surface yet of understanding how to leverage the power of these social dynamics, but I think a key to unlocking the potential is going to be through developing better tools to visualize our human capital, which would be a combination of our strengths, our skills, and our social connections.&#8221;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HwDdXNGnzD0&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/HwDdXNGnzD0&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Atendimento ruim é prejuízo de US$ 338,5 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:45:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.
O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Atendimento ruim gera R$338bi de prejuízo" src="http://lh5.ggpht.com/_65AXQTp_pTk/StUd8ZWC3yI/AAAAAAAABuw/a-_f5Zm7V3U/burro%5B8%5D.jpg" alt="" width="198" height="240" />Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.</p>
<p>O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, França, Alemanha e Inglaterra. Da América Latina participaram apenas Brasil e México. Rússia, Índia e China também foram sondados.</p>
<p>Quando os dados são agrupados por ramo de atuação, os serviços financeiros se destacam, com mais de 44 bilhões de dólares por ano em receita perdida. Operadoras de telefonia fixa e de celular também apresentaram perdas significativas, de 33 bilhões de dólares e 36 bilhões de dólares, respectivamente.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="Clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/12/18/atendimento-ruim-gera-prejuizo-anual-de-us-338-5-bilhoes-as-empresas/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
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		<title>10 princípios de gestão 2.0</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 11:49:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?

Conversação: Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="10 princípios da gestão 2.0" src="http://lssacademy.com/wp-content/uploads/2009/04/simplicity.jpg" alt="" width="200" />A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?</p>
<ol>
<li><strong>Conversação:</strong> Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa a ser multidirecional (N para N), comunicação essa baseada em conversas abertas e que mudou de maneira irrevogável não só a nossa cultura eletrônica, mas também a nossa forma de aprender relações sociais;</li>
<li><strong>De baixo para cima ao invés de cima para baixo:</strong> Aliás, esse é um dos 25 desafios propostos pela brigada de renegados coordenada pelo professor Gary Hamel em que é preciso diminuir o poder da alta administração e direciona-lo para as pontas da empresa, para as pessoas que estão em contato direto com o cliente, e para aqueles que estão desempenhando o processo produtivo semelhante aos trabalhadores da Toyota nas linhas de montagem onde cada empregado contribui em média com 100 idéias de melhorias a cada ano;</li>
<li><strong>Reputação ao invés de hierarquia:</strong> Outro aspecto fundamental na cultura colaborativa importada da Internet é o conceito de <em>reputação.</em> Na gestão 1.0,  o título do trabalho encarna o status do funcionário dentro da empresa. Esse conceito é substituído pela cultura da Internet <em>de</em> prestígio, ou seja, a avaliação quantificada da participação do indivíduo por seus pares;</li>
<li><strong>Emergente ao invés de estruturado:</strong> Não existe afirmação mais inquestionável &#8220;A Web funciona&#8221;.  A Web foi construída sem uma estrutura pré-determinada com soluções inesperadas que surgiram naturalmente e foram massivamente adotado. Como exemplo, o hipertexto tem naturalmente promovida a relevância do Google e ajudou a classificar na web. Ninguém escreve na <em>Web_User_Guide.doc</em> sempre que publica recursos para a web e tem que fazer ligações para outras páginas;</li>
<li><strong>Folksonomia versus taxonomia:</strong> Folksonomia tem naturalmente precedência sobre Taxonomia ao classificar o oceano de informações disponíveis na web.  Ou seja, segundo a Wikipedia, <em>um sistema de classificação deriva da prática e método de colaboração de criar e gerenciar marcas para anotar e categorizar conteúdos</em> realizados por não-especialistas, ao invés de uma classificação rigorosa e estruturada.  A vantagem da folksonomia é que a informação é classificada de acordo com seu conteúdo, com etiquetas (tags) que qualquer um pode escolher. Folksonomia tem duas vantagens: a) encontramos peças de informação com mais facilidade e, b) no prazo de plataformas de colaboração, ajudam a encontrar rapidamente as pessoas que partilham afinidades temáticas;</li>
<li><strong>Agilidade ao invés de burocracia:</strong> Agilidade de gerenciamento de projetos (com foco na transparência, simplicidade, colaboração, gerenciamento visual, simplicidade e confiança) contribui grandemente para absorver as mudanças inevitáveis que ocorrem durante a vida de um desenvolvimento do projeto. Da mesma forma, a gestão 2.0 precisa de uma organização ágil, que permite absorver o surgimento de novos instrumentos, práticas e relacionamentos. Entre outras coisas, esta organização aberta permite que a inovação e promove o senso de urgência.  Produtividade, em vez de processos, rapidez de execução, em vez de lentidão burocrática, lançamentos freqüentes, etc … Scrum?</li>
<li><strong>Transparência ao invés de segurança:</strong> Antes de qualquer coisa, vamos equalizar o entendimento de que tipo de informações sobre a empresa que queremos a transparência.  Obviamente não se aplica aos pedaços sensível e confidencial das informações, mas a qualquer outro. Conversar com os gerentes no sentido de ajudar a revelar o principal temor que é deixar emergir a falibilidade de suas equipes e / ou a si próprios. O ponto é: quando essa conversa é realizada em um contexto de confiança e de resposta rápida, esses erros e potenciais problemas ajudam a dar um rosto humano e criar verdadeiros laços entre as equipes;</li>
<li><strong>Redes de conhecimento conectadas ao invés de silos de conhecimento:</strong> Comunicação multidirecional ajuda a fomentar a eficiência, pois garante que os funcionários saibam quais são as prioridades e as estratégias de negócio, além de alimentar a inovação. Além disso, a ampliação do âmbito do conhecimento dos colaboradores sobre as atividades da empresa como um todo, permitirá dar um sentido à sua contribuição profissional, tornando-se um combustível para o compromisso colaborador;</li>
<li><strong>Simplicidade ao invés de complexidade:</strong> Agilidade é focada na condução para a simplicidade ao invés de criar sistemas que gerem a complexidade. Simplicidade é um princípio fundamental para empresas do futuro Portanto, é necessário resistir aos encantos  da complexidade intelectualmente estimulante para desenvolver soluções potenciais de processos O objetivo é buscar a simplicidade na implementação de redes sociais na empresa;</li>
<li><strong>Confiança:</strong> Este é o princípio básico que determina todos os outros. Sem <em>confiança</em> não pode haver transparência nas informações. Não pode haver uma organização flexível o suficiente para permitir que a inovação aconteça. Sem <em>confiança,</em> não é possível estabelecer uma organização que aproveita a agilidade, velocidade e produtividade que a cultura de redes sociais oferece. Sem <em>confiança,</em> a gestão não vai abandonar a estratégia de comando e controle. E o espaço necessário para a efetiva implementação de ferramentas colaborativas nunca aparecerá.</li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Ou seja, o eficiente, imediato, simples e flexível predominando sobre estruturado, demorado, completo e engessado: wiki, scrum e conversa, muita conversa.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Poder crescer, poder mudar, poder compartilhar imediatamente!<br />
</span></strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.socialcomputingjournal.com');" href="http://www.socialcomputingjournal.com/" target="_blank">Social Computing Journal<br />
</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>50% a mais de produtividade para equipes motivadas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:05:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O melhor caminho para manter a produtividade das equipes em alta, de acordo com um estudo global da consultoria especializada em gestão de carreira Right Management, está em garantir a motivação dos profissionais. Após consultar cerca de 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, o levantamento detectou que pessoas motivadas  são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pakalil.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/motivation-circle.png"><img class="alignleft" src="http://www.pakalil.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/motivation-circle.png" alt="" width="200" /></a>O melhor caminho para manter a produtividade das equipes em alta, de acordo com um estudo global da consultoria especializada em gestão de carreira Right Management, está em garantir a motivação dos profissionais. Após consultar cerca de 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, o levantamento detectou que pessoas motivadas  são 50% mais produtivas.</p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, <strong>o principal fator que leva à motivação dos profissionais é estar de acordo com os principais valores da empresa</strong>. Os outros dois fatores que influenciam as pessoas de forma positiva são:</p>
<ul>
<li>saber que os clientes valorizam os produtos e serviços da companhia</li>
<li>e ter as opiniões levadas em consideração pelos chefes diretos.</li>
</ul>
<p>Também na lista de fatores que deixam os profissionais motivados aparece:</p>
<ul>
<li> a questão de entender exatamente o que a empresa espera do trabalho dos profissionais</li>
<li>e compreender como pode contribuir para atender às demandas dos clientes.</li>
<li>A questão da remuneração, por sua vez, aparece em sexto lugar no ranking de comportamentos que influenciam a motivação daos profissionais.</li>
</ul>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/12/08/equipes-motivadas-sao-50-mais-produtivas-mostra-estudo/" target="_blank">CIO</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As marcas mais valiosas do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 21:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[A Interbrand acaba de divulgar a atualização do ranking das 100 marcas maios valiosas do mundo. Quem quiser ver a metodologia, o histórico de rankings e várias análises interessantes feitas pela consultoria, basta acessar: http://bit.ly/u1oQ
As “top 10″ deste ano (em milhões de dólares) foram:
Coca-Cola ($68.7), IBM ($60.2), Microsoft ($56.6),  GE ($47.8), Nokia ($34.9),  McDonalds ($32.3), Google ($32),  Toyota ($31.3), Intel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="As marcas mais valiosas" src="http://www.interbrand.com/BGB09/bgb_09.gif" alt="" width="170" height="239" />A Interbrand acaba de divulgar a atualização do ranking das 100 marcas maios valiosas do mundo. Quem quiser ver a metodologia, o histórico de rankings e várias análises interessantes feitas pela consultoria, basta acessar: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/bit.ly/u1oQ');" href="http://bit.ly/u1oQ" target="_blank">http://bit.ly/u1oQ</a></p>
<p>As “top 10″ deste ano (em milhões de dólares) foram:<br />
Coca-Cola ($68.7), IBM ($60.2), Microsoft ($56.6),  GE ($47.8), Nokia ($34.9),  McDonalds ($32.3), Google ($32),  Toyota ($31.3), Intel ($30.6) e Disney ($28.4).</p>
<p>Na lista das 100 mais valiosas, poucas conseguiram aumentar o seu valor em mais de 10% versus ano passado: apenas Google, Apple, H&amp;M, Ikea, Amazon, Zara, Wrigley, Nestlé e Danone.</p>
<p>Ficam ainda algumas curiosidades no ar pros marketeiros de plantão: como é que uma marca de catchup (Heinz) consegue ser mais valiosa que marcas tradicionais como Johnson&amp;Johnson ou Ferrari? Como é que Nescafé pode valer muito mais que Nestlé? Como é que uma marca de cigarro “perseguida” como Marlboro se mantém entre a 20 mais valiosas do mundo?</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte </span><a title="Clique aqui" href="http://bit.ly/u1oQ" target="_blank">Interbrand</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O poder das mídias sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 00:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Beth Saad do blog Intermezzo fez uma das introduções de paineis do Digital Age 2.0 e fez a apresentação a seguir. Abrdando o assunto da redes sociais pela visão de mídia, como suporte de conteúdo, as infos desta apresentação resumem muito bem a abordagem objetiva e integrada que se deve ter desses ambientes com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beth Saad do blog <a title="Clique aqui" href="http://imezzo.wordpress.com/" target="_blank">Intermezzo</a> fez uma das introduções de paineis do Digital Age 2.0 e fez a apresentação a seguir. Abrdando o assunto da redes sociais pela visão de mídia, como suporte de conteúdo, as infos desta apresentação resumem muito bem a abordagem objetiva e integrada que se deve ter desses ambientes com o mundo real &#8220;brick and mortar&#8221;. Enjoy!</p>
<div id="__ss_1919683" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Crise Na Mídia Tradicional, por Beth Saad" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad">Crise Na Mídia Tradicional, por Beth Saad</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=crisenamdiatradicionalbethsaad-090828094836-phpapp02&amp;stripped_title=crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=crisenamdiatradicionalbethsaad-090828094836-phpapp02&amp;stripped_title=crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20">DigitalAge20</a>.</div>
</div>
<p>.</p>
<p>Por outro lado, Mauro Segura da IBM (também palestrante da Digital Age 2.0) salienta a importância de dos ambientes colaborativos para o capital intelectual das empresas.</p>
<div id="__ss_1919655" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Sinal Aberto Para As Redes Sociais, por Mauro Segura" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura">Sinal Aberto Para As Redes Sociais, por Mauro Segura</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sinalabertoparaasredessociaismaurosegura-090828094056-phpapp02&amp;stripped_title=sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sinalabertoparaasredessociaismaurosegura-090828094056-phpapp02&amp;stripped_title=sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20">DigitalAge20</a>.</div>
</div>
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		<title>Mercado pode aprender com OpenSource</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/02/mercado-pode-aprender-com-opensource/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 12:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Cezar Taurion, mais uma vez faz prova de brilhantismo e sugere, analisando educação:
Imaginem um curso de graduação de quatro anos em ciência da computação. Metade do que o aluno aprende no primeiro ano estará obsoleto lá pelo terceiro ano. Os mecanismos de atualização dos cursos atuais ainda estão, em sua maioria, adaptados aos tempos pré-Internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Estrutura comunidade OpenSource" src="http://www.sun.com/software/opensource/java/img/community-pie.jpg" alt="" width="200" />Cezar Taurion, mais uma vez faz prova de brilhantismo e sugere, analisando educação:</p>
<blockquote><p>Imaginem um curso de graduação de quatro anos em ciência da computação. Metade do que o aluno aprende no primeiro ano estará obsoleto lá pelo terceiro ano. Os mecanismos de atualização dos cursos atuais ainda estão, em sua maioria, adaptados aos tempos pré-Internet e não conseguem acompanhar na velocidade adequada a evolução tecnológica.</p>
<p>Olhemos agora as comunidades Open Source. Elas são orgânicas ou sejam, auto organizadas, e incentivam processos informais de aprendizado em grupo. Podemos classificá-las como “learner-centric”. Na minha opinião, os projetos Open Source são um belo exemplo de ecossistemas de aprendizado, pois as comunidades Open Source conseguem prover e distribuir, de forma sustentável, o conhecimento necessário para a produção de software de boa qualidade.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Querem alguns exemplos?</p>
<p>a) Conteúdo gerado pelo usuário. Porque os estudantes não podem contribuir pró-ativamente para a criação e evolução do material do curso, através de wikis, código fonte, blogs, etc? O engajamento ativo dos estudantes aumenta sua motivação e abre pespectivas inovadoras para o conteúdo do curso.</p>
<p>b) Atividade real. Fazerem os alunos contribuirem com código real para uma comunidade Open Source existente ou a ser criada pelos próprios alunos, é um trabalho útil e uma experiência profissional sem preço. Eles passam a ter contato com outros profissionais e estudantes (do mundo inteiro) e aumentam sua percepção e prática do que é desenvolver software de forma colaborativa. O compartilhamento de informações com outros estudantes e profissionais é altamente benéfico.</p>
<p>&#8230;</p></blockquote>
<p>Isso deveria ser alargado ao ambiente corporativo em geral, como uma empresa pode ganhar:</p>
<ul>
<li> em velocidade de troca de informação e tomada de decisão?</li>
<li>em poder de ação coordenando times dispersos e heterogêneos (skills diferentes)?</li>
<li>em concentração do conhecimento da empresa para transforma-lo em ativo real e concreto?</li>
</ul>
<p>Respondendo a estas perguntas, naturalmente, se esbarrará em temas como:</p>
<ul>
<li>gestão de ativos intangíveis</li>
<li>regras de governança</li>
<li>ferramentas web2.0</li>
</ul>
<p>E nos parece justamente estar aí a fonte de diferenciais competitivos reais.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte Blog do Cezar Taurion</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?entry=open_source_no_ensino_de" target="_blank">Leia artigo completo &gt;</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupos do índice de sustentabilidade da Bovespa têm valor de mercado 19% maior</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresas que incluem a sustentabilidade na estratégia do negócio possuem um valor de mercado até 19% superior em comparação com aquelas que não estão atentas à questão. A conclusão é de um estudo realizado pelo Ibmec-SP, que analisou as companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, carteira que reúne hoje 40 ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.bovespa.com.br/images/img_ISE_Logo.gif" alt="" width="116" height="57" align="left" />Empresas que incluem a sustentabilidade na estratégia do negócio possuem um valor de mercado até 19% superior em comparação com aquelas que não estão atentas à questão. A conclusão é de um estudo realizado pelo Ibmec-SP, que analisou as companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, carteira que reúne hoje 40 ações de 32 empresas com o que o mercado chama de &#8220;boas práticas socioambientais e de governança&#8221;.</p>
<p>A pesquisa analisou 240 empresas não-financeiras listadas na Bovespa entre 2005 e 2007 e comparou, com base em cálculos financeiros, o desempenho das empresas listadas no ISE com o de outras empresas de capital aberto.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte Estado S.Paulo</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080827/not_imp231363,0.php" target="_blank">Leia matéria completa &gt;</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apple passa Google em valor de mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 12:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Capitalização da fabricante atinge US$ 158,8 bi; buscador é avaliado em US$ 157,2 bi. Com seu novo valor de mercado, a Apple passa a ser a empresa com segunda maior capitalização no mercado de tecnologia &#8211; a Microsoft lidera o ranking, avaliada em 254,8 bilhões de dólares após suas ações fecharem a 27,91 dólares nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogs.computerworld.com/sites/default/themes/cw_blogs/cache/files/u121/Google_Apple_logo.gif" alt="" width="150" align="left" />Capitalização da fabricante atinge US$ 158,8 bi; buscador é avaliado em US$ 157,2 bi. Com seu novo valor de mercado, a Apple passa a ser a empresa com segunda maior capitalização no mercado de tecnologia &#8211; a Microsoft lidera o ranking, avaliada em 254,8 bilhões de dólares após suas ações fecharem a 27,91 dólares nesta quarta, queda de 0,75% em relação ao dia anterior.</p>
<p>A mudança de postos explicita situações contrárias que as duas empresas vêm vivendo nos últimos meses &#8211; enquanto a Apple vê sua capitalização aumentar baseada na sua estratégia baseada nos negócios de iPod, iPhone e Macs, o Google sente os desdobramentos da queda nas suas ações.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte ComputerWorld</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://computerworld.uol.com.br/mercado/2008/08/14/apple-passa-google-em-valor-de-mercado/" target="_blank">Leia matéria &gt; </a></p>
]]></content:encoded>
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