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	<title>Plataforma Interativa &#187; reputação</title>
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		<title>Estratégia Digital é Corporativa? É Canal? É Internet?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 22:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.redant.com/_assets/images/Banner(4).jpg" alt="" width="300" />Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?<br />
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia Digital é TI, sim, mas também é Canal e também é infra-estrutura, dentre tantas outras variáveis.</p>
<p>Para poder pautar esta análise, vamos utilizar os conceitos de finalidade da Estratégia Digital como guia de raciocínio. Desta maneira, ficará mais objetivo o seu resultado e permitirá traçarmos uma visão de implantação mais próxima da realidade de mercado.</p>
<p><strong>Afinal, o que é esse Digital?<br />
</strong>Para podermos entender o que envolve a definição de uma Estratégia Digital, precisamos antes identificar quais conceitos poderiam ser alvo de planejamento.<br />
Organizar este raciocínio por áreas como TI, Marketing, Internet, RH ou qualquer outra seria muito restritivo, ou poderia ainda ofuscar interpretação em função da variação de escopo destes times de empresa para empresa.<br />
Estruturá-lo ainda por uma escala ou classificação tecnológica também traria um viés técnico para um artigo com clara vocação de orientação de planejamento de negócios.<br />
Por consequência, seguem abaixo as categorias por finalidade que destacamos para orientar da maneira mais abrangente e clara o planejamento corporativo. Esta escolha aconteceu por entendermos que o assunto Digital é amplo e permeia as diversas práticas corporativas, necessitando portanto de abordagem pluri-disciplinar:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Produtividade<br />
</span>Historicamente, a busca por redução de custos foi a vocação primordial e essencial dos recursos digitais, permitindo replicar ou automatizar processos. A conseqüência e objetivo imediato é o de ganho de produtividade.<br />
Dentro desta mesma categoria de ganho de produtividade, podemos tentar incluir todos os possíveis recursos de organização pessoal, de equipe e projetos.</p>
<p>Esta categoria está bastante ligada a recursos de TI e a substituição de processos, mas não pode ser restringida a estes recursos. Diversas funcionalidades estão aparecendo principalmente nos novos serviços em Nuvem ou mesmo os já famosos serviços na Internet, não podendo mais ser encarados de maneira simplista. Estão incluídos aqui também todos os relatórios e sustento do Ciclo PDCA e ferramentas de suporte a gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Receita<br />
</span>Os recursos digitais permitem ampliar e diversificar os canais de receita das empresas. De maneira complementar, também oferece recursos para potencializar a performance dos canais existentes.</p>
<p>Estas funcionalidades estão intimamente ligadas a visão aguda de negócios, podendo encontrar solução em recursos com simplicidade técnica infantil mas retorno muito expressivo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Relacionamento com o Cliente<br />
</span>E aqui não estamos falando só de Atendimento. Relacionamento com o cliente permeia todos os canais e Momentos da Verdade do cliente com a marca. A estratégia digital auxiliará a entregar canais mais diversos e/ou efetivos mas também os recursos necessários para aumentar eficácia deste Relacionamento.</p>
<p>A abordagem e recursos digitais para o Relacionamento com o cliente passam por capacidade de identificação do Cliente até o Data Mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação/ clusterização e análises de comportamento de Consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Sustentar Marca<br />
</span>O posicionamento de Branding encontra soluções digitais em todo seu ciclo de comunicação, na concretização de alguns de seus atributos principais mas também na viabilização de novos canais para sua emancipação.</p>
<p>De maneira mais concreta, isso passa por sites e portais, mas também por todo ferramental de checar impacto desta marca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Viabilizar produtos<br />
</span>Os recursos digitais podem simplesmente ser o ambiente único de existência de determinados produtos e serviços. Isso é demasiadamente verdade hoje em dia para os negócios baseados em Conhecimento e Serviços.</p>
<p>Encontramos exemplos imediatos nos setores bancários, por exemplo, que hoje só conseguem disponibilizar ampla carteira de produtos graças aos recursos digitais. Todas os e-commerce que vendem produtos por download, também são exemplos muito próximos desta realidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Buscar Cliente<br />
</span>Assim como o Digital é capaz de criar canais e ambientes, ele também é capaz de criar a ponte entre cada um deles. Isso possibilita trazer o Cliente para um ambiente de maior domínio e controle da sua empresa, possibilitando comunicar e/ou transacionar em ambiente exclusivo. O complemento disso é a possibilidade de interação em ambientes e canais que o Cliente tenha escolhido, e sem as quais não teria sido sequer possível interagir com este ator.</p>
<p>Estes recursos se materializam em soluções tão diversas quanto Portais, Publicidade Online ou as já notórias Mídias Sociais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-  Qualificação do Relacionamento com Clientes/Consumidores</span></p>
<p>Não somente nas questões de Atendimento, mas em todo ciclo de interação empresa-cliente (Life Cycle =&gt; atração, conversão, retenção, fidelização, etc), o Relacionamento digital com Clientes/Consumidores permeia a grande maioria dos canais e momentos da verdade entre estes e a marca/empresa. A estratégia digital auxiliará a entregar conteúdos relevantes direcionados, abordagens relacionais mais adequadas, modelos interativos eficazes e canais de maior amplitude, especialização e efetividade, assim como os recursos necessários para aumentar eficácia do processo do Relacionamento proposto pela empresa por perfil de usuário.</p>
<p>A abordagem e os recursos digitais para efetivação da excelência no Relacionamento com o Cliente/Consumidor passam pela capacidade de identificação e categorização do Cliente/Consumidor até o data mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação, clusterização, gestão de comunidades/redes e análises de comportamento de consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Colaboração / Compartilhamento<br />
</span>Os recursos de Colaboração e Compartilhamento estão mudando a maneira de trabalhar das empresas. Elas agora admitem que funcionários trabalhem remotamente, a velocidade e diversidade da comunicação aumentou imensamente, a capacidade de acesso a informação de multiplicou. O digital viabiliza um nível elevadíssimo de acesso a informação e conhecimento, reduzindo distâncias e enriquecendo o processo de produção.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Ensino a Distância<br />
</span>Este recuros não pode ser menosprezado pois permite um enorme ganho de escala na capacitação profissional, viabilizando a evolução/migração técnica de todas as equipes da empresa. Limitada pela sua dependência econômica por escala, representa mesmo assim importante recurso de transformação do potencial de performance das equipes internas.</p>
<p>Entendemos quais as variáveis envolvidas em um planejamento digital, mas a participação de cada uma neste plano pode e deve variar. As demandas por estas soluções não tem como ser as mesmas entre empresas start-up de internet ou outras da agro-indústria.<br />
Podemos destacar as empresas mais dependentes do Capital do Intelectual como as empresas que tem maior necessidade planejamento Digital. Podemos destacar os setores de Serviços, como a área financeira ou telecom, como grandes demandantes. Necessidades pontuais, como setores de baixa reputação, podem necessitar de planejamento pontual.</p>
<p><strong>Como se implementa Estratégia Digital?<br />
</strong>De maneira global, a implantação de Estratégia Digital (como acabamos de ver) envolve diversas variáveis. Por este motivo, as três dimensões principais a serem observadas para sua implantação são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Governança<br />
</span>Como vimos, a abordagem digital é pluri-displinar e por conseqüência também é matricial na sua administração. Portanto as fronteiras de papéis e responsabilidades são a premissa de qualquer iniciativa, importante inclusive para definir participação das próprias áreas no planejamento. É importante enxergar aqui mais do que simples regras de deveres, mas sim um caminho de engajamento para implantação de ferramentas que podem inclusive serem novas, encontrando portanto resistência na sua operacionalização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    BSC<br />
</span>O impacto nesta ferramenta tão importante de gestão, pode variar em função do grau de digitalização das premissas estratégicas da empresa.</p>
<p>Imaginando o mais alto grau de digitalização, entendemos que o impacto pode de fato atingir o BSC corporativo, permeando as necessidades mais básicas do negócio e aparecendo como variável habilitadora dos resultados primordiais do planejamento.</p>
<p>Mas de maneira mais global, serão provavelmente os BSCs derivados de áreas onde começarão a aparecer as primeiras citações, principalmente nas de Marketing e TI que são as áreas usualmente com maior demanda, mas sem esquecer o potencial de participação de um RH.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Infra-estrutura<br />
</span>Aqui é preciso separar algumas dimensões bem distintas de serem analisadas. Podemos dividi-las então em: software, hardware e padrões de redes.</p>
<p>No primeiro, vale diferenciar os softwares proprietários dos softwares livres. Esta nuance tem trazido grandes mudanças ao mercado mas também uma abordagem diferenciada de software que precisa ser considerada. Adicionalmente, não entendemos em momento algum nestes documento que a complexidade tecnológica traz resultado a altura da sofisticação dos negócios. Muitas vezes soluções simples mas representantes íntimas das necessidades de negócio serão mais eficientes que o estado-da-arte de determinados conceitos e plataformas.</p>
<p>Hardware está em evolução constante. Alem de demandar grande necessidade de atualização, e assim sendo já estar sendo comercialmente proposto como serviço, agora muda bastante com as novas demandas (como a computação em nuvem).</p>
<p>Por fim padrões de rede, oferecem novas modalidades e oportunidades que encontra seu melhor exemplo no enorme potencial em soluções móveis.</p>
<p>A era digital coloca portanto enormes oportunidades e recursos para construirmos uma estrutura para as empresas. A dosagem e medida desta digitalização é que necessita de fato de calibragem bem fina. Os níveis de investimento e desembolso precisarão ser dosados à medida dos objetivos de negócio das empresa, observando algumas das variáveis aqui detalhadas.</p>
<p>O Digital é solução para diversos desafios mas é também contexto amplo, carregando o velho fantasma dos custos tecnológico. Mas a simplicidade de solução continua sendo a recomendação mais consciente, para que as metas de negócio sejam sempre prioridade sobre o desejo de mundo ideal da tecnologia.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		<title>As diferentes faces da Sustentabilidade Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 11:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema da Sustentabilidade não é desses que se pode levar de maneira leve ou inconseqüente. Como vimos em artigos anteriores, ela demanda transparência, ética e legitimidade. Não poderia ser diferente em canais digitais. Aliás, pode ser mais instantânea e evidente.</p>
<p>A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e ações sustentáveis na Web.</p>
<p>A primeira constrói a infra-estrutura de TI de maneira mais racional, visando resplandecer o tripé da Sustentabilidade na sua implantação e uso. A segunda tem vocação primordial na Web e faz das características dos canais digitais o seu modelo principal de entrega.</p>
<ul>
<li><strong>Premissas de Projetos Sustentáveis continuam verdadeiras, mesmo no Digital</strong></li>
</ul>
<p>Assim como no mundo de tijolos, os projetos sustentáveis digitais precisam ter consistência para gerarem reputação. Não é suficiente definir um canal e divulgação destas ações, mas ter uma postura sustentável que impacte toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Abaixo, segue ilustração da proposta de impacto na Cadeia Completa do Plástico, pelo selo I’m Green<sup>TM</sup>.</p>
<p><a href="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="img_07" src="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png?w=546&amp;h=98" alt="" width="546" height="98" /></a>A coerência das ações e do posicionamento de uma empresa se torna mais crítica nos canais digitais, onde as informações são mais fáceis de serem verificadas com a força das Redes Sociais e das plataformas colaborativas. Desta maneira, os 2 principais tópicos que podemos destacar são:</p>
<p>-          <strong>Compliance:</strong> a aderência a todas as regras regulatórias de seu setor de atuação e sua atividade core são premissas de desenvolvimento de iniciativas sustentáveis, por responderem aos anseios éticos básicos da sociedade e dos mercados consumidores.</p>
<p>-          <strong>Rastreabilidade:</strong> se estamos falando de aplicação em toda cadeia produtiva, é preciso efetivar o acompanhamento desta mesma cadeia para poder comprovar e documentar a aplicação dos preceitos sustentáveis. Estas informações também permitem o rastreamento da cadeia de fornecedores homologados para que esta seleção também possa aplicar os mesmos valores sustentáveis da operação principal.</p>
<p>Abaixo o exemplo de um case de visão completa de Cadeia Produtiva envolvendo Wal-Mart e J&amp;J, com o desenvolvimento de um produto inteiramente revisitado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<ul>
<li><strong>Modelos de Sustentabilidade Digital</strong></li>
</ul>
<p>A aplicação de modelos sustentáveis em canais digitais acabou se traduzindo de maneiras diferentes em função do seu motivador. Assim, quando vista como TI ou quando projeto para Internet, acaba viabilizando variáveis diferentes conforme abaixo.</p>
<p><strong><em>IT Sustentável</em></strong></p>
<p>-          <strong>Green IT / TI Verde</strong>: a abordagem verde das atividades de tecnologia está muito em voga. Com seu pilar econômico amplamente ancorado na redução de custos com tecnologia e utilities, assim como custos financeiros, a questão do descarte de material informático também é ponto importante das iniciativas (reforçando a visão de tratar a Cadeia Produtiva completa). Esta vertente concretiza e otimiza o pilar ambiental que TI é capaz de entregar.</p>
<ul>
<li>Abaixo reportagem da GloboNews sobre TI Verde, detalhando algumas práticas adicionais desta modalidade.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Inclusão Digital</strong>: esta modalidade, por outro lado, representa o pilar social. Historicamente, a necessidade da inclusão veio muito a reboque dos altos custos de computadores do Brasil e da conexão à Internet. Felizmente, os preços estão caindo e esta vertente está complementando sua entrega com compartilhamento de ferramentas que possibilitam, além do domínio dos PCs e seus sistemas operacionais, o acesso dos indivíduos à Cultura/Conhecimento e/ou Informação, que os tornam melhores cidadãos, permitindo às comunidades menos favorecidas se desenvolverem.</p>
<ul>
<li>Vídeo divertido com diversos depoimentos do que é Inclusão Digital.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p><strong><em>Sustentabilidade Web</em></strong></p>
<p>-          <strong>Colaboração / Crowdsourcing:</strong> a Internet e seus recursos 2.0 disponibilizam uma série de recursos colaborativos aos usuários. Além de permitirem a integração de equipes remotas e uma maior capilaridade operacional, acabaram por criar uma nova modalidade de compartilhamento de conhecimento, chamada crowdsourcing, em que cada um participa livremente da construção de determinado conceito. Essas funcionalidades permitem integrar, desta maneira, diferentes culturas, referências e pontos de vista, enriquecendo muito a experiência de construção de conceitos. No caso da Sustentabilidade, estas funcionalidades estão repetidas vezes associadas a projetos de Inovação, já que permitem grande velocidade nas trocas entre os diferentes participantes e grande riqueza de opiniões por sua enorme capilaridade.</p>
<ul>
<li>Um exemplo muito bem sucedido neste sentido é http://www.greenxchange.cc/</li>
<li>Abaixo vídeo que aborda diversos pontos da inovação e sua viabilização em canais web.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Mídias Sociais para Gerar Engajamento e Discussão</strong>: ambientes naturais de interação para o Consumidor Final, a Sustentabilidade encontra neles a resposta imediata às possíveis provocações que possam ser lançadas ao mercado. Estes usuários têm vocação natural ao engajamento e, por isso, estes ambientes parecem ideais para se conquistar e atrair colaboradores e apoiadores para causas e bandeiras relevantes .</p>
<ul>
<li>Abaixo vídeo que destaca os argumentos de engajamento de participantes do evento de Sustentabilidade SWU.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>De maneira global, a Sustentabilidade Digital está sendo endereçada por estes canais, gerando novas oportunidades e mais produtividade. Mas, objetivamente, ainda não perdeu suas características primordiais.</p>
<p>Assim como para qualquer bom negócio, o planejamento de ações sustentáveis tem nos canais sua mera materialização, podendo ter a tecnologia como fim ou simples viabilizadora de suas ações.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://econsultingcorp.wordpress.com/2011/05/20/as-diferentes-faces-da-sustentabilidade-digital/" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		<item>
		<title>SEM e Redes Sociais mexem com sua marca. Como participar desta briga?</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2011/04/sem-e-redes-sociais-mexem-com-sua-marca-como-participar-desta-briga/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 23:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[web semantica]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.
Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:
SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.freeiconsdownload.com/site-images/Large/social_networking_iconpack_452.jpg" alt="" width="300" height="223" />Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.</p>
<p>Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:</p>
<p><strong>SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema de Procura) x Branding</strong></p>
<p>Há alguns anos o tráfego direto para os sites tem se reduzido consideravelmente, já que os acessos originados por sistemas de procura são hoje ampla maioria. Esta tendência, que denota a importância dos sistemas de procura no ciclo de vida de um site, se confirma com a disseminação de todas as técnicas de SEO (Search Engine Optimization – Otimização de Sites para Sistemas de Procura).</p>
<p><span id="more-1346"> </span></p>
<p>Atualmente, chegamos, inclusive, a um momento em que SEO não é mais praticamente diferencial, mas qualificador/estruturante para o melhor posicionamento das suas ações online.</p>
<p>Desta maneira, podemos e devemos enxergar os sistemas de procura como principal ferramenta online de geração de “leads” para os projetos digitais. Sendo assim, vamos entender um pouco melhor a etapa anterior de interação do consumidor com o sistema de procura, imediatamente antes de chegar ao site e, portanto, à tangibilização das propostas de valor e experiência da marca.</p>
<p>Os sistemas de procura foram os primeiros ambientes na Web a concretizar os conceitos de Web Semântica, por trazerem links e conteúdo referentes a palavras-chave. Este conceito deve se ampliar em breve e influenciar o comportamento de diversas plataformas de gestão de conteúdo. Abaixo algumas reflexões diretas dessa característica:</p>
<ul>
<li>O maior ganho parece estar no fato de trabalhar com a semântica de maior e/ou real relevância para o consumidor, já que o contexto resultante foi derivado de sua própria seleção, aumentando, portanto, a taxa de conversão;</li>
<li>As estratégias de SEM partem de um princípio simples de “apropriação” de determinados contextos semânticos; portanto podemos falar em associação direta da marca com palavras e conceitos;</li>
<li>As estratégias devem sempre comungar de objetivos claros, pois as variações semânticas são muito grandes. Desta maneira, o planejamento para sites de E-Commerce e projetos institucionais (ou de conteúdo), por exemplo, precisam ser claramente diferenciados: o primeiro tem foco claro na dinâmica promoção-produto-preço-condição, enquanto o segundo pode ter aplicação semântica mais ampla e abstrata por tratar conceitos, tais como atributos de marca (valores intangíveis);</li>
<li>Mas, por outro lado, precisa haver real legitimidade no posicionamento semântico. As palavras que se escolhe associar à marca precisam, de fato, estar diretamente relacionadas à procura do usuário. Em ambientes abertos, sem controle ou domínio, como são boa parte dos serviços na internet, não se pode enganar o consumidor. E isso se traduz diretamente nos “bounce rates” do seu site, quando o lead gerado não implica na conversão do usuário que imediatamente sai do ambiente criado para sua marca.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante que aparece quando se fala em sistema de procura é a questão do posicionamento de seu link na lista de resposta. O que será melhor: primeira posição ou primeiras posições?</p>
<ul>
<li>De cara, já podemos confirmar pesquisas diversas apontando para um real aumento de atratividade para presença nas primeiras páginas de retorno da procura, aumentando assim as taxas de conversão;</li>
<li>De maneira global, podemos afirmar que links que aparecem após a 3<sup>a</sup> página são praticamente inexistentes e irrelevantes;</li>
<li>Adicionalmente, o recall (brand awareness) gerado por este posicionamento também é dado como certo. Para que a associação e a apropriação semântica possam ter cola mais forte, um posicionamento nas primeiras colocações é essencial, pois só a esta premissa de visibilidade, este impacto imediato é visto como status pelo consumidor (na mesma linha do conceito “the winner takes it all”);</li>
<li>Mas é preciso ter cuidado, pois o sistema de compra de palavras funciona com base no princípio de leilão. Desta maneira, algumas palavras custam caro e a disputa por elas (e, portanto, por seu contexto semântico) pode inflacionar seu preço. Com isso, o ROI da ação de SEM pode sofrer redução e consumir importante foco de investimento das empresas.</li>
</ul>
<p><strong>Redes Sociais x Branding</strong></p>
<p>As redes sociais são uma febre inegável. Mas o que acontece com sua marca lá dentro? Estes ambientes estão abertos à participação pública e o monitoramento rigoroso destes ambientes é objetivamente inviável de ser realizado com precisão.</p>
<p>As duas características básicas destes ambientes determinam facilmente os cuidados a se ter neste contexto:</p>
<ul>
<li>Ambiente sem controle: o conteúdo postado nestes sites, redes e comunidades não permite controle pelas marcas e pessoas</li>
<li>Ambiente sem domínio: a empresa dona da marca não é dona do ambiente, rede ou comunidade e a participação de usuários é irrestrita, geralmente sem monitoramento de suas participações</li>
</ul>
<p>Desta maneira, fica claro o risco de exposição das marcas. Por outro lado, a consolidação e importância destes serviços é inegável. Assim sendo, melhor estar presente a deixar os outros falarem pela sua marca, desde que você participe ativamente (e lidere em influência positiva, quando possível) a discussão.</p>
<p>Portanto, quando o assunto é redes sociais, falamos, inicialmente, muito mais de proteção de valor de marcas com atributos estabelecidos para determinados públicos (reputação como centro!), do que ações proativas de construção de atributos de valor desejados (ainda que esse seja um objetivo legítimo).</p>
<p>Uma maneira interessante e extrema de participar deste processo, já aplicada por algumas empresas, é substituir seu site ou apontar seu domínio para sua página dentro de uma rede social (principalmente Facebook). Nesta página, pode-se controlar um conjunto mínimo de variáveis e, portanto, já se insere dentro deste contexto controle de riscos, mitigado por um maior poder de troca, colaboração e relacionamento transparente.</p>
<p>A participação efetiva em redes sociais e o posicionamento para proteção de sua marca incorrem em impactos indiretos no Branding, tais como:</p>
<ul>
<li>Transparência: todos os usuários sabem e aproveitam de sua liberdade de expressão na rede; por isso também reconhecem os esforços de sua marca ao se expor neste contexto (lembrando a expressão “botando a cara pra bater”);</li>
<li>Legitimidade: aqui, o conceito também volta. Não há possibilidade de se posicionar nestas redes com discursos corporativos formais, com argumentos padronizados (como scripts pré-definidos de atendimento) ou ainda levantando a bandeira corporativa de maneira incisiva e sistemática. O relacionamento nestes ambientes é informal, natural, fluido, co-construído e, principalmente, precisa ser verdadeiro e honesto, sob pena de colocar todo o atributo de “Transparência” (tópico anterior) a perder;</li>
<li>Proximidade: inserir-se neste contexto é também aproximar-se dos consumidores atuais e potenciais, deslocar-se até estes ambientes em que se encontram. Desta maneira, valoriza-se o relacionamento e conexão da marca com o público ali presente;</li>
<li>Engajamento: por fim, mas não menos importante, a participação em algumas redes de nicho pode agregar à marca um perfil de engajamento, associando para aqueles participantes a marca à ação, causa ou bandeira que o grupo representa.</li>
</ul>
<p><strong>SEM x Redes Sociais x Branding</strong></p>
<p>Mas então aonde estes conceitos convergem no retorno para a sua marca?</p>
<p>De maneira mais imediata e simplista, sistemas de procura retornam interação em redes sociais. Por isso, redes sociais precisam também ser consideradas como ambientes semânticos e sistemas de procura. Pelos seus retornos, também evidenciam todas as interações (agressões ou elogios) com sua marca.</p>
<p>O que nos parece importante concluir é que qualquer uma das práticas é inevitável e desejada (recomendada por certo). Apesar das características de proteção de valor, cada uma das atuações tem clara vocação para alguns benefícios indiretos que não podem ser desprezados. Adicionalmente, são ambientes complementares que, somados (em função de sua inter-relação/dependência), permitem potencializar ações de um ambiente para o outro, reduzindo riscos e potencializando benefícios.</p>
<p>Criamos um quadro (abaixo) para resumir esta visão, pois na Web, já não é mais possível viver de um ambiente só.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong> </strong></td>
<td width="189" valign="top"><strong>Principais Riscos</strong></td>
<td width="189" valign="top"><strong>Principais Benefícios</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>SEM</strong></td>
<td width="189" valign="top">Guerra Semântica</td>
<td width="189" valign="top">Recall, Atratividade, Lead</td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>Redes Sociais</strong></td>
<td width="189" valign="top">Reputação</td>
<td width="189" valign="top">Transparência, Proximidade, Engajamento</td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>SEM x Redes Sociais</strong></td>
<td width="189" valign="top">Redução dos Riscos de Atuação Separada</td>
<td width="189" valign="top">Legitimidade, Potencialização de Capacidade de Conversão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://thedomnetwork.wordpress.com/2011/04/28/sem-e-redes-sociais-mexem-com-sua-marca-como-participar-desta-batalha/" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Já ouviu falar em &#8217;slow blogging&#8217;?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 15:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
É um movimento lançado em 2006 que prega &#8220;a rejeiçao ao imediatismo, ao excesso de informaçao e velocidade&#8221;. O New York Times tem uma matéria sobre o assunto &#8211; diz que o movimento é inspirado em outro, o &#8217;slow food&#8217;, que critica o fast food por destruir tradicoes locais e hábitos alimentares saudáveis.
Assim como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span> </span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><span><a href="http://www.onlyouaibe.info/wp-content/uploads/2008/08/slow_blogging.jpg"><img src="http://www.onlyouaibe.info/wp-content/uploads/2008/08/slow_blogging.jpg" alt="Slow blogging" width="200" /></a></span><p class="wp-caption-text">Slow blogging</p></div>
<p>É um movimento lançado em 2006 que prega &#8220;a rejeiçao ao imediatismo, ao excesso de informaçao e velocidade&#8221;. O New York Times tem uma matéria sobre o assunto &#8211; diz que o movimento é inspirado em outro, o &#8217;slow food&#8217;, que critica o fast food por destruir tradicoes locais e hábitos alimentares saudáveis.</p>
<p><span>Assim como o pessoal do slow food acredita que a comida deve ser local, orgânica e sazonal, o pessoal do slow blogging vê blogs de noticias que publicam 50 posts por dia como um restaurante de fast food. </span></p>
<p>OK, estou em dívida, preciso trabalhar mais. Mas com certeza a questão da relevância é central para um blog e este movimento vem no caminho correto.</p>
<p><strong>Excesso de informação também é desinformação.<br />
</strong></p>
<p><span><span style="color: #888888;">Fonte <a title="aqui" href="http://www.nytimes.com/2008/11/23/fashion/23slowblog.html?_r=1" target="_new">NYT</a> e <a title="clique aqui" href="http://www.bluebus.com.br/show/2/96242/vc_ja_ouviu_falar_em_slow_blogging_paginas_atualizadas_sem_urgencia" target="_blank">BlueBus</a></span> </span></p>
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		<item>
		<title>Atendimento ruim é prejuízo de US$ 338,5 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.
O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Atendimento ruim gera R$338bi de prejuízo" src="http://lh5.ggpht.com/_65AXQTp_pTk/StUd8ZWC3yI/AAAAAAAABuw/a-_f5Zm7V3U/burro%5B8%5D.jpg" alt="" width="198" height="240" />Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.</p>
<p>O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, França, Alemanha e Inglaterra. Da América Latina participaram apenas Brasil e México. Rússia, Índia e China também foram sondados.</p>
<p>Quando os dados são agrupados por ramo de atuação, os serviços financeiros se destacam, com mais de 44 bilhões de dólares por ano em receita perdida. Operadoras de telefonia fixa e de celular também apresentaram perdas significativas, de 33 bilhões de dólares e 36 bilhões de dólares, respectivamente.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="Clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/12/18/atendimento-ruim-gera-prejuizo-anual-de-us-338-5-bilhoes-as-empresas/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 princípios de gestão 2.0</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/12/10-principios-de-gestao-2-0/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 11:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
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		<category><![CDATA[scrum]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?

Conversação: Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="10 princípios da gestão 2.0" src="http://lssacademy.com/wp-content/uploads/2009/04/simplicity.jpg" alt="" width="200" />A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?</p>
<ol>
<li><strong>Conversação:</strong> Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa a ser multidirecional (N para N), comunicação essa baseada em conversas abertas e que mudou de maneira irrevogável não só a nossa cultura eletrônica, mas também a nossa forma de aprender relações sociais;</li>
<li><strong>De baixo para cima ao invés de cima para baixo:</strong> Aliás, esse é um dos 25 desafios propostos pela brigada de renegados coordenada pelo professor Gary Hamel em que é preciso diminuir o poder da alta administração e direciona-lo para as pontas da empresa, para as pessoas que estão em contato direto com o cliente, e para aqueles que estão desempenhando o processo produtivo semelhante aos trabalhadores da Toyota nas linhas de montagem onde cada empregado contribui em média com 100 idéias de melhorias a cada ano;</li>
<li><strong>Reputação ao invés de hierarquia:</strong> Outro aspecto fundamental na cultura colaborativa importada da Internet é o conceito de <em>reputação.</em> Na gestão 1.0,  o título do trabalho encarna o status do funcionário dentro da empresa. Esse conceito é substituído pela cultura da Internet <em>de</em> prestígio, ou seja, a avaliação quantificada da participação do indivíduo por seus pares;</li>
<li><strong>Emergente ao invés de estruturado:</strong> Não existe afirmação mais inquestionável &#8220;A Web funciona&#8221;.  A Web foi construída sem uma estrutura pré-determinada com soluções inesperadas que surgiram naturalmente e foram massivamente adotado. Como exemplo, o hipertexto tem naturalmente promovida a relevância do Google e ajudou a classificar na web. Ninguém escreve na <em>Web_User_Guide.doc</em> sempre que publica recursos para a web e tem que fazer ligações para outras páginas;</li>
<li><strong>Folksonomia versus taxonomia:</strong> Folksonomia tem naturalmente precedência sobre Taxonomia ao classificar o oceano de informações disponíveis na web.  Ou seja, segundo a Wikipedia, <em>um sistema de classificação deriva da prática e método de colaboração de criar e gerenciar marcas para anotar e categorizar conteúdos</em> realizados por não-especialistas, ao invés de uma classificação rigorosa e estruturada.  A vantagem da folksonomia é que a informação é classificada de acordo com seu conteúdo, com etiquetas (tags) que qualquer um pode escolher. Folksonomia tem duas vantagens: a) encontramos peças de informação com mais facilidade e, b) no prazo de plataformas de colaboração, ajudam a encontrar rapidamente as pessoas que partilham afinidades temáticas;</li>
<li><strong>Agilidade ao invés de burocracia:</strong> Agilidade de gerenciamento de projetos (com foco na transparência, simplicidade, colaboração, gerenciamento visual, simplicidade e confiança) contribui grandemente para absorver as mudanças inevitáveis que ocorrem durante a vida de um desenvolvimento do projeto. Da mesma forma, a gestão 2.0 precisa de uma organização ágil, que permite absorver o surgimento de novos instrumentos, práticas e relacionamentos. Entre outras coisas, esta organização aberta permite que a inovação e promove o senso de urgência.  Produtividade, em vez de processos, rapidez de execução, em vez de lentidão burocrática, lançamentos freqüentes, etc … Scrum?</li>
<li><strong>Transparência ao invés de segurança:</strong> Antes de qualquer coisa, vamos equalizar o entendimento de que tipo de informações sobre a empresa que queremos a transparência.  Obviamente não se aplica aos pedaços sensível e confidencial das informações, mas a qualquer outro. Conversar com os gerentes no sentido de ajudar a revelar o principal temor que é deixar emergir a falibilidade de suas equipes e / ou a si próprios. O ponto é: quando essa conversa é realizada em um contexto de confiança e de resposta rápida, esses erros e potenciais problemas ajudam a dar um rosto humano e criar verdadeiros laços entre as equipes;</li>
<li><strong>Redes de conhecimento conectadas ao invés de silos de conhecimento:</strong> Comunicação multidirecional ajuda a fomentar a eficiência, pois garante que os funcionários saibam quais são as prioridades e as estratégias de negócio, além de alimentar a inovação. Além disso, a ampliação do âmbito do conhecimento dos colaboradores sobre as atividades da empresa como um todo, permitirá dar um sentido à sua contribuição profissional, tornando-se um combustível para o compromisso colaborador;</li>
<li><strong>Simplicidade ao invés de complexidade:</strong> Agilidade é focada na condução para a simplicidade ao invés de criar sistemas que gerem a complexidade. Simplicidade é um princípio fundamental para empresas do futuro Portanto, é necessário resistir aos encantos  da complexidade intelectualmente estimulante para desenvolver soluções potenciais de processos O objetivo é buscar a simplicidade na implementação de redes sociais na empresa;</li>
<li><strong>Confiança:</strong> Este é o princípio básico que determina todos os outros. Sem <em>confiança</em> não pode haver transparência nas informações. Não pode haver uma organização flexível o suficiente para permitir que a inovação aconteça. Sem <em>confiança,</em> não é possível estabelecer uma organização que aproveita a agilidade, velocidade e produtividade que a cultura de redes sociais oferece. Sem <em>confiança,</em> a gestão não vai abandonar a estratégia de comando e controle. E o espaço necessário para a efetiva implementação de ferramentas colaborativas nunca aparecerá.</li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Ou seja, o eficiente, imediato, simples e flexível predominando sobre estruturado, demorado, completo e engessado: wiki, scrum e conversa, muita conversa.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Poder crescer, poder mudar, poder compartilhar imediatamente!<br />
</span></strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.socialcomputingjournal.com');" href="http://www.socialcomputingjournal.com/" target="_blank">Social Computing Journal<br />
</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>As marcas mais valiosas do mundo</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/09/as-marcas-mais-valiosas-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 21:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[A Interbrand acaba de divulgar a atualização do ranking das 100 marcas maios valiosas do mundo. Quem quiser ver a metodologia, o histórico de rankings e várias análises interessantes feitas pela consultoria, basta acessar: http://bit.ly/u1oQ
As “top 10″ deste ano (em milhões de dólares) foram:
Coca-Cola ($68.7), IBM ($60.2), Microsoft ($56.6),  GE ($47.8), Nokia ($34.9),  McDonalds ($32.3), Google ($32),  Toyota ($31.3), Intel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="As marcas mais valiosas" src="http://www.interbrand.com/BGB09/bgb_09.gif" alt="" width="170" height="239" />A Interbrand acaba de divulgar a atualização do ranking das 100 marcas maios valiosas do mundo. Quem quiser ver a metodologia, o histórico de rankings e várias análises interessantes feitas pela consultoria, basta acessar: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/bit.ly/u1oQ');" href="http://bit.ly/u1oQ" target="_blank">http://bit.ly/u1oQ</a></p>
<p>As “top 10″ deste ano (em milhões de dólares) foram:<br />
Coca-Cola ($68.7), IBM ($60.2), Microsoft ($56.6),  GE ($47.8), Nokia ($34.9),  McDonalds ($32.3), Google ($32),  Toyota ($31.3), Intel ($30.6) e Disney ($28.4).</p>
<p>Na lista das 100 mais valiosas, poucas conseguiram aumentar o seu valor em mais de 10% versus ano passado: apenas Google, Apple, H&amp;M, Ikea, Amazon, Zara, Wrigley, Nestlé e Danone.</p>
<p>Ficam ainda algumas curiosidades no ar pros marketeiros de plantão: como é que uma marca de catchup (Heinz) consegue ser mais valiosa que marcas tradicionais como Johnson&amp;Johnson ou Ferrari? Como é que Nescafé pode valer muito mais que Nestlé? Como é que uma marca de cigarro “perseguida” como Marlboro se mantém entre a 20 mais valiosas do mundo?</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte </span><a title="Clique aqui" href="http://bit.ly/u1oQ" target="_blank">Interbrand</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/09/as-marcas-mais-valiosas-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>O poder das mídias sociais</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/09/o-poder-das-midias/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 00:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.plataformai.com.br/v3.0/?p=1526</guid>
		<description><![CDATA[Beth Saad do blog Intermezzo fez uma das introduções de paineis do Digital Age 2.0 e fez a apresentação a seguir. Abrdando o assunto da redes sociais pela visão de mídia, como suporte de conteúdo, as infos desta apresentação resumem muito bem a abordagem objetiva e integrada que se deve ter desses ambientes com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beth Saad do blog <a title="Clique aqui" href="http://imezzo.wordpress.com/" target="_blank">Intermezzo</a> fez uma das introduções de paineis do Digital Age 2.0 e fez a apresentação a seguir. Abrdando o assunto da redes sociais pela visão de mídia, como suporte de conteúdo, as infos desta apresentação resumem muito bem a abordagem objetiva e integrada que se deve ter desses ambientes com o mundo real &#8220;brick and mortar&#8221;. Enjoy!</p>
<div id="__ss_1919683" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Crise Na Mídia Tradicional, por Beth Saad" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad">Crise Na Mídia Tradicional, por Beth Saad</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=crisenamdiatradicionalbethsaad-090828094836-phpapp02&amp;stripped_title=crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=crisenamdiatradicionalbethsaad-090828094836-phpapp02&amp;stripped_title=crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20">DigitalAge20</a>.</div>
</div>
<p>.</p>
<p>Por outro lado, Mauro Segura da IBM (também palestrante da Digital Age 2.0) salienta a importância de dos ambientes colaborativos para o capital intelectual das empresas.</p>
<div id="__ss_1919655" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Sinal Aberto Para As Redes Sociais, por Mauro Segura" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura">Sinal Aberto Para As Redes Sociais, por Mauro Segura</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sinalabertoparaasredessociaismaurosegura-090828094056-phpapp02&amp;stripped_title=sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sinalabertoparaasredessociaismaurosegura-090828094056-phpapp02&amp;stripped_title=sinal-aberto-para-as-redes-sociais-por-mauro-segura" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20">DigitalAge20</a>.</div>
</div>
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		<title>Dois caminhos para um blog rentável</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 01:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ganhar dinheiro a partir social é bom, no entanto, há duas maneiras de fazê-lo:
1) O primeiro é o mais óbvio, com anúncios, marketing direto e comércio eletrônico. Muitos blogueiros optam por rentabilizar seu blog através de monetização, como a maioria dos autores de blogs livros têm anúncios, patrocínio ou outros modelos paralelos.
2) A segunda forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><img class="alignleft" title="Blog rentável" src="http://www.howtomakemyblog.com/pictures/monetize-rss-feed.jpg" alt="" width="200" />Ganhar dinheiro a partir social é bom, no entanto, há duas maneiras de fazê-lo:</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span style="direction: ltr; text-align: left;">1) </span>O primeiro é o mais óbvio, com anúncios, marketing direto e comércio eletrônico.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span style="direction: ltr; text-align: left;">M</span>uitos blogueiros optam por rentabilizar seu blog através de monetização, como a maioria dos autores de blogs livros têm anúncios, patrocínio ou outros modelos paralelos.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">2) A segunda forma é a utilizá-lo para se tornar um influenciador confiável: construindo relacionamentos, confiança e influência ao longo do tempo</span><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span style="direction: ltr; text-align: left;">.</span> Estas pessoas fazem dinheiro recebendo por shows, consultoria, desenvolvimento ou levam este ativo para seu empregador.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Esta é a abordagem na qual acredito.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">De qualquer maneira,</span><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> é certo que tendo conteúdo que atrai seu público-alvo (você precisa para ser uma boa blogueira, independentemente), tem uma estratégia para aproximar as pessoas, e assim estar à frente para tomar iniciativas.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span style="color: #888888;">Fonte blog <a title="Clique aqui" href="http://www.web-strategist.com/blog/2009/08/04/monetizing-a-blog-two-schools-of-thought/" target="_blank">WebStrategy</a></span><br />
</span></p>
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		<title>Mais uma visão de futuro da internet</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Fazendo abstração do termo web3.0, buzz word total, este video traz alguns números e argumentos interessantes. Deixo vocês apreciarem.
Vejam novamente a teoria do futuro de uma internet: em qquer lugar, a qquer lugar, para qquer coisa. Uma iniciativa que já faz girar EUROS 500milhões.

Future Internet Video from Castemelijn on Vimeo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo abstração do termo web3.0, buzz word total, este video traz alguns números e argumentos interessantes. Deixo vocês apreciarem.</p>
<p>Vejam novamente a teoria do futuro de uma internet: em qquer lugar, a qquer lugar, para qquer coisa. Uma iniciativa que já faz girar EUROS 500milhões.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3505601&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3505601&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/3505601">Future Internet Video</a> from <a href="http://vimeo.com/castemelijn">Castemelijn</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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