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	<title>Plataforma Interativa &#187; projeto</title>
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		<title>Sucesso em projetos, no futebol e scrum</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/06/sucesso-em-projetos-no-futebol-e-scrum/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 12:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Nando Reis publicou hoje no Estadão, inspirado pela atual fase saopaulina, alguns parágrafos incríveis e muito inspiradores sobre o (in)sucesso de um time que reproduzo abaixo:
Um jogo de futebol, como todo projeto de criação coletivo é como uma conversa, uma troca. Troca de palavras, de passes, de olhares; troca de ofesas ou de gentilezas, também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Sucesso em projetos: em futebol e scrum" src="http://futbolita.files.wordpress.com/2008/12/610x3.jpg" alt="" width="200" />Nando Reis publicou hoje no Estadão, inspirado pela atual fase saopaulina, alguns parágrafos incríveis e muito inspiradores sobre o (in)sucesso de um time que reproduzo abaixo:</p>
<blockquote><p>Um jogo de futebol, como todo projeto de criação coletivo é como uma conversa, uma troca. Troca de palavras, de passes, de olhares; troca de ofesas ou de gentilezas, também. E essa sucessão de passes, palavras e olhares crima uma ordem, uma lógica, uma forma particular, um desenho próprio, uma linguagem única, às vezes só entendida por aqueles que participam dessa conversa. Os que estão de fora apenas ouvem os sons dessa música, talvez sem entender o significado enigmático das palavras inventadas.</p>
<p>Mas quando é possível perceber comunicação, é porque se estabeleceu uma harmonia. E as coisas fluem. Todo torcedor sabe quando seu time não está em harmonia. O futebol jogado em geral é pífio, raquítico, quase antipático. De cima das arquibancadas não se ouve o que é dito nos vestiários, mas será que não é lá em cima o melhor lugar para enxergar o caos escrito no gramado?</p></blockquote>
<p>Vejam como os principais conceitos de Scrum estão reunidos neste texto:</p>
<ul>
<li>Produtividade através de harmonia e comunicação: por isso são tão importantes os papéis do Scruma Master (SM) e Product Owner (PO), para preservar este ambiente.</li>
<li>E a brilhante conclusão, também dirigida a SMs e POs, vocês são parte da equipe mas percebam que o distanciamento (ou simples descriminação dos papéis e atores) pode dar uma visão objetiva da performance do time. Vocês tem maior facilidade em perceber disfunções, se olharem com a devida distância (e senso crítico, sem sentimentos).</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A coisa tá roça! Projetos não entregues&#8230;</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/06/a-coisa-ta-roca-projetos-nao-entregues/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 02:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Via Silvio meira no Twitter (@srlm) cheguei ao último relatório Chaos Report do Standish Groups. O relatório apresenta a taxa de sucesso dos projetos de TI considerando 8000 projetos desenvolvidos por 300 empresas americanas, sendo que ele foi criado em 1994.
Esse último relatório apresentou dados alarmantes e mostra um retrocesso na taxa de sucesso dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Projetos falham mais em 2009" src="http://manage.files.wordpress.com/2007/01/flogging.jpg" alt="" width="200" />Via Silvio meira no Twitter (@srlm) cheguei ao último relatório Chaos Report do Standish Groups. O relatório apresenta a taxa de sucesso dos projetos de TI considerando 8000 projetos desenvolvidos por 300 empresas americanas, sendo que ele foi criado em 1994.</p>
<p>Esse último relatório apresentou dados alarmantes e mostra um retrocesso na taxa de sucesso dos projetos de desenvolvimento de software.</p>
<table style="width: 336pt;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="448">
<tbody>
<tr style="height: 15pt;">
<td style="width: 48pt; height: 15pt;" width="64" height="20" align="right">1994</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">1996</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">1998</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">2000</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">2004</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">2006</td>
<td style="width: 48pt;" width="64" align="right">2009</td>
</tr>
<tr style="height: 15pt;">
<td style="height: 15pt;" height="20" align="right">31,10%</td>
<td align="right">40,00%</td>
<td align="right">28,00%</td>
<td align="right">23,00%</td>
<td align="right">18%</td>
<td align="right">19%</td>
<td align="right">24,00%</td>
</tr>
<tr style="height: 15pt;">
<td style="height: 15pt;" height="20" align="right">52,70%</td>
<td align="right">33,00%</td>
<td align="right">46,00%</td>
<td align="right">49,00%</td>
<td align="right">53%</td>
<td align="right">46%</td>
<td align="right">44,00%</td>
</tr>
<tr style="height: 15pt;">
<td style="height: 15pt;" height="20" align="right">16,20%</td>
<td align="right">27,00%</td>
<td align="right">26,00%</td>
<td align="right">28,00%</td>
<td align="right">29%</td>
<td align="right">35%</td>
<td align="right">32,00%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Primeira linha &#8211; &gt; % Projetos cancelados;</p>
<p>Segunda linha &#8211; &gt; % Projetos entregues com variação em termos de prazo, custo ou qualidade;</p>
<p>Terceira linha &#8211; &gt; %Projetos entregues dentro de prazo, custo e qualidade esperados;</p>
<p>Essa percepção é referendada se observarmos que os 3 maiores fatores críticos de sucesso desses projetos foram :</p>
<p>- Suporte executivo &#8211; Patrocínio de projetos influencia no processo e no progresso dos projetos, principalmente, em empresas com estruturas funcionais ou matriciais fracas;</p>
<p>- Envolvimento dos usuários &#8211; Tradicionalmente, há uma distância muito grande entre a área de Ti e as áreas de negócio. Quando essa distância deixa de existir, a taxa de sucesso aumenta;</p>
<p>- Gerentes de projetos experientes &#8211; 97% dos projetos, que foram concluídos com sucesso, tinham gerentes de projetos experientes;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma outra visão de organização do trabalho &#8211; Geração Facebook</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/03/uma-outra-visao-de-organizacao-do-trabalho-geracao-facebook/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 08:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sua coluna do Wall Street Jornal, Gary Hamel coloca as 12 características relacionadas ao trabalho que a geração, que cresce se relacionando através de redes sociais online (o que ele chama de Geração F &#8211; Geração Facebook), vão trazer para as organizações.
1- Todas as ideias competem no mesmo patamar
As ideias na web são seguidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Geração Facebook" src="http://img.timeinc.net/time/daily/2007/0710/esfacebook.jpg" alt="" width="200" />Na sua coluna do Wall Street Jornal, Gary Hamel coloca as 12 características relacionadas ao trabalho que a geração, que cresce se relacionando através de redes sociais online (o que ele chama de Geração F &#8211; Geração Facebook), vão trazer para as organizações.</p>
<p><strong>1- Todas as ideias competem no mesmo patamar<br />
</strong>As ideias na web são seguidas e não impostas, ganham tração de acordo com o seu mérito e não por poderes políticos ou por serem patrocinadas.</p>
<p><strong>2- Contribuição conta mais do que a credencial<br />
</strong>Quando você coloca um vídeo no You Tube ninguém pergunta se você fez curso de cinema. Na web não importa sua posição, currículo ou título acadêmico, importa o conteúdo e criatividade.</p>
<p><strong>3- Hierarquias são naturais, não impostas</strong><br />
Em um fórum de discussão aqueles que contribuem com as respostas mais resolutivas e inteligêntes ganham mais respeito de seus colegas. A hierarquia nasce de baixo para cima.</p>
<p><strong>4- Líderes servem, não presidem</strong><br />
Não existe poder formal, o papel do “líder online” é servir a comunidade.</p>
<p><strong>5- As tarefas são escolhidas, não impostas</strong><br />
As pessoas que escolhem escrever em um blog, trabalhar em um projeto open-source ou participar de fóruns de discução, o fazem por escolha própria.</p>
<p><strong>6- Grupos se auto definem e se auto organizam</strong><br />
Podemos nos relacionar e acompanhar somente aquelas pessoas e/ou empresas que escolhemos. Sabe aqueles “colegas” de trabalho que você precisa conviver diariamente em reuniões ou projetos? Na web isso não existe.</p>
<p><strong>7- Recursos são atraídos, não alocados</strong><br />
Online, o esforço humano é atraído por projetos que façam sentido para o indivíduo. Os recursos não são alocados de maneira política e hierárquica. A web, é uma economia de mercado onde milhões de pessoas escolhem como e aonde irão gastar o seu tempo e atenção.</p>
<p><strong>8- O poder vem através do compartilhamento de informação, não da mentalidade de escassez</strong><br />
Para ganhar influência e status online, você precisará doar seu conteúdo e conhecimento.</p>
<p><strong>9- As opiniões se acumulam e as decisões são julgadas pelos seus colegas</strong><br />
A sabedoria das multidões chega ao seu ápice no universo online. As ideias ganham seguidores e esse movimento pode causar disruptura em instituições offline.</p>
<p><strong>10- Os usuários podem vetar muitas das políticas decididas</strong><br />
Você pode ter criado e desenvolvido a comunidade online, mas os usuários é que são os donos.</p>
<p><strong>11- As recompensas intrinsecas possuem mais valor</strong><br />
Dinheiro é ótimo mas não deixe de levar em conta o reconhecimento e prazer de construção de algo que faça sentido para as pessoas.</p>
<p><strong>12- Hackers são heróis</strong><br />
As comunidades online tendem a seguir aqueles que possuem uma visão anti-autoritária e transgressora.</p>
<p>Hamel argumenta que essas características estão no DNA social da Geração F, mas não são encontradas no DNA de gestão das empresas presentes na Fortune 500.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte Gary Hamel’s Management 2.0</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://blogs.wsj.com/management/2009/03/24/the-facebook-generation-vs-the-fortune-500/" target="_blank">Leia POST original (em inglês) &gt;</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado pode aprender com OpenSource</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/02/mercado-pode-aprender-com-opensource/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 12:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Cezar Taurion, mais uma vez faz prova de brilhantismo e sugere, analisando educação:
Imaginem um curso de graduação de quatro anos em ciência da computação. Metade do que o aluno aprende no primeiro ano estará obsoleto lá pelo terceiro ano. Os mecanismos de atualização dos cursos atuais ainda estão, em sua maioria, adaptados aos tempos pré-Internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Estrutura comunidade OpenSource" src="http://www.sun.com/software/opensource/java/img/community-pie.jpg" alt="" width="200" />Cezar Taurion, mais uma vez faz prova de brilhantismo e sugere, analisando educação:</p>
<blockquote><p>Imaginem um curso de graduação de quatro anos em ciência da computação. Metade do que o aluno aprende no primeiro ano estará obsoleto lá pelo terceiro ano. Os mecanismos de atualização dos cursos atuais ainda estão, em sua maioria, adaptados aos tempos pré-Internet e não conseguem acompanhar na velocidade adequada a evolução tecnológica.</p>
<p>Olhemos agora as comunidades Open Source. Elas são orgânicas ou sejam, auto organizadas, e incentivam processos informais de aprendizado em grupo. Podemos classificá-las como “learner-centric”. Na minha opinião, os projetos Open Source são um belo exemplo de ecossistemas de aprendizado, pois as comunidades Open Source conseguem prover e distribuir, de forma sustentável, o conhecimento necessário para a produção de software de boa qualidade.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Querem alguns exemplos?</p>
<p>a) Conteúdo gerado pelo usuário. Porque os estudantes não podem contribuir pró-ativamente para a criação e evolução do material do curso, através de wikis, código fonte, blogs, etc? O engajamento ativo dos estudantes aumenta sua motivação e abre pespectivas inovadoras para o conteúdo do curso.</p>
<p>b) Atividade real. Fazerem os alunos contribuirem com código real para uma comunidade Open Source existente ou a ser criada pelos próprios alunos, é um trabalho útil e uma experiência profissional sem preço. Eles passam a ter contato com outros profissionais e estudantes (do mundo inteiro) e aumentam sua percepção e prática do que é desenvolver software de forma colaborativa. O compartilhamento de informações com outros estudantes e profissionais é altamente benéfico.</p>
<p>&#8230;</p></blockquote>
<p>Isso deveria ser alargado ao ambiente corporativo em geral, como uma empresa pode ganhar:</p>
<ul>
<li> em velocidade de troca de informação e tomada de decisão?</li>
<li>em poder de ação coordenando times dispersos e heterogêneos (skills diferentes)?</li>
<li>em concentração do conhecimento da empresa para transforma-lo em ativo real e concreto?</li>
</ul>
<p>Respondendo a estas perguntas, naturalmente, se esbarrará em temas como:</p>
<ul>
<li>gestão de ativos intangíveis</li>
<li>regras de governança</li>
<li>ferramentas web2.0</li>
</ul>
<p>E nos parece justamente estar aí a fonte de diferenciais competitivos reais.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte Blog do Cezar Taurion</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?entry=open_source_no_ensino_de" target="_blank">Leia artigo completo &gt;</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>68% dos projetos de TI fracassam</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/12/68-dos-projetos-de-ti-fracassam/</link>
		<comments>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/12/68-dos-projetos-de-ti-fracassam/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 21:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[As principais conclusões do relatório, The Impact of Business Requirements on the Success of Technology Projects da IAG Consulting, incluem:

Empresas com pobre capacidade de análise de negócio tem três vezes mais chances de falhar em seus projetos;
68% das empresas tendem para a ter desvios dos seus projetos por alguma falha na abordagem de análise de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Falhas de entrega em TI" src="http://blogs.zdnet.com/projectfailures/images/requirements-premium.png" alt="" width="200" />As principais conclusões do relatório, <a href="http://www.iag.biz/images/resources/iag%20business%20analysis%20benchmark%20-%20full%20report.pdf" target="_blank">The Impact of Business Requirements on the Success of Technology Projects</a> da <a href="http://www.iag.biz/" target="_blank">IAG Consulting</a>, incluem:</p>
<ul>
<li>Empresas com pobre capacidade de análise de negócio tem três vezes mais chances de falhar em seus projetos;</li>
<li>68% das empresas tendem para a ter desvios dos seus projetos por alguma falha na abordagem de análise de negócio. Do grupo de estudo, observou-se índices 180% superior ao tempo inicial de entrega , consumindo 160% de recursos adicionais ou entregando abaixo de 70% das funcionalidades definidas no início do projeto.</li>
<li>Empresas pagam um acréscimo médio de 60% em tempo ou investimento quando usam especificações superficiais em seus projetos.</li>
<li>Mais de 41% de todo o investimento de TI feito em software, equipe e terceirização de serviços profissionais será consumido por especificações insuficientes pela empresa mediana (com analistas medianos), em comparação com empresas maduras.</li>
<li>A grande maioria dos projetos pesquisados não utilizavam um nível suficientemente consistente de análise de negócio para entregar seus projetos dentro do prazo e investimento previstos. O nível de qualificação desejado é superior ao encontrado em 70% das empresas pesquisadas.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Do &#8220;jazzista&#8221; a gestor de TI: saia da zona de conforto</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/11/do-jazzista-a-gestor-de-ti-saia-da-zona-de-conforto/</link>
		<comments>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/11/do-jazzista-a-gestor-de-ti-saia-da-zona-de-conforto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 11:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.plataformai.com.br/v3.0/?p=451</guid>
		<description><![CDATA[Por Jorge Castro, professor e consultor em modelos de gestão e governança de TIC.
&#8220;No jazz, músicos que dominam as estruturas básicas correm o risco de permanecer na zona de conforto e repetir padrões conhecidos, ao invés de inovar. Trata-se da armadilha da competência: especialmente em momentos de turbulência há uma tendência de recorrer às respostas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Jazz" src="http://i255.photobucket.com/albums/hh141/PreciousRosebud/MySpaceSite/jazz.jpg" alt="" width="150" /><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Por Jorge Castro, professor e consultor em modelos de gestão e governança de TIC.</span></p>
<p>&#8220;<span style="font-size: 10pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">No jazz, músicos que dominam as estruturas básicas correm o risco de permanecer na zona de conforto e repetir padrões conhecidos, ao invés de inovar. Trata-se da armadilha da competência: especialmente em momentos de turbulência há uma tendência de recorrer às respostas habituais, gerando um obstáculo ao questionamento de suposições ou ao surgimento de uma nova perspectiva.&#8221;</span></span></p>
<p>&#8220;<span style="font-size: 10pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Isso é mensurável e passível de ser contabilizado através dos métodos tradicionais, apresentando resultados no balanço, deixando satisfeitos e seguros todos os envolvidos no processo. A questão que fica é: como efetuar o &#8220;salto quântico&#8221; para o patamar do valor seguinte que é intangível? Como um CIO expressaria esta questão à Assembléia de Acionistas?&#8221;</span></span></p>
<p>&#8220;<span style="font-size: 10pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Certamente que esta cultura instaurada nos leva a imaginar que os gestores estão aptos a considerar o erro como fonte de aprendizagem. Outro detalhe é que o custo do insucesso de um em cada três projetos de TIC é tangível, sendo contabilizado no intervalo compreendido entre o custo da matéria prima e o custo do produto. Até quando? Sabemos que chegamos ao momento de transição e já passamos da conscientização.&#8221;</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;">Fonte HSM</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://www.hsm.com.br/editorias/tecnologia/Na_zona_conforto.php?mace2_cod=1301&amp;pess2_cod=103818&amp;lenc2_cod=" target="_blank">Leia artigo completo &gt;</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mudanças inesperadas em TI geram interrupções nos negócios</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/06/mudancas-inesperadas-em-ti-geram-interrupcoes-nos-negocios/</link>
		<comments>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2008/06/mudancas-inesperadas-em-ti-geram-interrupcoes-nos-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 13:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.plataformai.com.br/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa feita pela HP indica que a maioria das interrupções de negócios são relacionadas com mudanças em TI. Mudanças inesperadas e aumento da complexidade de sistemas dentro da TI coloca o desempenho dos negócios e da segurança em risco. 
A empresa, responsável pela pesquisa, mostra que quanto mais mudanças não previstas em ambientes de TI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ecomnets.com/solutions/CIG/index_clip_image002_0000.jpg" alt="" width="200" align="left" /><span>Pesquisa feita pela HP indica que a maioria das interrupções de negócios são relacionadas com mudanças em TI. </span><span>Mudanças inesperadas e aumento da complexidade de sistemas dentro da TI coloca o desempenho dos negócios e da segurança em risco. </span></p>
<p><span>A empresa, responsável pela pesquisa, mostra que quanto mais mudanças não previstas em ambientes de TI ocorrem, mais falhas de segurança e mais impacto isso traz ao negócio. </span>Um quarto dos respondentes diz que 50% das interrupções foram causadas por mudanças no setor de TI; ITIL e Six Sigma foram os melhores em padronizar.</p>
<p>Estudo da Dimension Data revela que mais da metade das empresas de 14 países se tornaram adeptas do ITIL  &#8211; as melhores práticas de gerenciamento de serviços. Outro estudo, feito pelo itSMF Brasil com 200 empresas do País, mostra que as companhias brasileiras estão, de certa forma, bastante evoluídas no uso dos modelos de governança de TI: <a href="http://computerworld.uol.com.br/governanca/2007/10/16/idgnoticia.2007-10-16.0083336108/">85% delas já usam algum framework</a>.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte ComputerWorld</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://computerworld.uol.com.br/governanca/2008/06/23/mudancas-inesperadas-na-area-de-ti-geram-interrupcoes-nos-negocios/" target="_blank">Leia artigo &gt; </a></p>
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		<title>Pesquisa da Forrester aponta: maioria falha em cumprir SLAs</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 13:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproximadamente três quartos das organizações falham em atender os requerimentos estabelecidos em acordos de nível de serviços (SLAs). A razão primária para os SLAs não serem cumpridos é que a unidade de negócios tem expectativas fora do que pode ser alcançado pela TI, segundo o Forrester.
41% dos respondentes concordam que suas idéias dentro de nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-insites.com/images/sla_shaking_hands.jpg" alt="" width="100" align="left" />Aproximadamente três quartos das organizações falham em atender os requerimentos estabelecidos em acordos de nível de serviços (SLAs). A razão primária para os SLAs não serem cumpridos é que a unidade de negócios tem expectativas fora do que pode ser alcançado pela TI, segundo o Forrester.</p>
<p>41% dos respondentes concordam que suas idéias dentro de nível de serviços é básica e que eles não normalmente provêm informação do SLA para os executivos. Outros 40% concordam que seus relatórios de falta de nível de serviço sofre da falta de informações que os executivos pediram.<br />
Contando com métricas focadas em tecnologia, a TI perde uma oportunidade de envolver um diálogo efetivo com os negócios para mover os serviços de gerenciamento de proatividade”, afirma Steve Tack, vice-presidente do ITSM.</p>
<p><span style="color: #999999;">Fonte ComputerWorld</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2008/06/27/pesquisa-da-forrester-afirma-que-a-maioria-falha-em-cumprir-slas/" target="_blank">Leia matéria completa &gt;</a></p>
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		<title>9 entre 10 empresas viram seus projetos de mundo virtual falharem em 18 meses ou menos.</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 13:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[A adoção de mundos virtuais pelas empresas cresceu a partir dé 2008, impulsionada pelo sucesso do Second Life. Outras consultorias, como a Forrester, afirmaram que os mundos virtuais iriam rivalizar com a Internet em termos de importância para os negócios.
Segundo a Gartner que realizou a pesquisa, motivo está no fato das empresas não entenderem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://bp2.blogger.com/_grH2OWcugRg/RqZ_6tLEXRI/AAAAAAAAAFM/jYQjwaq7dwQ/s400/second+life.jpg" alt="" width="150" align="left" />A adoção de mundos virtuais pelas empresas cresceu a partir dé 2008, impulsionada pelo sucesso do Second Life. Outras consultorias, como a Forrester, afirmaram que os mundos virtuais iriam rivalizar com a Internet em termos de importância para os negócios.</p>
<p>Segundo a Gartner que realizou a pesquisa, motivo está no fato das empresas não entenderem como usar a tecnologia nas corporações.</p>
<p>Mas será que alguém até hoje entendeu?</p>
]]></content:encoded>
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