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	<title>Plataforma Interativa &#187; consumo</title>
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		<title>Geração Y será 44% da população ativa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 01:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com números da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes.
A consultoria aponta que o setor financeiro é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_7E6DJ4cXZRM/SSTOe2bPQcI/AAAAAAAAAkE/lrFeOcPla5Q/s400/Gera%C3%A7%C3%A3o%2BY.jpg"><img class="alignleft" title="Geração Y será 44% da população ativa" src="http://1.bp.blogspot.com/_7E6DJ4cXZRM/SSTOe2bPQcI/AAAAAAAAAkE/lrFeOcPla5Q/s400/Gera%C3%A7%C3%A3o%2BY.jpg" alt="" width="300" /></a>De acordo com números da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes.</p>
<p>A consultoria aponta que o setor financeiro é um dos mais atrasados no atendimento às demandas específicas da geração Y, a qual se destaca pelo uso intensivo de novas tecnologias e das ferramentas colaborativas. Como resultado, o levantamento da Booz aponta que,  entre os principais segmentos da economia, os bancos são os que menos investem em novos formatos de comunicação e nas mídias sociais.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/06/10/geracao-y-sera-44-da-populacao-economicamente-ativa-em-2025/" target="_blank">ComputerWorld</a></span></p>
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		<title>Atendimento ruim é prejuízo de US$ 338,5 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.
O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Atendimento ruim gera R$338bi de prejuízo" src="http://lh5.ggpht.com/_65AXQTp_pTk/StUd8ZWC3yI/AAAAAAAABuw/a-_f5Zm7V3U/burro%5B8%5D.jpg" alt="" width="198" height="240" />Que o mau atendimento ao consumidor resulta em prejuízo para as empresas era de se esperar. Mas uma pesquisa produzida por uma empresa americana transformou essa insatisfação em números: somadas, as perdas em um ano chegam a 338,5 bilhões de dólares.</p>
<p>O levantamento realizado pela Genesis, companhia do grupo Alcatel-Lucent, englobou 16 países, incluindo Estados Unidos, França, Alemanha e Inglaterra. Da América Latina participaram apenas Brasil e México. Rússia, Índia e China também foram sondados.</p>
<p>Quando os dados são agrupados por ramo de atuação, os serviços financeiros se destacam, com mais de 44 bilhões de dólares por ano em receita perdida. Operadoras de telefonia fixa e de celular também apresentaram perdas significativas, de 33 bilhões de dólares e 36 bilhões de dólares, respectivamente.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="Clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/12/18/atendimento-ruim-gera-prejuizo-anual-de-us-338-5-bilhoes-as-empresas/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
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		<title>Convivendo com a geração Playstation</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 08:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na esteira da geração Y, a geração Playstation vai mudar, consideravelmente, nossas vidas. Nasceram em plena era digital, são filhos tardios da geração X e filhos precoces da Y. Basta olhar como se comportam.
A geração Playstation viverá intensamente 24 horas por dia,  dormirá menos, terá dificuldade de se relacionar e não sentirá a vida passar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gamesetwatch.com/magweasel/opm-0612.jpg"><img class="alignleft" title="Geração Playstation" src="http://www.gamesetwatch.com/magweasel/opm-0612.jpg" alt="" width="200" /></a>Na esteira da geração Y, a geração Playstation vai mudar, consideravelmente, nossas vidas. Nasceram em plena era digital, são filhos tardios da geração X e filhos precoces da Y. Basta olhar como se comportam.</p>
<p>A geração Playstation viverá intensamente 24 horas por dia,  dormirá menos, terá dificuldade de se relacionar e não sentirá a vida passar. Usam e abusam das redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. Escrevem em apenas 140 caracteres e não conseguem desenvolver uma redação na escola que exija textos com mais de três parágrafos. Isso mesmo, três parágrafos (não lhe parece familiar?). Pior ainda é se precisam construir frases mais bem elaboradas. As abreviações fazem parte de seu dia a dia.</p>
<p>Recentemente, saiu uma pesquisa da professora de redação e retórica, da Universidade de Stanford,<a title="Clique aqui" href="http://www.stanford.edu/~lunsfor1/" target="_blank"> Andrea Lunsford</a>. Sua primeira constatação é de que a geração Y está escrevendo muito mais do que as outras gerações, justamente pela interação on-line, que exige escrever o tempo todo.</p>
<p>E agora?</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="Clique aqui" href="http://hsm.updateordie.com/diversos/2009/10/preparem-se-a-geracao-playstation-ja-esta-entre-nos/" target="_blank">HSM Brasil</a></span></p>
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		<title>Kevin Kelly e a Web 3.0</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 22:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo abaixo apresenta uma palestra do fundador da revista Wired, Kevin kelly, sobre Web 3.0
O fundamental para entender a palestra é combinarmos todas essas tecnologias e vislumbrarmos esse futuro, que não está tão distante assim. Estamos muito perto daquilo que os especialistas chamam de “Anytime-Anywhere-Anything”.
Cloud computing, Wi-fi, RFID, NFC, SaaS e outras tecnologias combinadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Kevin Kelly e web3.0" src="http://img.metblogs.com/sf/files/2008/05/kevinkelly.jpg" alt="" width="200" />O vídeo abaixo apresenta uma palestra do fundador da revista Wired, Kevin kelly, sobre Web 3.0</p>
<p>O fundamental para entender a palestra é combinarmos todas essas tecnologias e vislumbrarmos esse futuro, que não está tão distante assim. Estamos muito perto daquilo que os especialistas chamam de “Anytime-Anywhere-Anything”.</p>
<p>Cloud computing, Wi-fi, RFID, NFC, SaaS e outras tecnologias combinadas nos permitirão uma ampla gama de oportunidades e de escolhas para melhoria dos nossos negócios e da nossa qualidade de vida. É uma oportunidade para pensarmos de maneira diferente sobre tudo o que acontece nas nossas vidas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/J132shgIiuY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/J132shgIiuY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Software da Ray-ban para experimentar óculos</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 23:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ray-Ban lançou um programa chamado Ray-Ban Virtual Mirror (só para Windows). Ele usa a realidade aumentada para ajudar na escolha do melhor modelo de óculos. Software melhorando experiência de compra.
Você encontrará o programa aqui.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ray-Ban lançou um programa chamado Ray-Ban Virtual Mirror (só para Windows). Ele usa a realidade aumentada para ajudar na escolha do melhor modelo de óculos. Software melhorando experiência de compra.</p>
<p>Você encontrará o programa <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ray-ban.com/USA/');" href="http://www.ray-ban.com/USA/" target="_blank">aqui.</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ag7H4YScqZs&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ag7H4YScqZs&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O futuro da mobilidade é bicicleta</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/08/o-futuro-da-mobilidade-e-bicicleta/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma solução londrina para vários problemas das cidades modernas:

O primeiro modo é o cruzeiro, opção usual que gera e acumula energia.
O segundo modo é mais esportivo, onde resistência adicional é fornecido para gerar e armazenar mais energia eléctrica.
A terceira modalidade transforma a bike em uma scooter elétrica.



As bicicletas também funcionam como componentes modulares dentro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma solução londrina para vários problemas das cidades modernas:</p>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O primeiro modo é o cruzeiro, opção usual que gera e acumula energia.</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O segundo modo é mais esportivo, onde resistência adicional é fornecido para gerar e armazenar mais energia eléctrica.</span></li>
<li><span style="background-color: #e6ecf9;" onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">A terceira modalidade transforma a bike em uma scooter elétrica.</span></li>
</ul>
<p><a href="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees-2.png"><img class="alignnone" src="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees-2.png" alt="" width="525" height="371" /></a></p>
<p><a href="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees.png"><img class="alignnone" src="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees.png" alt="" width="525" height="548" /></a></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">As bicicletas também funcionam como componentes modulares dentro do ambiente urbano, onde eles podem ser dobrados e transportados a bordo de carros elétricos e táxis.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Uma vez acoplado dentro, eles se dobram, viram assentos e a energia armazenada que foi gerada durante a pedalada é agora transferida para o veículo e até mesmo creditado como moeda para a sua tarifa de ônibus.</span></p>
<p><a href="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees-3.png"><img class="alignnone" src="http://www.psfk.com/wp-content/uploads/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees-3.png" alt="" width="525" height="371" /></a></p>
<p>Fonte <a title="Clique aqui" href="http://www.psfk.com/2009/08/future-city-mobility-bicycle-transportation-via-folding-scooters-electric-buses-and-bike-trees.html" target="_blank">Bicycle Design</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Internet influencia 15% do varejo</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/07/internet-influencia-15-do-varejo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 12:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova edição da F/Radar mostra que 15% das compras de rua e shopping no Brasil passam por consultas prévias à internet. A difusão do acesso, sobretudo doméstico, tem impacto em cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional.
A quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com apoio operacional do Datafolha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Internet influencia varejo" src="http://internetexpansionstrategies.com/internet%20retail.jpg" alt="" width="200" />Nova edição da F/Radar mostra que 15% das compras de rua e shopping no Brasil passam por consultas prévias à internet. A difusão do acesso, sobretudo doméstico, tem impacto em cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional.</p>
<p>A quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com apoio operacional do Datafolha, atestou que a rede mundial de computadores vem sendo incorporada de forma cada vez mais relevante ao dia-a-dia do consumo no País.</p>
<p>O estudo revelou ainda que 12,6% da população, 16,5 milhões de pessoas, já adquiriu produto ou serviço online e que, delas, 72% o fizeram de suas residências. Os dados ganham ainda mais destaque quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 83% dos 66 milhões de internautas identificados pela pesquisa entram na rede pelo menos uma vez por semana e 32% a utilizam todos os dias.</p>
<p>Fonte <a title="Clique aqui" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/07/13/internet-influencia-15-do-varejo-nacional/" target="_blank">WebInsider</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como adolescentes consumem mídia?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 12:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Quase não se fala em outra coisa desde que a Morgan Stanley divulgou os resultados de um estudo encomendado a um estagiário de 15 anos na Inglaterra. Matthew Robson pesquisou com seus amigos e colegas para descobrir os hábitos dos adolescentes.
Matthew Robson afirma que a galera que tem sua idade nunca consumiu tanta informação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase não se fala em outra coisa desde que a Morgan Stanley divulgou os resultados de um estudo encomendado a um estagiário de 15 anos na Inglaterra. Matthew Robson pesquisou com seus amigos e colegas para descobrir os hábitos dos adolescentes.</p>
<p>Matthew Robson afirma que a galera que tem sua idade nunca consumiu tanta informação dos meios digitais como agora – algo que poderíamos esperar, realmente. O detalhe é que eles consomem de forma bem diferente dos adultos. Pode esquecer jornais, outros meios impressos e rádio (a única exceção são os jornais gratuitos distribuídos no metrô e em locais movimentados). Os nativos digitais usam a internet para tudo.</p>
<p>O que devemos esperar dessa geração que hoje tem 15 anos? Estamos diante de uma mudança radical de consumo? Com pessoas que não leem jornais e revistas que não sejam gratuitas, as mudanças na mídia escrita prometem ser consideráveis. E o rádio, tende a falência? Os modelos de entretenimento já estão mudando e não adiantará fincar o pé na velha venda de CDs e DVDs. Pelo jeito, novos tempos vêm por aí.</p>
<p>Vejam estudo na íntegra (em inglês):</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View How Teenagers Consume Media on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/17319794/How-Teenagers-Consume-Media">How Teenagers Consume Media</a> <object id="doc_366165930747604" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_366165930747604" /><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="devicefont" value="false" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="mode" value="list" /><param name="src" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=17319794&amp;access_key=key-qe49gzcjq71069l26uq&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=list" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="doc_366165930747604" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="500" src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=17319794&amp;access_key=key-qe49gzcjq71069l26uq&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=list" mode="list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" menu="true" bgcolor="#ffffff" devicefont="false" wmode="opaque" scale="showall" loop="true" play="true" quality="high" align="middle" name="doc_366165930747604"></embed></object></p>
<p>Fonte <a title="Clique aqui" href="http://info.abril.com.br/blog/geracaonet/20090714_listar.shtml?181166" target="_blank">INFO online</a></p>
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		<title>Sobre clientes e consumo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Cliente fiel" src="http://static.jetavenue.com/articles/2008/08/22/img-sac-longchamp-carte-gold-par-jeremy-scottprix-175-euros-5cac90104e_m.jpg" alt="" width="150" />Há duas semanas, o varejo viveu, segundo Luiza Helena Trajano, superintendente do Magazine Luiza, o pior momento de vendas dos últimos anos. Por meio de uma rápida campanha em rádio, convocou os &#8220;clientes ouro&#8221; &#8211; os bons pagadores do seu cadastro &#8211; para que fossem às lojas abertas com exclusividade para eles no domingo. Resultado: faturou R$ 10 milhões em apenas cinco horas. Salvou a semana.</p>
<p>Para garantir negócios em época de retração de consumo, as empresas tendem a gastar maior parcela da verba de propaganda com o cliente cativo. Há um cálculo do americano Philip Kotler, espécie de guru do marketing, mostrando que a conquista de um novo cliente requer investimentos entre cinco e sete vezes maiores do que a manutenção do cliente da base.<br />
&#8220;O jornal The New York Times publicou recentemente um trabalho pioneiro que quantificou a relação entre lealdade, lucros e crescimento&#8221;, conta Isabelle Perelmuter, vice-presidente de planejamento da FischerAmérica, para reforçar a onda da preservação dos clientes fiéis:</p>
<ul>
<li>&#8220;O estudo demonstra as vantagens econômicas de fidelizar consumidores. Em um dos exemplos apresentados, a empresa reduz em 5% sua perda de clientes e, com isso, aumenta a lucratividade em 35%.&#8221;</li>
<li>Isso, sem contabilizar o fato de que os clientes são simpáticos a testar ofertas de novos produtos da marca que compram, influenciam outros consumidores e chegam a pagar até 20% a mais pelos rótulos que confiam.</li>
</ul>
<p><img class="alignleft" title="Tribos do consumo" src="http://photos.jpgmag.com/918641_57133_1a0cf1ab61_l.jpg" alt="" width="150" />Por outro lado, segundo um estudo da agência de publicidade Young &amp; Rubicam, o mundo todo resume-se a sete tipos de consumidores. Esses perfis são encontrados em todas as classes sociais, em qualquer ponto do planeta, independentemente de sexo, dinheiro, idade ou variações culturais. Cada grupo tem uma particularidade. Esse raio X do consumidor é crucial para decisões estratégicas das empresas.</p>
<ul>
<li>O perfil &#8220;mainstreamer&#8221; &#8211; que é fiel a marcas tradicionais e prioriza a segurança e a família &#8211; é predominante em 42 países. No Brasil, representa 26% da população.</li>
<li>Seguido pelo &#8220;aspirer&#8221;, com 24%. Este segundo tipo é o consumidor materialista, que busca status, ostenta marcas (mesmo que não tenha dinheiro para isso), como o office-boy que compra tênis importado a prestação.</li>
<li>O &#8220;succeeder&#8221;, com 19%, é empreendedor, compra menos, não gosta de exibir grifes, mas escolhe o melhor.</li>
<li>&#8220;Explorer&#8221;, com 10%, é o rótulo dado ao público inquieto, aberto a novidades e jovem de espírito, seja de 18 ou 60 anos; reformer, 9%, é intelectual, o menos materialista de todos os perfis, opta por produtos política e ecologicamente corretos.</li>
<li>Por fim, empatados com 6%, estão os grupos &#8220;resigned&#8221; &#8211; avesso a inovações e tecnologia, preocupa-se em preservar as raízes &#8211; e &#8220;struggler&#8221; &#8211; não acredita nas instituições, em propaganda e consumo, é imediatista, e sua compra está relacionada ao preço e a uma gratificação instantânea.</li>
</ul>
<p>Segundo Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo &#8220;Consumidor do Século 21&#8243;, chamam a atenção na pesquisa o quanto o consumidor está atento aos seus direitos, assim como seu traço forte de personalidade. &#8220;Ele tem o poder. Escolhe onde e quando vai consumir, quer se diferenciar e tem seus próprios conceitos, mostrando-se pouco influenciável.&#8221;<br />
De acordo com o estudo, apenas um terço dos entrevistados assumiu a importância de usar marcas conhecidas para se sentir incluído no grupo de amizades. Os hábitos das celebridades têm pouca influência na decisão de compra, atingindo menos de 15% da população. A famosa &#8220;empurroterapia&#8221;, ou seja, a insistência de vendedores, não convence 69% dos consumidores. E mais: 72% dos brasileiros são fiéis às suas marcas de confiança.</p>
<p>Resumo da ópera:</p>
<ul>
<li>Marcas são mais importantes do que nunca;</li>
<li>Conhecer o seu cliente dá vantagem competitiva;</li>
<li>Identificação correta por segmentação ou clusterização dos seus consumidores confere poder de venda/convencimento;</li>
<li><strong>Isto é: FAÇA POUCO MAS FAÇA BEM FEITO!</strong></li>
</ul>
<p><span style="color: #808080;">Fonte Estado de S.Paulo</span></p>
<p><a title="Clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081117/not_imp278710,0.php" target="_blank">Referência 1</a> &gt; <a title="Clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup278290,0.htm" target="_blank">Referência 2</a></p>
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		<title>Consumo e comunidades</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 12:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com consumidores cada vez menos fiéis a marcas e cada vez mais bombardeados por campanhas (virais, institucionais, promocionais, 1to1, &#8230;), fica cada vez mais dificil cativar a atenção (quanto mais o bolso) do mercado consumidor. Desta maneira, o trabalho via comunidades parece ser uma estratégia interessante já que, em vez de falar do produto, passamos a nos comunicar por algum foco de interesse do usuário: invertendo a relação de forças/interesse.</p>
<p>O Estadão publicou um artigo que detalha este ponto de vista e ainda mostra o impacto do mundo digital sobre o comportamento de consumo do jovens entre 13 e 24 anos.</p>
<p><a title="Matéria do estadão" href="http://txt.estado.com.br/editorias/2008/03/09/eco-1.93.4.20080309.24.1.xml" target="_blank">Vale a leitura &gt;</a></p>
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