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	<title>Plataforma Interativa &#187; colaboração</title>
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		<title>Como Web 2.0 vem influenciando a relação entre Empresas e Funcionários?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 08:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?
A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg"><img title="ar119979538253239" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg" alt="" width="500" height="425" /></a></p>
<p><strong>Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?</strong></p>
<p>A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos novos recursos que a Web 2.0 vem disponibilizando. Por outro lado, as empresas incorporaram em seu ecossistema digital interno uma série de funcionalidades que mudaram a maneira das pessoas/funcionários trabalharem e se relacionarem.</p>
<p>Por isso, pode-se dizer que a Web2.0 vem reescrevendo as regras de gestão e governança internas nas companhias, pois:</p>
<ul>
<li><strong>Coloca o digital no mapa Multicanal das Relações Empresas-Funcionários<br />
</strong>Definitivamente, os novos canais digitais, online e colaborativos estão no radar das novas estratégias corporativas. Não se pode mais ignorar estes ambientes como recursos de relacionamento, transações e comunicação com os funcionários.<br />
Seja em ambientes próprios, seja em ambientes públicos ou ainda em ambientes de terceiros, é fundamental se estimular a colaboração e o engajamento a partir destes ambientes:</li>
</ul>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Sejam positivas, sejam negativas, todas estas participações têm impacto na credibilidade e alinhamento interno e já surgem diversos cases de sustentação e degradação desses pilares a partir dessas redes sociais internas,</li>
<li>As transações online se fixaram definitivamente e hoje são um meio essencial de agilizar e integrar empresas e colaboradores, desde questões mais diretas, como salários e colaborações em grupos de projetos, até clubes de fidelidade e mercados colaborativos internos. Estes recursos estão se expandindo, hoje já se fala em M-commerce, TV-commerce e Social-commerce via redes sociais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Dessa forma, os times de RH precisam estar preparados para isso:</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Definindo políticas, modelos de gestão e operação alinhados à cultura corporativa e, ao mesmo tempo, transformando o digital e a colaboração em lentes internas de atuação e decisão,</li>
<li>Suportando processos nestes ambientes novos, integrando equipes e times, co-construindo projetos e soluções e, portanto, sendo capaz de entender e ativar gatilhos e skills,</li>
<li>Incorporando aos processos de recrutamento e seleção uma rotina sistemática de checagem de capacidade de interação com estes meios, hoje incontornáveis, tanto na atração de talentos, via comunicação, como no monitoramento e categorização de oportunidades.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Demanda a formalização de Códigos de Conduta em ambientes sociais/digitais, a fim de mitigar os riscos advindos da utilização dessas mídias<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg"><img title="stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg" alt="" width="450" height="311" /></a><br />
Em paralelo, estes recursos sociais (que são essencialmente colaborativos) mudaram os hábitos e colocaram recursos colaborativos e/ou de compartilhamento de todos os formatos disponíveis na ponta do mouse de qualquer usuário simples de um computador. Desta maneira, praticamente qualquer um (e isso só piora com os recursos de dispositivos móveis) tem a possibilidade de colocar para o mundo suas opiniões, fotos e vídeos, quebrando a fronteira entre vida pessoal e profissional e abrindo ao “mercado” as entranhas corporativas e seus segredos.<br />
A orgia atual pela utilização destes recursos, somada à imaturidade dos empregados no seu uso, tem feito com que diversos excessos fossem cometidos por funcionários nestes ambientes, compartilhando publicamente situações de trabalho que deveriam ficar restritas, ou expondo de maneira excessiva suas vidas particulares criando situações de difícil solução, ou ainda respondendo publicamente por suas empresas, mesmo sem te convocatória para tal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fortalece a necessidade de se redefinir as regras de segurança e as responsabilidades da empresa e dos colaboradores<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg"><img title="wimbledon_tuesday" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg" alt="" width="566" height="365" /></a><br />
Adicionalmente, estes recursos ainda podem permitir que dados e/ou informações criticas do ambiente de trabalho vazem (literalmente) para o domínio público. De maneira complementar, estas funcionalidades viabilizam a transferência para uso pessoal de documentos que deveriam ser da empresa.<br />
De maneira global, mesmo que representando crime com pena bem definida, a Web é um caminho de flexibilização das Regras de Segurança da Informação que as empresas demoraram tanto a conseguir dominar e que, a partir de agora, são alvos fáceis da contra-governança.</li>
</ul>
<p>Ademais, a Web 2.0 vem incrementando a forma como os candidatos se relacionam com as empresas e vice-versa, pois possibilitam:<strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>A submissão da candidatura online e ter capacidade de utilizar ferramentas digitais<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg"><img title="cv" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg" alt="" width="479" height="319" /></a><br />
Praticamente nenhuma empresa recebe mais currículos em papel. Em todos os sites de grandes empresas, fica disponível um formulário para preenchimento dos campos básicos de um currículo. Explodiram as oportunidades e o mercado para sites especializados em divulgação de currículos, redes de conexão de profissionais e ferramentas de exposição da experiência pessoal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>A utilização de E-Learning<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg"><img title="Computer keyboard with key Learn" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
O formato de transmissão de conhecimento também evoluiu. Todo tipo de formação, da mais técnica ou operacional à mais abstrata e acadêmica, encontra em ambientes digitais os suportes necessários para formatação e verificação de conhecimento.<br />
Antes visto com certo desprezo, hoje existem cursos em universidades de grande prestígio no formato online. Estes ambientes permitem altíssimo grau de multiplicação de conhecimento, colaboração e interação. Por conseqüência, não seria muito diferente em ambiente corporativo que, até se apoiando nestas instituições, desenvolveram universidades corporativas e programas específicos e interativos de transmissão tanto de conhecimento interno, quanto de formação e evolução pessoal para seu corpo de empregados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Transformam a vida online em parte ativa do currículo de cada candidato<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg"><img title="Socialnetworkingvisualisation" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg" alt="" width="409" height="309" /></a><br />
Por fim, mas não menos importante, se por um lado os ambientes 2.0 são um risco para as empresas, por outro também são um palco de exposição para os candidatos. As equipes de RH usam extensamente as Mídias Sociais para conhecer melhor seus proponentes.<strong></strong></li>
</ul>
<p>A Web 2.0, com suas Redes Sociais, é um palco repleto de riscos e oportunidades para empresas e empregados utilizarem tanto de maneira positiva, como transformarem em um enorme risco para ambos.</p>
<p>A Web é o vidro da vitrine onde cada um expõe o produto que lhe convêm. Ponto a menos para as empresas que precisam, hoje em dia, colocar a vitrine na mão dos seus empregados. Ponto a mais para os empregados e consumidores que reequilizaram as relações de força e liberdade com as empresas. Que ninguém atire pedras!</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.thedomnetwork.com.br/como-web-2-0-vem-influenciando-a-relacao-entre-empresas-e-funcionarios/?__akacao=564377&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=75cf&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+Rha%EDzes+by+DOM+Strategy+Partners+9%AA+Edi%E7%E3o" target="_blank">TheDOMNetwork</a></span></p>
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		<title>Estratégia Digital é Corporativa? É Canal? É Internet?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 22:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.redant.com/_assets/images/Banner(4).jpg" alt="" width="300" />Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?<br />
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia Digital é TI, sim, mas também é Canal e também é infra-estrutura, dentre tantas outras variáveis.</p>
<p>Para poder pautar esta análise, vamos utilizar os conceitos de finalidade da Estratégia Digital como guia de raciocínio. Desta maneira, ficará mais objetivo o seu resultado e permitirá traçarmos uma visão de implantação mais próxima da realidade de mercado.</p>
<p><strong>Afinal, o que é esse Digital?<br />
</strong>Para podermos entender o que envolve a definição de uma Estratégia Digital, precisamos antes identificar quais conceitos poderiam ser alvo de planejamento.<br />
Organizar este raciocínio por áreas como TI, Marketing, Internet, RH ou qualquer outra seria muito restritivo, ou poderia ainda ofuscar interpretação em função da variação de escopo destes times de empresa para empresa.<br />
Estruturá-lo ainda por uma escala ou classificação tecnológica também traria um viés técnico para um artigo com clara vocação de orientação de planejamento de negócios.<br />
Por consequência, seguem abaixo as categorias por finalidade que destacamos para orientar da maneira mais abrangente e clara o planejamento corporativo. Esta escolha aconteceu por entendermos que o assunto Digital é amplo e permeia as diversas práticas corporativas, necessitando portanto de abordagem pluri-disciplinar:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Produtividade<br />
</span>Historicamente, a busca por redução de custos foi a vocação primordial e essencial dos recursos digitais, permitindo replicar ou automatizar processos. A conseqüência e objetivo imediato é o de ganho de produtividade.<br />
Dentro desta mesma categoria de ganho de produtividade, podemos tentar incluir todos os possíveis recursos de organização pessoal, de equipe e projetos.</p>
<p>Esta categoria está bastante ligada a recursos de TI e a substituição de processos, mas não pode ser restringida a estes recursos. Diversas funcionalidades estão aparecendo principalmente nos novos serviços em Nuvem ou mesmo os já famosos serviços na Internet, não podendo mais ser encarados de maneira simplista. Estão incluídos aqui também todos os relatórios e sustento do Ciclo PDCA e ferramentas de suporte a gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Receita<br />
</span>Os recursos digitais permitem ampliar e diversificar os canais de receita das empresas. De maneira complementar, também oferece recursos para potencializar a performance dos canais existentes.</p>
<p>Estas funcionalidades estão intimamente ligadas a visão aguda de negócios, podendo encontrar solução em recursos com simplicidade técnica infantil mas retorno muito expressivo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Relacionamento com o Cliente<br />
</span>E aqui não estamos falando só de Atendimento. Relacionamento com o cliente permeia todos os canais e Momentos da Verdade do cliente com a marca. A estratégia digital auxiliará a entregar canais mais diversos e/ou efetivos mas também os recursos necessários para aumentar eficácia deste Relacionamento.</p>
<p>A abordagem e recursos digitais para o Relacionamento com o cliente passam por capacidade de identificação do Cliente até o Data Mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação/ clusterização e análises de comportamento de Consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Sustentar Marca<br />
</span>O posicionamento de Branding encontra soluções digitais em todo seu ciclo de comunicação, na concretização de alguns de seus atributos principais mas também na viabilização de novos canais para sua emancipação.</p>
<p>De maneira mais concreta, isso passa por sites e portais, mas também por todo ferramental de checar impacto desta marca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Viabilizar produtos<br />
</span>Os recursos digitais podem simplesmente ser o ambiente único de existência de determinados produtos e serviços. Isso é demasiadamente verdade hoje em dia para os negócios baseados em Conhecimento e Serviços.</p>
<p>Encontramos exemplos imediatos nos setores bancários, por exemplo, que hoje só conseguem disponibilizar ampla carteira de produtos graças aos recursos digitais. Todas os e-commerce que vendem produtos por download, também são exemplos muito próximos desta realidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Buscar Cliente<br />
</span>Assim como o Digital é capaz de criar canais e ambientes, ele também é capaz de criar a ponte entre cada um deles. Isso possibilita trazer o Cliente para um ambiente de maior domínio e controle da sua empresa, possibilitando comunicar e/ou transacionar em ambiente exclusivo. O complemento disso é a possibilidade de interação em ambientes e canais que o Cliente tenha escolhido, e sem as quais não teria sido sequer possível interagir com este ator.</p>
<p>Estes recursos se materializam em soluções tão diversas quanto Portais, Publicidade Online ou as já notórias Mídias Sociais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-  Qualificação do Relacionamento com Clientes/Consumidores</span></p>
<p>Não somente nas questões de Atendimento, mas em todo ciclo de interação empresa-cliente (Life Cycle =&gt; atração, conversão, retenção, fidelização, etc), o Relacionamento digital com Clientes/Consumidores permeia a grande maioria dos canais e momentos da verdade entre estes e a marca/empresa. A estratégia digital auxiliará a entregar conteúdos relevantes direcionados, abordagens relacionais mais adequadas, modelos interativos eficazes e canais de maior amplitude, especialização e efetividade, assim como os recursos necessários para aumentar eficácia do processo do Relacionamento proposto pela empresa por perfil de usuário.</p>
<p>A abordagem e os recursos digitais para efetivação da excelência no Relacionamento com o Cliente/Consumidor passam pela capacidade de identificação e categorização do Cliente/Consumidor até o data mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação, clusterização, gestão de comunidades/redes e análises de comportamento de consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Colaboração / Compartilhamento<br />
</span>Os recursos de Colaboração e Compartilhamento estão mudando a maneira de trabalhar das empresas. Elas agora admitem que funcionários trabalhem remotamente, a velocidade e diversidade da comunicação aumentou imensamente, a capacidade de acesso a informação de multiplicou. O digital viabiliza um nível elevadíssimo de acesso a informação e conhecimento, reduzindo distâncias e enriquecendo o processo de produção.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Ensino a Distância<br />
</span>Este recuros não pode ser menosprezado pois permite um enorme ganho de escala na capacitação profissional, viabilizando a evolução/migração técnica de todas as equipes da empresa. Limitada pela sua dependência econômica por escala, representa mesmo assim importante recurso de transformação do potencial de performance das equipes internas.</p>
<p>Entendemos quais as variáveis envolvidas em um planejamento digital, mas a participação de cada uma neste plano pode e deve variar. As demandas por estas soluções não tem como ser as mesmas entre empresas start-up de internet ou outras da agro-indústria.<br />
Podemos destacar as empresas mais dependentes do Capital do Intelectual como as empresas que tem maior necessidade planejamento Digital. Podemos destacar os setores de Serviços, como a área financeira ou telecom, como grandes demandantes. Necessidades pontuais, como setores de baixa reputação, podem necessitar de planejamento pontual.</p>
<p><strong>Como se implementa Estratégia Digital?<br />
</strong>De maneira global, a implantação de Estratégia Digital (como acabamos de ver) envolve diversas variáveis. Por este motivo, as três dimensões principais a serem observadas para sua implantação são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Governança<br />
</span>Como vimos, a abordagem digital é pluri-displinar e por conseqüência também é matricial na sua administração. Portanto as fronteiras de papéis e responsabilidades são a premissa de qualquer iniciativa, importante inclusive para definir participação das próprias áreas no planejamento. É importante enxergar aqui mais do que simples regras de deveres, mas sim um caminho de engajamento para implantação de ferramentas que podem inclusive serem novas, encontrando portanto resistência na sua operacionalização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    BSC<br />
</span>O impacto nesta ferramenta tão importante de gestão, pode variar em função do grau de digitalização das premissas estratégicas da empresa.</p>
<p>Imaginando o mais alto grau de digitalização, entendemos que o impacto pode de fato atingir o BSC corporativo, permeando as necessidades mais básicas do negócio e aparecendo como variável habilitadora dos resultados primordiais do planejamento.</p>
<p>Mas de maneira mais global, serão provavelmente os BSCs derivados de áreas onde começarão a aparecer as primeiras citações, principalmente nas de Marketing e TI que são as áreas usualmente com maior demanda, mas sem esquecer o potencial de participação de um RH.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Infra-estrutura<br />
</span>Aqui é preciso separar algumas dimensões bem distintas de serem analisadas. Podemos dividi-las então em: software, hardware e padrões de redes.</p>
<p>No primeiro, vale diferenciar os softwares proprietários dos softwares livres. Esta nuance tem trazido grandes mudanças ao mercado mas também uma abordagem diferenciada de software que precisa ser considerada. Adicionalmente, não entendemos em momento algum nestes documento que a complexidade tecnológica traz resultado a altura da sofisticação dos negócios. Muitas vezes soluções simples mas representantes íntimas das necessidades de negócio serão mais eficientes que o estado-da-arte de determinados conceitos e plataformas.</p>
<p>Hardware está em evolução constante. Alem de demandar grande necessidade de atualização, e assim sendo já estar sendo comercialmente proposto como serviço, agora muda bastante com as novas demandas (como a computação em nuvem).</p>
<p>Por fim padrões de rede, oferecem novas modalidades e oportunidades que encontra seu melhor exemplo no enorme potencial em soluções móveis.</p>
<p>A era digital coloca portanto enormes oportunidades e recursos para construirmos uma estrutura para as empresas. A dosagem e medida desta digitalização é que necessita de fato de calibragem bem fina. Os níveis de investimento e desembolso precisarão ser dosados à medida dos objetivos de negócio das empresa, observando algumas das variáveis aqui detalhadas.</p>
<p>O Digital é solução para diversos desafios mas é também contexto amplo, carregando o velho fantasma dos custos tecnológico. Mas a simplicidade de solução continua sendo a recomendação mais consciente, para que as metas de negócio sejam sempre prioridade sobre o desejo de mundo ideal da tecnologia.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		</item>
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		<title>As diferentes faces da Sustentabilidade Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 11:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema da Sustentabilidade não é desses que se pode levar de maneira leve ou inconseqüente. Como vimos em artigos anteriores, ela demanda transparência, ética e legitimidade. Não poderia ser diferente em canais digitais. Aliás, pode ser mais instantânea e evidente.
A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema da Sustentabilidade não é desses que se pode levar de maneira leve ou inconseqüente. Como vimos em artigos anteriores, ela demanda transparência, ética e legitimidade. Não poderia ser diferente em canais digitais. Aliás, pode ser mais instantânea e evidente.</p>
<p>A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e ações sustentáveis na Web.</p>
<p>A primeira constrói a infra-estrutura de TI de maneira mais racional, visando resplandecer o tripé da Sustentabilidade na sua implantação e uso. A segunda tem vocação primordial na Web e faz das características dos canais digitais o seu modelo principal de entrega.</p>
<ul>
<li><strong>Premissas de Projetos Sustentáveis continuam verdadeiras, mesmo no Digital</strong></li>
</ul>
<p>Assim como no mundo de tijolos, os projetos sustentáveis digitais precisam ter consistência para gerarem reputação. Não é suficiente definir um canal e divulgação destas ações, mas ter uma postura sustentável que impacte toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Abaixo, segue ilustração da proposta de impacto na Cadeia Completa do Plástico, pelo selo I’m Green<sup>TM</sup>.</p>
<p><a href="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="img_07" src="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png?w=546&amp;h=98" alt="" width="546" height="98" /></a>A coerência das ações e do posicionamento de uma empresa se torna mais crítica nos canais digitais, onde as informações são mais fáceis de serem verificadas com a força das Redes Sociais e das plataformas colaborativas. Desta maneira, os 2 principais tópicos que podemos destacar são:</p>
<p>-          <strong>Compliance:</strong> a aderência a todas as regras regulatórias de seu setor de atuação e sua atividade core são premissas de desenvolvimento de iniciativas sustentáveis, por responderem aos anseios éticos básicos da sociedade e dos mercados consumidores.</p>
<p>-          <strong>Rastreabilidade:</strong> se estamos falando de aplicação em toda cadeia produtiva, é preciso efetivar o acompanhamento desta mesma cadeia para poder comprovar e documentar a aplicação dos preceitos sustentáveis. Estas informações também permitem o rastreamento da cadeia de fornecedores homologados para que esta seleção também possa aplicar os mesmos valores sustentáveis da operação principal.</p>
<p>Abaixo o exemplo de um case de visão completa de Cadeia Produtiva envolvendo Wal-Mart e J&amp;J, com o desenvolvimento de um produto inteiramente revisitado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<ul>
<li><strong>Modelos de Sustentabilidade Digital</strong></li>
</ul>
<p>A aplicação de modelos sustentáveis em canais digitais acabou se traduzindo de maneiras diferentes em função do seu motivador. Assim, quando vista como TI ou quando projeto para Internet, acaba viabilizando variáveis diferentes conforme abaixo.</p>
<p><strong><em>IT Sustentável</em></strong></p>
<p>-          <strong>Green IT / TI Verde</strong>: a abordagem verde das atividades de tecnologia está muito em voga. Com seu pilar econômico amplamente ancorado na redução de custos com tecnologia e utilities, assim como custos financeiros, a questão do descarte de material informático também é ponto importante das iniciativas (reforçando a visão de tratar a Cadeia Produtiva completa). Esta vertente concretiza e otimiza o pilar ambiental que TI é capaz de entregar.</p>
<ul>
<li>Abaixo reportagem da GloboNews sobre TI Verde, detalhando algumas práticas adicionais desta modalidade.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Inclusão Digital</strong>: esta modalidade, por outro lado, representa o pilar social. Historicamente, a necessidade da inclusão veio muito a reboque dos altos custos de computadores do Brasil e da conexão à Internet. Felizmente, os preços estão caindo e esta vertente está complementando sua entrega com compartilhamento de ferramentas que possibilitam, além do domínio dos PCs e seus sistemas operacionais, o acesso dos indivíduos à Cultura/Conhecimento e/ou Informação, que os tornam melhores cidadãos, permitindo às comunidades menos favorecidas se desenvolverem.</p>
<ul>
<li>Vídeo divertido com diversos depoimentos do que é Inclusão Digital.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p><strong><em>Sustentabilidade Web</em></strong></p>
<p>-          <strong>Colaboração / Crowdsourcing:</strong> a Internet e seus recursos 2.0 disponibilizam uma série de recursos colaborativos aos usuários. Além de permitirem a integração de equipes remotas e uma maior capilaridade operacional, acabaram por criar uma nova modalidade de compartilhamento de conhecimento, chamada crowdsourcing, em que cada um participa livremente da construção de determinado conceito. Essas funcionalidades permitem integrar, desta maneira, diferentes culturas, referências e pontos de vista, enriquecendo muito a experiência de construção de conceitos. No caso da Sustentabilidade, estas funcionalidades estão repetidas vezes associadas a projetos de Inovação, já que permitem grande velocidade nas trocas entre os diferentes participantes e grande riqueza de opiniões por sua enorme capilaridade.</p>
<ul>
<li>Um exemplo muito bem sucedido neste sentido é http://www.greenxchange.cc/</li>
<li>Abaixo vídeo que aborda diversos pontos da inovação e sua viabilização em canais web.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Mídias Sociais para Gerar Engajamento e Discussão</strong>: ambientes naturais de interação para o Consumidor Final, a Sustentabilidade encontra neles a resposta imediata às possíveis provocações que possam ser lançadas ao mercado. Estes usuários têm vocação natural ao engajamento e, por isso, estes ambientes parecem ideais para se conquistar e atrair colaboradores e apoiadores para causas e bandeiras relevantes .</p>
<ul>
<li>Abaixo vídeo que destaca os argumentos de engajamento de participantes do evento de Sustentabilidade SWU.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>De maneira global, a Sustentabilidade Digital está sendo endereçada por estes canais, gerando novas oportunidades e mais produtividade. Mas, objetivamente, ainda não perdeu suas características primordiais.</p>
<p>Assim como para qualquer bom negócio, o planejamento de ações sustentáveis tem nos canais sua mera materialização, podendo ter a tecnologia como fim ou simples viabilizadora de suas ações.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://econsultingcorp.wordpress.com/2011/05/20/as-diferentes-faces-da-sustentabilidade-digital/" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carro de crowdsourcing da Fiat, o Mio</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/08/carro-de-crowdsourcing-da-fiat-o-mio/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[fiat]]></category>
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		<description><![CDATA[Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.
A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.</p>
<p>A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com os conceitos de inovação aberta e sabedoria das multidões. E poderemos conferir o dito cujo, pelo que entendi, no Salão do Automóvel de São Paulo, agora em outubro.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Inovação precisa de tempo livre e livre-pensar</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 21:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a inovação como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.
De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://s2.hubimg.com/u/3182553_f520.jpg"><img class="alignleft" title="Ócio criativo" src="http://s2.hubimg.com/u/3182553_f520.jpg" alt="" width="300" /></a>O blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a inovação como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo em complexidade de forma assustadora, o que exige, literalmente, novas formas de pensar e agir. Menos de 50% disseram acreditar que suas organizações estejam equipadas para lidar efetivamente com esta complexidade crescente.</p>
<p>Voltando ao artigo da Harvard, ele apresenta seis movimentos fundamentais que as empresas devem adotar para criar uma cultura de inovação:</p>
<p><strong>1 &#8211; Atender as necessidades das pessoas:</strong> Reconhecer que questionar a ortodoxia e as convenções &#8211; a chave para a criatividade &#8211; começa com questionar as formas como as pessoas tem expectativas sobre o trabalho.</p>
<p><strong>2 &#8211; Exercitar inovação sistematicamente</strong>: Não é mágica, é um músculo que deve ser exercitado.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultive a paixão</strong>: A maneira mais rápida de matar a criatividade é colocar as pessoas em funções que não excitam a imaginação.</p>
<p><strong>4 &#8211; Tornar significativo o trabalho: </strong>Dinheiro só paga as contas, mas é uma fonte limitada de significado. Sentimo-nos melhor sobre nós mesmos quando estamos fazendo uma contribuição positiva para algo além de nós mesmos.</p>
<p><strong>5 &#8211; Fornecer tempo</strong>: Criatividade não tem ponto eletrônico em que você tem expediente de trabalho.</p>
<p><strong>6 &#8211; Renovar-se:</strong> A terceira fase do processo criativo, incubação, ocorre quando passo de um problema que estamos tentando resolver e deixamos o nosso inconsciente trabalhar sobre ele.</p>
<p>Acho que podemos concluir que inovação passa necessariamente por dar liberdade, livre-pensar, aos seus funcionários. Muito similar às teorias do ócio criativo. Sua empresa está preparada para isso?</p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.hbr.org/cs/2010/08/six_invisible_secrets_to_a_cul.html" target="_blank">Fonte HBR</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O consumidor desenhou o novo Uno</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/07/o-consumidor-desenhou-o-novo-uno/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[case]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>

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		<description><![CDATA[Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.
Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg"><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg" alt="" width="300" /></a>Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.</p>
<p>Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), colocou o compacto na vice-liderança de vendas entre os cerca de 120 automóveis nacionais e importados vendidos no Brasil. Hoje só perde para o Gol, que segue imbatível na liderança há quase 23 anos. Equipes de pesquisadores e designers percorreram 80 diferentes ambientes, de bares a universidades, e ouviram 760 pessoas que a empresa identifica como &#8220;público Beta&#8221;, consumidores com entendimento em automóveis.</p>
<p>Todo o processo de desenvolvimento levou três anos, envolveu mais de 600 profissionais e US$ 600 milhões em investimento. No período, foram construídos entre 380 e 400 protótipos ou &#8220;mulas&#8221; &#8211; carros para testes e demonstrações.</p>
<p>Nos dois meses de estreia, o compacto fez mais estragos na própria casa do que no concorrente. O Palio, tradicionalmente o segundo automóvel mais vendido no País, caiu para a sexta posição em junho (10 mil unidades). O Uno ficou em segundo, com 19 mil unidades. O Gol manteve-se no topo, com 22,1 mil unidades (ante 24,2 mil em maio). O terceiro lugar foi do Fox (11,8 mil), o quarto do Celta (10,9 mil) e o quinto do Corsa (10,8 mil).</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100712/not_imp579927,0.php" target="_blank">Estadão</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A surpreendente realidade sobre motivação</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/05/a-surpreendente-realidade-sobre-motivacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um vídeo desafiador da RSA (Royal Society for the encouragement of Arts, Manufactures and Commerce), desvendando a dura realidade da nossa motivação:
- prêmios em dinheiro, viciam comportamento
- precisamos, mesmo, é de um motivo maior que justifique nossas ações

Fonte theRSA
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um vídeo desafiador da RSA (Royal Society for the encouragement of Arts, Manufactures and Commerce), desvendando a dura realidade da nossa motivação:<br />
- prêmios em dinheiro, viciam comportamento<br />
- precisamos, mesmo, é de um motivo maior que justifique nossas ações</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/u6XAPnuFjJc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/u6XAPnuFjJc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.thersa.org/about-us" target="_blank">theRSA</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Do ponto de vista de Scrum, Dunga está certo!</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/05/do-ponto-de-vista-de-scrum-dunga-esta-certo/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Peraí gente, num tá certo priorizar num time o sentimento de grupo, a parceria, a sintonia ou ainda dar preferência a peças que trabalharam juntos por mais tempo?
Em Scrum, não é o que defendemos? Vejam abaixo:

Equipe com experiência de produção conjunta
Priorizar manejo de times por afinidade pessoal e não necessariamente perfis/graus técnicos
O ScrumMaster não tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.roxinho.com.br/news/wp-content/uploads/2010/03/dunga-comanda-treino-da-selecao-brasileira-na-inglaterra-1267472899260_300x300.jpg" alt="" width="200" />Peraí gente, num tá certo priorizar num time o sentimento de grupo, a parceria, a sintonia ou ainda dar preferência a peças que trabalharam juntos por mais tempo?</p>
<p>Em Scrum, não é o que defendemos? Vejam abaixo:</p>
<ul>
<li>Equipe com experiência de produção conjunta</li>
<li>Priorizar manejo de times por afinidade pessoal e não necessariamente perfis/graus técnicos</li>
<li>O ScrumMaster não tem por papel de garantir para o seu time estas variáveis com vistas em produtividade?</li>
</ul>
<p>O que Scrum não prega é o que os seus agentes sejam psicólogos e motivadores. E que também não é proibido.</p>
<p>Adicionalmente, penalizar o Adriano por comportamento não é um objetivo de preservar o foco e produtividade do grupo? Tá certo que em Scrum, esta decisão caberia ao time. Mas a ação não deixa de ser positiva.</p>
<p>Gente, Dunga está certo! qua qua qua<br />
OK, ele está agindo como um PM mas pelo menos podemos tirar algumas coisas positivas de suas decisões.</p>
<p>Aproveito, em compensação, para deixar claro meu total despreparo para analisar tecnicamente qualquer decisão futebolística. Não me cobrem pelo que não posso fornecer, sejam clementes com os comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 princípios de gestão 2.0</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/12/10-principios-de-gestao-2-0/</link>
		<comments>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2009/12/10-principios-de-gestao-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 11:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
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		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gestão 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>
		<category><![CDATA[valores intangíveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.plataformai.com.br/v3.0/?p=1651</guid>
		<description><![CDATA[A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?

Conversação: Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="10 princípios da gestão 2.0" src="http://lssacademy.com/wp-content/uploads/2009/04/simplicity.jpg" alt="" width="200" />A partir dos 10 princípios do modelo de gestão de uma empresa do futuro, de um artigo da Social Computing Journal, Marcelão do HSM fez suas considerações que compilei abaixo. Será essa uma visão Agile aplicada a negócios?</p>
<ol>
<li><strong>Conversação:</strong> Com o exemplo das redes sociais, a comunicação deixa de ser unidirecional (1 para N) e passa a ser multidirecional (N para N), comunicação essa baseada em conversas abertas e que mudou de maneira irrevogável não só a nossa cultura eletrônica, mas também a nossa forma de aprender relações sociais;</li>
<li><strong>De baixo para cima ao invés de cima para baixo:</strong> Aliás, esse é um dos 25 desafios propostos pela brigada de renegados coordenada pelo professor Gary Hamel em que é preciso diminuir o poder da alta administração e direciona-lo para as pontas da empresa, para as pessoas que estão em contato direto com o cliente, e para aqueles que estão desempenhando o processo produtivo semelhante aos trabalhadores da Toyota nas linhas de montagem onde cada empregado contribui em média com 100 idéias de melhorias a cada ano;</li>
<li><strong>Reputação ao invés de hierarquia:</strong> Outro aspecto fundamental na cultura colaborativa importada da Internet é o conceito de <em>reputação.</em> Na gestão 1.0,  o título do trabalho encarna o status do funcionário dentro da empresa. Esse conceito é substituído pela cultura da Internet <em>de</em> prestígio, ou seja, a avaliação quantificada da participação do indivíduo por seus pares;</li>
<li><strong>Emergente ao invés de estruturado:</strong> Não existe afirmação mais inquestionável &#8220;A Web funciona&#8221;.  A Web foi construída sem uma estrutura pré-determinada com soluções inesperadas que surgiram naturalmente e foram massivamente adotado. Como exemplo, o hipertexto tem naturalmente promovida a relevância do Google e ajudou a classificar na web. Ninguém escreve na <em>Web_User_Guide.doc</em> sempre que publica recursos para a web e tem que fazer ligações para outras páginas;</li>
<li><strong>Folksonomia versus taxonomia:</strong> Folksonomia tem naturalmente precedência sobre Taxonomia ao classificar o oceano de informações disponíveis na web.  Ou seja, segundo a Wikipedia, <em>um sistema de classificação deriva da prática e método de colaboração de criar e gerenciar marcas para anotar e categorizar conteúdos</em> realizados por não-especialistas, ao invés de uma classificação rigorosa e estruturada.  A vantagem da folksonomia é que a informação é classificada de acordo com seu conteúdo, com etiquetas (tags) que qualquer um pode escolher. Folksonomia tem duas vantagens: a) encontramos peças de informação com mais facilidade e, b) no prazo de plataformas de colaboração, ajudam a encontrar rapidamente as pessoas que partilham afinidades temáticas;</li>
<li><strong>Agilidade ao invés de burocracia:</strong> Agilidade de gerenciamento de projetos (com foco na transparência, simplicidade, colaboração, gerenciamento visual, simplicidade e confiança) contribui grandemente para absorver as mudanças inevitáveis que ocorrem durante a vida de um desenvolvimento do projeto. Da mesma forma, a gestão 2.0 precisa de uma organização ágil, que permite absorver o surgimento de novos instrumentos, práticas e relacionamentos. Entre outras coisas, esta organização aberta permite que a inovação e promove o senso de urgência.  Produtividade, em vez de processos, rapidez de execução, em vez de lentidão burocrática, lançamentos freqüentes, etc … Scrum?</li>
<li><strong>Transparência ao invés de segurança:</strong> Antes de qualquer coisa, vamos equalizar o entendimento de que tipo de informações sobre a empresa que queremos a transparência.  Obviamente não se aplica aos pedaços sensível e confidencial das informações, mas a qualquer outro. Conversar com os gerentes no sentido de ajudar a revelar o principal temor que é deixar emergir a falibilidade de suas equipes e / ou a si próprios. O ponto é: quando essa conversa é realizada em um contexto de confiança e de resposta rápida, esses erros e potenciais problemas ajudam a dar um rosto humano e criar verdadeiros laços entre as equipes;</li>
<li><strong>Redes de conhecimento conectadas ao invés de silos de conhecimento:</strong> Comunicação multidirecional ajuda a fomentar a eficiência, pois garante que os funcionários saibam quais são as prioridades e as estratégias de negócio, além de alimentar a inovação. Além disso, a ampliação do âmbito do conhecimento dos colaboradores sobre as atividades da empresa como um todo, permitirá dar um sentido à sua contribuição profissional, tornando-se um combustível para o compromisso colaborador;</li>
<li><strong>Simplicidade ao invés de complexidade:</strong> Agilidade é focada na condução para a simplicidade ao invés de criar sistemas que gerem a complexidade. Simplicidade é um princípio fundamental para empresas do futuro Portanto, é necessário resistir aos encantos  da complexidade intelectualmente estimulante para desenvolver soluções potenciais de processos O objetivo é buscar a simplicidade na implementação de redes sociais na empresa;</li>
<li><strong>Confiança:</strong> Este é o princípio básico que determina todos os outros. Sem <em>confiança</em> não pode haver transparência nas informações. Não pode haver uma organização flexível o suficiente para permitir que a inovação aconteça. Sem <em>confiança,</em> não é possível estabelecer uma organização que aproveita a agilidade, velocidade e produtividade que a cultura de redes sociais oferece. Sem <em>confiança,</em> a gestão não vai abandonar a estratégia de comando e controle. E o espaço necessário para a efetiva implementação de ferramentas colaborativas nunca aparecerá.</li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Ou seja, o eficiente, imediato, simples e flexível predominando sobre estruturado, demorado, completo e engessado: wiki, scrum e conversa, muita conversa.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #99cc00; font-size: 18px;">Poder crescer, poder mudar, poder compartilhar imediatamente!<br />
</span></strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.socialcomputingjournal.com');" href="http://www.socialcomputingjournal.com/" target="_blank">Social Computing Journal<br />
</a></span></p>
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		<title>Mapa do conteúdo do Wikipedia</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este mapa elaborado pela Wikipedia mostra a quantidade de material publicado na enciclopédia virtual por país veja abaixo. Os mais claros sao os que disponibilizaram menos informaçoes e os mais escuros, os com mais conteúdo.

Fonte Boing Boing
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Este mapa elaborado pela Wikipedia mostra a quantidade de material publicado na enciclopédia virtual por país veja abaixo. Os mais claros sao os que disponibilizaram menos informaçoes e os mais escuros, os com mais conteúdo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://craphound.com/images/allcountries.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a href="http://www.boingboing.net/2009/12/04/map-of-wikipedia-art.html" target="_blank">Boing Boing</a></span></p>
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