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	<title>Plataforma Interativa</title>
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		<title>Microsoft é referência do Google</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele apareceu faz pouco tempo. É discreto que só mas, numa página tão espartana, ainda assim chama atenção. Está lá no pé, à esquerda, do endereço Google.com: “Altere a imagem do plano de fundo”. A home branca se vai substituída por uma fotografia colorida à beça.
O Google fica a cara do Bing. Há um quê de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.journaldunet.com/ebusiness/le-net/photo/bing-contre-google-le-match/image/bing-contre-google-match-444644.jpg"><img src="http://www.journaldunet.com/ebusiness/le-net/photo/bing-contre-google-le-match/image/bing-contre-google-match-444644.jpg" alt="Bing é referência do Google" width="300" /></a><p class="wp-caption-text">Bing é referência do Google</p></div>
<p>Ele apareceu faz pouco tempo. É discreto que só mas, numa página tão espartana, ainda assim chama atenção. Está lá no pé, à esquerda, do endereço Google.com: “Altere a imagem do plano de fundo”. A home branca se vai substituída por uma fotografia colorida à beça.</p>
<p>O Google fica a cara do Bing. Há um quê de surreal na situação, como se algo ali não fizesse sentido. O Google copiando o sistema de buscas da Microsoft. E alguém na Microsoft anda feliz da vida: elogio na imprensa não é exatamente coisa com a qual estão acostumados.</p>
<p>Não adianta recorrer a ele. O Bing é bom, sim. Mas não no Brasil. Ele é bom nos EUA. E não é que seja bom em qualquer busca. Ele faz bem coisas bastante específicas.Procurar, por exemplo, passagens de avião para comprar. É uma busca tão sofisticada que entende a flutuação dos preços. Não só informa que um avião sai do aeroporto pedido e a que horas naquele dia como diz se o momento para comprar é bom ou ruim. Se o preço melhora nuns dias ou se não passa disso. Ainda traz retorno muito mais relevante para busca de produtos e preços, ou ainda no retorno de resultados de jogos esportivos, entre outras segmentos escolhidos estrategicamente pela Microsoft.</p>
<p>Adicionalmente, pode se notar que faz só algumas semanas que o Google adaptou seus resultados de busca para imagens. Um scroll para baixo resolve – a próxima patacada de fotos aparece.</p>
<p>Derrubar o Google não é trivial mas a tática da Microsoft é interessante por surpreender: ao invés de tentar construir um site de buscas melhor em tudo, optou por investir em segmentos específicos e a investir na interface. A busca se apresenta mais organizada, mais prática e o produto final é ornado por uma bela fotografia que muda todo dia.</p>
<p><strong>Confirma-se a vocação da internet para estratégias de nicho e sua enorme dependência por usabilidade.</strong></p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/08/09/a-estrategia-da-microsoft-para-derrubar-o-google/" target="_blank">Fonte Estadão</a></p>
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		<title>Morre a web, volta o software proprietário?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo de Filipe Tavares Serrano no Estadão setencia: &#8220;a web está morrendo, e com ela todo o modelo construído em volta da internet baseado em bilhões de páginas HTML dispersas e organizadas por – não apenas, mas principalmente – uma empresa, o Google. Um modelo em que os concorrentes não têm vez e, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.apwn.fr/wp-content/uploads/2010/04/application-iphone.png"><img class="alignleft" title="Morre a web, volta o software proprietário?" src="http://www.apwn.fr/wp-content/uploads/2010/04/application-iphone.png" alt="" width="300" /></a>O artigo de Filipe Tavares Serrano no Estadão setencia: &#8220;a web está morrendo, e com ela todo o modelo construído em volta da internet baseado em bilhões de páginas HTML dispersas e organizadas por – não apenas, mas principalmente – uma empresa, o Google. Um modelo em que os concorrentes não têm vez e, por isso, estão criando plataformas onde o Google não pode entrar, como as lojas de aplicativos do iPhone e do iPad e a megalomaníaca rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook.&#8221;</p>
<p>Essa ideia foi proposta na edição de setembro da revista <em>Wired</em>, publicada na terça-feira passada, em uma reportagem de capa que, rodou, curiosamente, a web.</p>
<p>A primeira é assinada pelo editor-chefe da revista, Chris Anderson, e explica a ideia do fim da web afirmando que as pessoas estão mais recebendo – e não buscando – informação na internet usando principalmente aplicativos e plataformas. Conectado à rede com um celular, tablet, soft-ware ou rede social, o navegador – o browser – perde a relevância e, com ele, a ideia do website. “Plataformas dedicadas funcionam melhor ou se encaixam melhor na vida das pessoas”, diz o texto.</p>
<p>Catastrofismos a parte, a web não morrerá assim como não morreu o livro, o cinema, o radio ou a televisão. Mas certamente, o retorno para aplicativos específicos, com preço muito mais justo (também, o mercado ganhou escala), parece um caminho sem volta.</p>
<p><strong>A web cada vez mais meio, os modelos de negócio online precisando (cada vez mais) se justificar financeiramente. Isso é caminho absolutamente natural. </strong><strong>A cauda não é tão longa afinal!</strong></p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.estadao.com.br/link/a-proxima-vitima/" target="_blank">Fonte Estadão</a></p>
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		<title>Brasil inovador gera dinheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu no Estadão e no blog do Renato Cruz, oxigêncio sobre o assunto!
De tão usada, a palavra inovação muitas vezes parece esvaziada de sentido, desgastada pelo abuso dos manuais de administração. Na cabeça de algumas pessoas, ela se confunde com pesquisa, uma atividade de alto risco, com retorno incerto e aplicabilidade remota.
Não é nada disso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Brasil na rota da inovação" src="http://4.bp.blogspot.com/_rnwbk3kQJ-I/Sk4Fjp8pgjI/AAAAAAAALKg/SvJo5c7JJfU/s400/inovacao.gif" alt="" width="259" height="252" />Saiu no Estadão e no blog do Renato Cruz, oxigêncio sobre o assunto!</p>
<blockquote><p>De tão usada, a palavra inovação muitas vezes parece esvaziada de sentido, desgastada pelo abuso dos manuais de administração. Na cabeça de algumas pessoas, ela se confunde com pesquisa, uma atividade de alto risco, com retorno incerto e aplicabilidade remota.</p>
<p>Não é nada disso. Geoff Nicholson, ex-vice-presidente da 3M e criador do Post-it, deu certa vez uma definição interessante: “Pesquisa é a transformação de dinheiro em conhecimento; inovação é a transformação de conhecimento em dinheiro.”</p>
<p>Por muito tempo, as atividades de inovação foram vistas como coisa de países ricos. Nos últimos anos, a China e a Índia têm ganhado espaço nessa área, como gigantes emergentes capazes de criar produtos e serviços de classe mundial, e, ao que tudo indica, o Brasil começa a fazer parte desse time.</p>
<p>Uma indicação é a entrada da Petrobrás no ranking das 50 empresas mais inovadoras do mundo, da Boston Consulting Group. Estreando no 41.º lugar, foi a primeira empresa da América do Sul a fazer parte da lista. Outra são os anúncios de investimentos de gigantes internacionais, como a GE e a IBM, em laboratórios no Brasil.</p>
<p>“O modelo de inovação está se tornando mais distribuído”, afirma Olavo Cunha, sócio do BCG em São Paulo. “Existe hoje muita inovação vinda de países emergentes.” O relatório da consultoria fala na ascendência de China, Índia e Brasil – dos Brics menos a Rússia – na inovação.</p></blockquote>
<p><strong>Vou repetir: “Inovação é a transformação de conhecimento em dinheiro.” Alguma dúvida?</strong></p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/o-brasil-na-rota-da-inovacao/" target="_blank">Fonte Estadão</a></p>
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		<title>Carro de crowdsourcing da Fiat, o Mio</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.</p>
<p>A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com os conceitos de inovação aberta e sabedoria das multidões. E poderemos conferir o dito cujo, pelo que entendi, no Salão do Automóvel de São Paulo, agora em outubro.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Inovação precisa de tempo livre e livre-pensar</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/08/inovacao-precisa-de-tempo-livre-e-livre-pensar/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 21:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a inovação como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.
De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://s2.hubimg.com/u/3182553_f520.jpg"><img class="alignleft" title="Ócio criativo" src="http://s2.hubimg.com/u/3182553_f520.jpg" alt="" width="300" /></a>O blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a inovação como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo em complexidade de forma assustadora, o que exige, literalmente, novas formas de pensar e agir. Menos de 50% disseram acreditar que suas organizações estejam equipadas para lidar efetivamente com esta complexidade crescente.</p>
<p>Voltando ao artigo da Harvard, ele apresenta seis movimentos fundamentais que as empresas devem adotar para criar uma cultura de inovação:</p>
<p><strong>1 &#8211; Atender as necessidades das pessoas:</strong> Reconhecer que questionar a ortodoxia e as convenções &#8211; a chave para a criatividade &#8211; começa com questionar as formas como as pessoas tem expectativas sobre o trabalho.</p>
<p><strong>2 &#8211; Exercitar inovação sistematicamente</strong>: Não é mágica, é um músculo que deve ser exercitado.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultive a paixão</strong>: A maneira mais rápida de matar a criatividade é colocar as pessoas em funções que não excitam a imaginação.</p>
<p><strong>4 &#8211; Tornar significativo o trabalho: </strong>Dinheiro só paga as contas, mas é uma fonte limitada de significado. Sentimo-nos melhor sobre nós mesmos quando estamos fazendo uma contribuição positiva para algo além de nós mesmos.</p>
<p><strong>5 &#8211; Fornecer tempo</strong>: Criatividade não tem ponto eletrônico em que você tem expediente de trabalho.</p>
<p><strong>6 &#8211; Renovar-se:</strong> A terceira fase do processo criativo, incubação, ocorre quando passo de um problema que estamos tentando resolver e deixamos o nosso inconsciente trabalhar sobre ele.</p>
<p>Acho que podemos concluir que inovação passa necessariamente por dar liberdade, livre-pensar, aos seus funcionários. Muito similar às teorias do ócio criativo. Sua empresa está preparada para isso?</p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.hbr.org/cs/2010/08/six_invisible_secrets_to_a_cul.html" target="_blank">Fonte HBR</a></p>
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		</item>
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		<title>Só 30% das empresas estão prontas para redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa da Yankee Group, que produziu esta pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.
Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://customersrock.net/wp-content/uploads/2008/09/fingers.jpg" alt="" width="300" />A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa da Yankee Group, que produziu esta pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.</p>
<p>Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group.</p>
<p>O estudo destaca que as companhias podem não abraçar os sites de redes sociais, como Facebook e Twitter, ou ferramentas corporativas 2.0 com a agilidade necessária para satisfazer muitos de seus clientes.</p>
<p>O Yankee e a Siemens Enterprise informaram que cerca de 60% dos entrevistados disseram que as empresas com presença nas mídias sociais podem potencialmente aumentar a lealdade que eles nutrem por elas. O relatório, feito com base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010, também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais em redes sociais ficou em 65%.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/16/alerta-so-tres-em-cada-dez-empresas-estao-prontas-para-as-redes-sociais/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O consumidor desenhou o novo Uno</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.
Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg"><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg" alt="" width="300" /></a>Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.</p>
<p>Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), colocou o compacto na vice-liderança de vendas entre os cerca de 120 automóveis nacionais e importados vendidos no Brasil. Hoje só perde para o Gol, que segue imbatível na liderança há quase 23 anos. Equipes de pesquisadores e designers percorreram 80 diferentes ambientes, de bares a universidades, e ouviram 760 pessoas que a empresa identifica como &#8220;público Beta&#8221;, consumidores com entendimento em automóveis.</p>
<p>Todo o processo de desenvolvimento levou três anos, envolveu mais de 600 profissionais e US$ 600 milhões em investimento. No período, foram construídos entre 380 e 400 protótipos ou &#8220;mulas&#8221; &#8211; carros para testes e demonstrações.</p>
<p>Nos dois meses de estreia, o compacto fez mais estragos na própria casa do que no concorrente. O Palio, tradicionalmente o segundo automóvel mais vendido no País, caiu para a sexta posição em junho (10 mil unidades). O Uno ficou em segundo, com 19 mil unidades. O Gol manteve-se no topo, com 22,1 mil unidades (ante 24,2 mil em maio). O terceiro lugar foi do Fox (11,8 mil), o quarto do Celta (10,9 mil) e o quinto do Corsa (10,8 mil).</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100712/not_imp579927,0.php" target="_blank">Estadão</a></span></p>
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		<item>
		<title>Agora qualquer usuário cria apps para o Android</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/07/agora-qualquer-usuario-cria-apps-para-o-android/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:55:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Google App Inventor escreve os códigos do aplicativo, enquanto os usuários dão as opções sobre o que incluir nos softwares.
O Google tornou público nesta segunda-feira (12/7), a chegada do Google App Inventor, uma ferramenta que permitirá que qualquer usuário crie aplicativos para os smartphones dotados do sistema operacional Android.
Ainda em estágio de testes, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://appinventor.googlelabs.com/about/images/ScreenShotAbout1.png"><img class="alignleft" src="http://appinventor.googlelabs.com/about/images/ScreenShotAbout1.png" alt="" width="300" /></a>O Google App Inventor escreve os códigos do aplicativo, enquanto os usuários dão as opções sobre o que incluir nos softwares.</p>
<p>O Google tornou público nesta segunda-feira (12/7), a chegada do Google App Inventor, uma ferramenta que permitirá que qualquer usuário crie aplicativos para os smartphones dotados do sistema operacional Android.</p>
<p>Ainda em estágio de testes, o Inventor foi criado no Google Labs, onde um vídeo mostra como é fácil criar tais aplicativos, incluindo aí uma série de idéias para o desenvolvimento dos mesmos.</p>
<p>A <a href="http://appinventor.googlelabs.com/about/">página do serviço</a> diz que “para usar o App Inventor, você não precisa ser um desenvolvedor, já que ele não requer nenhum conhecimento de programação”. Os códigos do software são escritos pelo próprio Inventor, enquanto aos usuários são dadas as opções sobre o que incluir nos aplicativos.</p>
<p>O site do Inventor oferece várias sugestões na criação dos aplicativos, incluindo o uso de GPS nos smartphones para funções de localização, com o envio de SMSs para os amigos ou o desenvolvimento de ferramentas que tenham ligação com outros serviços, como o Twitter.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/07/12/nova-ferramenta-do-google-permite-que-qualquer-usuario-crie-apps-para-o-android/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
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		<title>Laptop touchscreen em placa de vidro, muito louco</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 14:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[laptop]]></category>
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		<description><![CDATA[Há rumores de que notebook, parecido com este da foto abaixo, pode ser o novo modelo da Acer: Um laptop sem “moldura” e totalmente touchscreen. O protótipo usaria um substrato de vidro reforçado e usaria um design parecido com o conceito do Fujitsu Frame Zero, que não chegou a sair do papel e ilustra este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há rumores de que notebook, parecido com este da foto abaixo, pode ser o novo modelo da Acer: Um laptop sem “moldura” e totalmente touchscreen. O protótipo usaria um substrato de vidro reforçado e usaria um design parecido com o conceito do Fujitsu Frame Zero, que não chegou a sair do papel e ilustra este post abaixo. Bah! Eu queria&#8230;</p>
<p><a href="http://goshycab.com/wp-content/uploads/2010/06/frameless-acer.jpg"><img class="alignnone" src="http://goshycab.com/wp-content/uploads/2010/06/frameless-acer.jpg" alt="" width="500" /></a></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.mundotecno.info/noticias/laptop-touchscreen-sem-moldura" target="_blank">MundoTecno</a></span></p>
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		<title>SocialCRM &#8211; Novo conceito com velhos erros</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 01:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[crm]]></category>
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		<description><![CDATA[Jeremiah Owyang, Ray Wang e a equipe da Altimeter divulgaram o white paper “Social CRM: The New Rules of Relationship Management”, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.
O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeremiah Owyang, Ray Wang e a equipe da Altimeter divulgaram o white paper “Social CRM: The New Rules of Relationship Management”, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.</p>
<p>O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de fazer CRM capaz de conectá-las com o universo dos consumidores, a partir das Mídias Sociais.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNzg*NjczNzM5NjgmcHQ9MTI3ODQ2NzM3ODg1OCZwPTEwMTkxJmQ9V*ZfZW1iZWRfZG9jdW1lbnQmZz*yJm89YWJl/ZjM2NTRhODkzNDFjMGJiMTkxMjk*YmRkNWJjMDAmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
<div id="__ss_3339686" style="width: 477px;"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a title="Social CRM: The New Rules of Relationship Management" href="http://www.slideshare.net/jeremiah_owyang/social-crm-the-new-rules-of-relationship-management">Social CRM: The New Rules of Relationship Management</a></strong><object id="__sse3339686" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="477" height="510" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" /><param name="name" value="__sse3339686" /><param name="flashvars" value="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3339686" type="application/x-shockwave-flash" width="477" height="510" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" name="__sse3339686" flashvars="gig_lt=1278467373968&amp;gig_pt=1278467378858&amp;gig_g=2" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>View more documents from <a href="http://www.slideshare.net/jeremiah_owyang">Jeremiah Owyang</a>.</div>
<p>O documento consolida visões de aplicação de CRM com abordagem de Social Medias, fazendo um mix completo de conceitos conhecidos. Jeremiah é longe de ser um sujeito bobo mas vamos combinar que o matriz de 5Ms ou mesmo o paper não entrega grandes novidades, sequer traça um caminho de atuação de SocialCRM.</p>
<p>Gostaria que me explicassem concretamente:</p>
<p>1) Como que monitoramento de Social Media pode ser uma atividade rentável (sim, Srs., quero um <em>Business Case</em>), haja visto a monstruosidade do universo web2.0, blogosfera, conectosfera e outras sferas. Será que um dia poderemos vencâ-las? Quanto vão custar todas estas plataformas, de todos estes fornecedores? Qual o retorno tangível, monetário, de ações possíveis de serem implantadas nesta engenhoca tecnológica?</p>
<p>2) No que o Middleware é uma variável estratégica do processo de uso estratégico das Midias Sociais?</p>
<p>3) Para ficar neste poucos pontos, medição de quê se nenhuma ação está sendo proposta?</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg"><img src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg" alt="" width="477" /></a></p>
<p>Resultado, mais falácia, como se falou tanto sobre CRM. Uma sugestão de estrutura e conceitos em &#8220;letras&#8221; para estruturar soluções técnicas sem proposta/objetivo de negócio claro.</p>
<p><strong>O que SocialCRM deveria pressupôr?</strong></p>
<p>Entendo que deveria ser abordado como um repositório de informações estratégicas do cliente. Entendo complementarmente que as informações contidas nele devem estar relacionadas com sua vida nos ambientes sociais digitais.</p>
<p><strong>E o que eu faço com isso?</strong></p>
<p>Ué mas pra que serve um CRM senão dar insumo a:</p>
<p>1) permitir reter o cliente que se mandava, &#8212; (em Social Media também acompanhar os insatisfeitos que botam a boca no mundo)</p>
<p>2) vender mais para o cliente que se relaciona, &#8212; (em Social Media passa por entender qual seu comportamento nestes ambientes sociais para definir uma oferta cruzada mais adequada)</p>
<p>3) conquistar novos clientes que tenham afinidade com seu produto? &#8212; (em Social Media é saber localizar usuários em contextos semânticos, mais pessoais, mais próximos do cliente)</p>
<p>E para isso do que preciso: mais inteligência ou mais plataforma? Será que novamente estaríamos confundindo prática de CRM com software?</p>
<p><strong>CRM é cliente satisfeito, mesmo que em planilha Excel.<br />
</strong>Dito isso, agora vamos deixar as aranhas (&#8221;webspiders&#8221;) de Social Media buscarem informação pois não é algo que se controla, é um ambiente em que se analisa. E só pontos específicos (ambiente sem fronteiras) e imediatos (ambiente mutante).</p>
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