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	<title>Plataforma Interativa &#187; Tecnologia</title>
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		<title>O Papel da Web na Potencialização dos Intangíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 08:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Historicamente a World Wide Web (Teia Mundial de Computadores) iniciou suas atividades como uma traquitana tecnológica para cientistas compartilharem pesquisas e experiência, ou seja, Conhecimento. Duas décadas mais tarde, o acesso foi democratizado e este é o terreno de batalha das maiores empresas do planeta, mas também a mesa de negociação e troca diária de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente a <em>World Wide Web</em> (Teia Mundial de Computadores) iniciou suas atividades como uma traquitana tecnológica para cientistas compartilharem pesquisas e experiência, ou seja, Conhecimento. Duas décadas mais tarde, o acesso foi democratizado e este é o terreno de batalha das maiores empresas do planeta, mas também a mesa de negociação e troca diária de <em>zilhões</em> de dólares de tantas outras.</p>
<p><span id="more-1593"> </span></p>
<p>Como vimos em artigo recente sobre <a href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas/?searchterm=estrat%C3%A9gia%20digital">Estratégia Digital da DOM Strategy Partners</a>, este ambiente permite da a geração de resultados tangíveis, como Aumento de Receitas tanto e Redução de Custos. Mas definitivamente, esta não é sua única contribuição. Os Ativos Intangíveis também encontram ferramenta útil e eficaz para seu desenvolvimento.  Entretanto, assim como na economia real, existem riscos e oportunidades a serem explorados.</p>
<ul>
<li><strong>Ganho de Performance: o Intangível trazendo respostas Palpáveis</strong></li>
</ul>
<p>Nossa metodologia de <a href="http://www.domsp.com.br/boutique/linhas/IAM">Gestão de Intangíveis</a> nos traz 4 Capitais para nortear um exercício de identificação das aplicações que se pode esperar da Web e seu conseqüente acréscimo intangível na Performance das empresas:</p>
<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_01_art03.jpg"><img title="img_01_art03" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_01_art03.jpg" alt="" width="342" height="192" /></a></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Intelectual</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>A exploração da Web como geradora de Inovação ou ainda espaço colaborativo de compartilhamento de Conhecimento é inegável. Inúmeras são as referências de utilização, indo da simples intranet corporativa até chegar aos super em voga <em>crowd sourcing</em> e <em>wikis</em>. Do ganho interno de produtividade ao aumento de satisfação do consumidor com compartilhamento de informações de produtos e serviços, encontramos respostas concretas a necessidades tão abstratas.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Organizacional</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Este capital nos parece central na discussão da Web como importante materializador de Ativos Intangíveis. Certamente a característica de potencializadora de Modelos de Negócios, Arquiteturas Corporativas ou ainda Canal acaba por valorizar a entrega deste capital disponibilizando alternativas de operação, produção, gestão, distribuição e logística, impactando o modelo de relacionamento dos diferentes stakeholders e, por conseqüência, também viabilizando novos modelos de negócio, aplicáveis por força das características do ambiente.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital de Relacionamentos</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>O relacionamento com Clientes e demais Stakeholders foi certamente revolucionado pela Web. A característica de identificação do cliente permitiu criação de comunicação dirigida e personalizada, mas também da conseqüente adequação de serviço, disponibilização de interfaces sob-medida que criaram todo um novo modo de consumo, influenciando inclusive mudança de comportamento, exigência e expectativa de níveis de serviço do cliente e do mercado.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Institucional</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Deixamos este capital por último, por congregar todas as percepções de marca do cliente, imagem, governança, entre outros. Este capital é diretamente impactado por todos os demais, mas com certeza encontra ferramentas para se sustentar na Web. Quem duvida deste ambiente como vitrine de exposição e construção de marcas? Ou como canal de diferenciação? Podemos negar a força das Redes Sociais em levar empresas do Céu ao Inferno e vice-versa?</p>
<ul>
<li><strong>Usar bem a Web ou viabilizar com a Web</strong></li>
</ul>
<p>Diversas são as metodologias de abordagem corporativa da Web. Cada formato, inclusive, pressupõe melhores práticas, desde a construção de sites, passando pelo envio de newsletters, terminando na utilização do Twitter ou em canais móveis. Mas a Web também pode ser uma finalidade em si; não obstante empresas tem foco completo na entrega de Serviço por ou para ela.</p>
<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_02_art03.jpg"><img title="img_02_art03" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_02_art03.jpg" alt="" width="234" height="133" /></a></p>
<p>Desta maneira, implantações de visão MultiCanal<a href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/metodologia-proprietaria-gemae-gestao-estrategica/?searchterm=multicanal"> (planejamento de integração para homogeneização de posicionamento e potencialização de performance dos canais)</a> estão hoje altamente em voga. Por este motivo, também, a Web tem papel importante no suporte a estas estratégias por sua característica flexível e convergente, portanto horizontal na entrega de modelos de negócio.</p>
<p>Por outro lado, a Web também é viabilizadora de iniciativas e funções exclusivas. O movimento de altíssima inovação percebida no mercado tecnológico é prova disso, com criação de novos sites de serviços online a cada semana e suas transações milionárias. Este sucesso vem da possibilidade exclusiva de conseguir disponibilizar determinados fluxos neste ambiente. Podemos listar as capacidades colaborativas da Web (que fizeram o sucesso da Web 2.0 e das redes sociais), das interfaces de serviços disponíveis 24hs (como os sites de Internet Banking que mudaram o modelo de operação do mercado financeiro) ou ainda das transações online (eliminando trocas de moeda física e agilizando dinâmica de negócios com compras a distância).</p>
<ul>
<li><strong>A Web na geração e proteção de valor</strong></li>
</ul>
<p>Analisando a Web como viabilizadora da estruturação dos 4 Capitais Intangíveis, bem como meio para suportar operações diversas e específicas, podemos facilmente consensar sua vocação para atuação bivalente de Geração e Proteção de Valor.</p>
<p>Conforme o quadro abaixo, vemos ao que correspondem cada um dos conceitos:</p>
<p>Para exemplificar, podemos imaginar para cada binômio:</p>
<ul>
<li>Institucional/Geração de Valor: exposição e sustentação da Imagem Corporativa por sites, hotsites, e-marketing</li>
<li>Institucional/Proteção de Valor: com monitoramento web e atuação jurídica digital</li>
<li>Relacionamento/Geração de Valor: aproximação do consumidor com canais de maior disponibilidade e mais personalização de oferta e abordagem</li>
<li>Relacionamento/Proteção de Valor: capacidade de atendimento de stakeholders de forma mais ágil e assertiva</li>
<li>Organizacional/Geração de Valor: viabilização de novos canais de distribuição e modelos de negócio</li>
<li>Organizacional/Proteção de Valor: automação de processos e modelos operacionais</li>
<li>Intelectual/Geração de Valor: capacidade colaborativa para facilitação de forças inovadoras</li>
<li>Intelectual/Proteção de Valor: compartilhamento de informações estruturais corporativas, reduzindo perda de histórico e conhecimento com troca de profissionais</li>
</ul>
<p>Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.thedomnetwork.com.br/o-papel-da-web-na-potencializacao-dos-intangiveis/?__akacao=531546&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=79a7&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+Intellecto+by+DOM+Strategy+Partners+-+10%AA+Edi%E7%E3o" target="_blank">TheDOMNetwork</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Hadoop e Cloud Computing</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2011/07/hadoop-e-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 20:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>

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		<description><![CDATA[Volta e meia em discussões sobre Cloud Computing surge o tal &#8220;Hadoop&#8221;. O que gera a confusão é que o Hadoop (ou ainda MapReduce, do qual ele se originou) vem sendo usado pelas empresas de Internet, que inspiraram o modelo de cloud computing, e que precisam de escala massiva para suas aplicações, como Yahoo, Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hadoop.apache.org/"><img class="alignleft" src="http://hadoop.apache.org/images/hadoop-logo.jpg" alt="" width="199" height="47" /></a>Volta e meia em discussões sobre Cloud Computing surge o tal &#8220;Hadoop&#8221;. O que gera a confusão é que o Hadoop (ou ainda MapReduce, do qual ele se originou) vem sendo usado pelas empresas de Internet, que inspiraram o modelo de cloud computing, e que precisam de escala massiva para suas aplicações, como Yahoo, Google e Facebook. Mas dizer que o Hadoop é a base para todo projeto de Cloud, não é correto.</p>
<p>Segundo Cesar Taurion, &#8220;O Hadoop foi criado pelo Yahoo em 2005 e pode ser considerado uma das maiores invenções de data management desde o modelo relacional.&#8221;</p>
<p>O Hadoop é um projeto Open Source, com licenciamento Apache e, portanto, permite a criação de um ecossistema de negócios baseados em distribuições especificas. E o surgimento de serviços em nuvem, como o Amazon Elastic MapReduce, permite às empresas tratarem dados massivos sem demandar aquisição de servidores físicos. Neste modelo, o usuário escreve a aplicação Hadoop e a roda em cima da nuvem da Amazon.</p>
<p>Diversas empresas vêm contribuindo com código para seu desenvolvimento como a Yahoo, Facebook, Cloudera, IBM e outras. Em torno do código base, surgem as distribuições, como Cloudera e DataStax, que agregam valor com utilitários e serviços de suporte e educação, no mesmo modelo das distribuições Linux.</p>
<p>Quem usa Hadoop? Existem os casos emblemáticos como Facebook, Yahoo, Twitter e Netflix (na nuvem da Amazon), mas também já começamos ver seu uso em ambientes corporativos brick-and-mortar. Recentemente uma pesquisa mostrou que pelo menos umas 20 empresas da lista da Fortune 1000 assumiram publicamente que usam Hadoop de alguma forma.</p>
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		<title>Estratégia Digital é Corporativa? É Canal? É Internet?</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2011/06/estrategia-digital-e-corporativa-e-canal-e-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 22:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.redant.com/_assets/images/Banner(4).jpg" alt="" width="300" />Estratégia Digital parece, numa primeira olhada, um assunto relativamente simples. Digital é Internet, digital é tecnologia móvel, digital é TI. Mas será que Estratégia Digital realmente se limita a estas palavrinhas e conceitos?<br />
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é bem mais abrangente do que as premissas comuns de mercado. Estratégia Digital é TI, sim, mas também é Canal e também é infra-estrutura, dentre tantas outras variáveis.</p>
<p>Para poder pautar esta análise, vamos utilizar os conceitos de finalidade da Estratégia Digital como guia de raciocínio. Desta maneira, ficará mais objetivo o seu resultado e permitirá traçarmos uma visão de implantação mais próxima da realidade de mercado.</p>
<p><strong>Afinal, o que é esse Digital?<br />
</strong>Para podermos entender o que envolve a definição de uma Estratégia Digital, precisamos antes identificar quais conceitos poderiam ser alvo de planejamento.<br />
Organizar este raciocínio por áreas como TI, Marketing, Internet, RH ou qualquer outra seria muito restritivo, ou poderia ainda ofuscar interpretação em função da variação de escopo destes times de empresa para empresa.<br />
Estruturá-lo ainda por uma escala ou classificação tecnológica também traria um viés técnico para um artigo com clara vocação de orientação de planejamento de negócios.<br />
Por consequência, seguem abaixo as categorias por finalidade que destacamos para orientar da maneira mais abrangente e clara o planejamento corporativo. Esta escolha aconteceu por entendermos que o assunto Digital é amplo e permeia as diversas práticas corporativas, necessitando portanto de abordagem pluri-disciplinar:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Produtividade<br />
</span>Historicamente, a busca por redução de custos foi a vocação primordial e essencial dos recursos digitais, permitindo replicar ou automatizar processos. A conseqüência e objetivo imediato é o de ganho de produtividade.<br />
Dentro desta mesma categoria de ganho de produtividade, podemos tentar incluir todos os possíveis recursos de organização pessoal, de equipe e projetos.</p>
<p>Esta categoria está bastante ligada a recursos de TI e a substituição de processos, mas não pode ser restringida a estes recursos. Diversas funcionalidades estão aparecendo principalmente nos novos serviços em Nuvem ou mesmo os já famosos serviços na Internet, não podendo mais ser encarados de maneira simplista. Estão incluídos aqui também todos os relatórios e sustento do Ciclo PDCA e ferramentas de suporte a gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Aumento de Receita<br />
</span>Os recursos digitais permitem ampliar e diversificar os canais de receita das empresas. De maneira complementar, também oferece recursos para potencializar a performance dos canais existentes.</p>
<p>Estas funcionalidades estão intimamente ligadas a visão aguda de negócios, podendo encontrar solução em recursos com simplicidade técnica infantil mas retorno muito expressivo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Relacionamento com o Cliente<br />
</span>E aqui não estamos falando só de Atendimento. Relacionamento com o cliente permeia todos os canais e Momentos da Verdade do cliente com a marca. A estratégia digital auxiliará a entregar canais mais diversos e/ou efetivos mas também os recursos necessários para aumentar eficácia deste Relacionamento.</p>
<p>A abordagem e recursos digitais para o Relacionamento com o cliente passam por capacidade de identificação do Cliente até o Data Mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação/ clusterização e análises de comportamento de Consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Sustentar Marca<br />
</span>O posicionamento de Branding encontra soluções digitais em todo seu ciclo de comunicação, na concretização de alguns de seus atributos principais mas também na viabilização de novos canais para sua emancipação.</p>
<p>De maneira mais concreta, isso passa por sites e portais, mas também por todo ferramental de checar impacto desta marca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Viabilizar produtos<br />
</span>Os recursos digitais podem simplesmente ser o ambiente único de existência de determinados produtos e serviços. Isso é demasiadamente verdade hoje em dia para os negócios baseados em Conhecimento e Serviços.</p>
<p>Encontramos exemplos imediatos nos setores bancários, por exemplo, que hoje só conseguem disponibilizar ampla carteira de produtos graças aos recursos digitais. Todas os e-commerce que vendem produtos por download, também são exemplos muito próximos desta realidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Buscar Cliente<br />
</span>Assim como o Digital é capaz de criar canais e ambientes, ele também é capaz de criar a ponte entre cada um deles. Isso possibilita trazer o Cliente para um ambiente de maior domínio e controle da sua empresa, possibilitando comunicar e/ou transacionar em ambiente exclusivo. O complemento disso é a possibilidade de interação em ambientes e canais que o Cliente tenha escolhido, e sem as quais não teria sido sequer possível interagir com este ator.</p>
<p>Estes recursos se materializam em soluções tão diversas quanto Portais, Publicidade Online ou as já notórias Mídias Sociais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-  Qualificação do Relacionamento com Clientes/Consumidores</span></p>
<p>Não somente nas questões de Atendimento, mas em todo ciclo de interação empresa-cliente (Life Cycle =&gt; atração, conversão, retenção, fidelização, etc), o Relacionamento digital com Clientes/Consumidores permeia a grande maioria dos canais e momentos da verdade entre estes e a marca/empresa. A estratégia digital auxiliará a entregar conteúdos relevantes direcionados, abordagens relacionais mais adequadas, modelos interativos eficazes e canais de maior amplitude, especialização e efetividade, assim como os recursos necessários para aumentar eficácia do processo do Relacionamento proposto pela empresa por perfil de usuário.</p>
<p>A abordagem e os recursos digitais para efetivação da excelência no Relacionamento com o Cliente/Consumidor passam pela capacidade de identificação e categorização do Cliente/Consumidor até o data mining, viabilizando conceitos tão importantes quanto segmentação, clusterização, gestão de comunidades/redes e análises de comportamento de consumo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Colaboração / Compartilhamento<br />
</span>Os recursos de Colaboração e Compartilhamento estão mudando a maneira de trabalhar das empresas. Elas agora admitem que funcionários trabalhem remotamente, a velocidade e diversidade da comunicação aumentou imensamente, a capacidade de acesso a informação de multiplicou. O digital viabiliza um nível elevadíssimo de acesso a informação e conhecimento, reduzindo distâncias e enriquecendo o processo de produção.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Ensino a Distância<br />
</span>Este recuros não pode ser menosprezado pois permite um enorme ganho de escala na capacitação profissional, viabilizando a evolução/migração técnica de todas as equipes da empresa. Limitada pela sua dependência econômica por escala, representa mesmo assim importante recurso de transformação do potencial de performance das equipes internas.</p>
<p>Entendemos quais as variáveis envolvidas em um planejamento digital, mas a participação de cada uma neste plano pode e deve variar. As demandas por estas soluções não tem como ser as mesmas entre empresas start-up de internet ou outras da agro-indústria.<br />
Podemos destacar as empresas mais dependentes do Capital do Intelectual como as empresas que tem maior necessidade planejamento Digital. Podemos destacar os setores de Serviços, como a área financeira ou telecom, como grandes demandantes. Necessidades pontuais, como setores de baixa reputação, podem necessitar de planejamento pontual.</p>
<p><strong>Como se implementa Estratégia Digital?<br />
</strong>De maneira global, a implantação de Estratégia Digital (como acabamos de ver) envolve diversas variáveis. Por este motivo, as três dimensões principais a serem observadas para sua implantação são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Governança<br />
</span>Como vimos, a abordagem digital é pluri-displinar e por conseqüência também é matricial na sua administração. Portanto as fronteiras de papéis e responsabilidades são a premissa de qualquer iniciativa, importante inclusive para definir participação das próprias áreas no planejamento. É importante enxergar aqui mais do que simples regras de deveres, mas sim um caminho de engajamento para implantação de ferramentas que podem inclusive serem novas, encontrando portanto resistência na sua operacionalização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    BSC<br />
</span>O impacto nesta ferramenta tão importante de gestão, pode variar em função do grau de digitalização das premissas estratégicas da empresa.</p>
<p>Imaginando o mais alto grau de digitalização, entendemos que o impacto pode de fato atingir o BSC corporativo, permeando as necessidades mais básicas do negócio e aparecendo como variável habilitadora dos resultados primordiais do planejamento.</p>
<p>Mas de maneira mais global, serão provavelmente os BSCs derivados de áreas onde começarão a aparecer as primeiras citações, principalmente nas de Marketing e TI que são as áreas usualmente com maior demanda, mas sem esquecer o potencial de participação de um RH.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">-    Infra-estrutura<br />
</span>Aqui é preciso separar algumas dimensões bem distintas de serem analisadas. Podemos dividi-las então em: software, hardware e padrões de redes.</p>
<p>No primeiro, vale diferenciar os softwares proprietários dos softwares livres. Esta nuance tem trazido grandes mudanças ao mercado mas também uma abordagem diferenciada de software que precisa ser considerada. Adicionalmente, não entendemos em momento algum nestes documento que a complexidade tecnológica traz resultado a altura da sofisticação dos negócios. Muitas vezes soluções simples mas representantes íntimas das necessidades de negócio serão mais eficientes que o estado-da-arte de determinados conceitos e plataformas.</p>
<p>Hardware está em evolução constante. Alem de demandar grande necessidade de atualização, e assim sendo já estar sendo comercialmente proposto como serviço, agora muda bastante com as novas demandas (como a computação em nuvem).</p>
<p>Por fim padrões de rede, oferecem novas modalidades e oportunidades que encontra seu melhor exemplo no enorme potencial em soluções móveis.</p>
<p>A era digital coloca portanto enormes oportunidades e recursos para construirmos uma estrutura para as empresas. A dosagem e medida desta digitalização é que necessita de fato de calibragem bem fina. Os níveis de investimento e desembolso precisarão ser dosados à medida dos objetivos de negócio das empresa, observando algumas das variáveis aqui detalhadas.</p>
<p>O Digital é solução para diversos desafios mas é também contexto amplo, carregando o velho fantasma dos custos tecnológico. Mas a simplicidade de solução continua sendo a recomendação mais consciente, para que as metas de negócio sejam sempre prioridade sobre o desejo de mundo ideal da tecnologia.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		<item>
		<title>As diferentes faces da Sustentabilidade Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 11:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema da Sustentabilidade não é desses que se pode levar de maneira leve ou inconseqüente. Como vimos em artigos anteriores, ela demanda transparência, ética e legitimidade. Não poderia ser diferente em canais digitais. Aliás, pode ser mais instantânea e evidente.
A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema da Sustentabilidade não é desses que se pode levar de maneira leve ou inconseqüente. Como vimos em artigos anteriores, ela demanda transparência, ética e legitimidade. Não poderia ser diferente em canais digitais. Aliás, pode ser mais instantânea e evidente.</p>
<p>A Sustentabilidade Digital tem duas faces que analisaremos aqui: a abordagem sustentável de TI e ações sustentáveis na Web.</p>
<p>A primeira constrói a infra-estrutura de TI de maneira mais racional, visando resplandecer o tripé da Sustentabilidade na sua implantação e uso. A segunda tem vocação primordial na Web e faz das características dos canais digitais o seu modelo principal de entrega.</p>
<ul>
<li><strong>Premissas de Projetos Sustentáveis continuam verdadeiras, mesmo no Digital</strong></li>
</ul>
<p>Assim como no mundo de tijolos, os projetos sustentáveis digitais precisam ter consistência para gerarem reputação. Não é suficiente definir um canal e divulgação destas ações, mas ter uma postura sustentável que impacte toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Abaixo, segue ilustração da proposta de impacto na Cadeia Completa do Plástico, pelo selo I’m Green<sup>TM</sup>.</p>
<p><a href="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="img_07" src="http://econsultingcorp.files.wordpress.com/2011/05/img_071.png?w=546&amp;h=98" alt="" width="546" height="98" /></a>A coerência das ações e do posicionamento de uma empresa se torna mais crítica nos canais digitais, onde as informações são mais fáceis de serem verificadas com a força das Redes Sociais e das plataformas colaborativas. Desta maneira, os 2 principais tópicos que podemos destacar são:</p>
<p>-          <strong>Compliance:</strong> a aderência a todas as regras regulatórias de seu setor de atuação e sua atividade core são premissas de desenvolvimento de iniciativas sustentáveis, por responderem aos anseios éticos básicos da sociedade e dos mercados consumidores.</p>
<p>-          <strong>Rastreabilidade:</strong> se estamos falando de aplicação em toda cadeia produtiva, é preciso efetivar o acompanhamento desta mesma cadeia para poder comprovar e documentar a aplicação dos preceitos sustentáveis. Estas informações também permitem o rastreamento da cadeia de fornecedores homologados para que esta seleção também possa aplicar os mesmos valores sustentáveis da operação principal.</p>
<p>Abaixo o exemplo de um case de visão completa de Cadeia Produtiva envolvendo Wal-Mart e J&amp;J, com o desenvolvimento de um produto inteiramente revisitado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/uC4f2b8Yd4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<ul>
<li><strong>Modelos de Sustentabilidade Digital</strong></li>
</ul>
<p>A aplicação de modelos sustentáveis em canais digitais acabou se traduzindo de maneiras diferentes em função do seu motivador. Assim, quando vista como TI ou quando projeto para Internet, acaba viabilizando variáveis diferentes conforme abaixo.</p>
<p><strong><em>IT Sustentável</em></strong></p>
<p>-          <strong>Green IT / TI Verde</strong>: a abordagem verde das atividades de tecnologia está muito em voga. Com seu pilar econômico amplamente ancorado na redução de custos com tecnologia e utilities, assim como custos financeiros, a questão do descarte de material informático também é ponto importante das iniciativas (reforçando a visão de tratar a Cadeia Produtiva completa). Esta vertente concretiza e otimiza o pilar ambiental que TI é capaz de entregar.</p>
<ul>
<li>Abaixo reportagem da GloboNews sobre TI Verde, detalhando algumas práticas adicionais desta modalidade.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/mPSCCLGwwj4?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Inclusão Digital</strong>: esta modalidade, por outro lado, representa o pilar social. Historicamente, a necessidade da inclusão veio muito a reboque dos altos custos de computadores do Brasil e da conexão à Internet. Felizmente, os preços estão caindo e esta vertente está complementando sua entrega com compartilhamento de ferramentas que possibilitam, além do domínio dos PCs e seus sistemas operacionais, o acesso dos indivíduos à Cultura/Conhecimento e/ou Informação, que os tornam melhores cidadãos, permitindo às comunidades menos favorecidas se desenvolverem.</p>
<ul>
<li>Vídeo divertido com diversos depoimentos do que é Inclusão Digital.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zA_DIn0KB8U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p><strong><em>Sustentabilidade Web</em></strong></p>
<p>-          <strong>Colaboração / Crowdsourcing:</strong> a Internet e seus recursos 2.0 disponibilizam uma série de recursos colaborativos aos usuários. Além de permitirem a integração de equipes remotas e uma maior capilaridade operacional, acabaram por criar uma nova modalidade de compartilhamento de conhecimento, chamada crowdsourcing, em que cada um participa livremente da construção de determinado conceito. Essas funcionalidades permitem integrar, desta maneira, diferentes culturas, referências e pontos de vista, enriquecendo muito a experiência de construção de conceitos. No caso da Sustentabilidade, estas funcionalidades estão repetidas vezes associadas a projetos de Inovação, já que permitem grande velocidade nas trocas entre os diferentes participantes e grande riqueza de opiniões por sua enorme capilaridade.</p>
<ul>
<li>Um exemplo muito bem sucedido neste sentido é http://www.greenxchange.cc/</li>
<li>Abaixo vídeo que aborda diversos pontos da inovação e sua viabilização em canais web.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/erLd4UJc2ik?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>-          <strong>Mídias Sociais para Gerar Engajamento e Discussão</strong>: ambientes naturais de interação para o Consumidor Final, a Sustentabilidade encontra neles a resposta imediata às possíveis provocações que possam ser lançadas ao mercado. Estes usuários têm vocação natural ao engajamento e, por isso, estes ambientes parecem ideais para se conquistar e atrair colaboradores e apoiadores para causas e bandeiras relevantes .</p>
<ul>
<li>Abaixo vídeo que destaca os argumentos de engajamento de participantes do evento de Sustentabilidade SWU.<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/zrdtY5AkEnk?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1" wmode="opaque" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
</ul>
<p>De maneira global, a Sustentabilidade Digital está sendo endereçada por estes canais, gerando novas oportunidades e mais produtividade. Mas, objetivamente, ainda não perdeu suas características primordiais.</p>
<p>Assim como para qualquer bom negócio, o planejamento de ações sustentáveis tem nos canais sua mera materialização, podendo ter a tecnologia como fim ou simples viabilizadora de suas ações.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://econsultingcorp.wordpress.com/2011/05/20/as-diferentes-faces-da-sustentabilidade-digital/" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>SEM e Redes Sociais mexem com sua marca. Como participar desta briga?</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2011/04/sem-e-redes-sociais-mexem-com-sua-marca-como-participar-desta-briga/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 23:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atratividade]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
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		<category><![CDATA[recall]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[web semantica]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.
Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:
SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.freeiconsdownload.com/site-images/Large/social_networking_iconpack_452.jpg" alt="" width="300" height="223" />Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.</p>
<p>Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:</p>
<p><strong>SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema de Procura) x Branding</strong></p>
<p>Há alguns anos o tráfego direto para os sites tem se reduzido consideravelmente, já que os acessos originados por sistemas de procura são hoje ampla maioria. Esta tendência, que denota a importância dos sistemas de procura no ciclo de vida de um site, se confirma com a disseminação de todas as técnicas de SEO (Search Engine Optimization – Otimização de Sites para Sistemas de Procura).</p>
<p><span id="more-1346"> </span></p>
<p>Atualmente, chegamos, inclusive, a um momento em que SEO não é mais praticamente diferencial, mas qualificador/estruturante para o melhor posicionamento das suas ações online.</p>
<p>Desta maneira, podemos e devemos enxergar os sistemas de procura como principal ferramenta online de geração de “leads” para os projetos digitais. Sendo assim, vamos entender um pouco melhor a etapa anterior de interação do consumidor com o sistema de procura, imediatamente antes de chegar ao site e, portanto, à tangibilização das propostas de valor e experiência da marca.</p>
<p>Os sistemas de procura foram os primeiros ambientes na Web a concretizar os conceitos de Web Semântica, por trazerem links e conteúdo referentes a palavras-chave. Este conceito deve se ampliar em breve e influenciar o comportamento de diversas plataformas de gestão de conteúdo. Abaixo algumas reflexões diretas dessa característica:</p>
<ul>
<li>O maior ganho parece estar no fato de trabalhar com a semântica de maior e/ou real relevância para o consumidor, já que o contexto resultante foi derivado de sua própria seleção, aumentando, portanto, a taxa de conversão;</li>
<li>As estratégias de SEM partem de um princípio simples de “apropriação” de determinados contextos semânticos; portanto podemos falar em associação direta da marca com palavras e conceitos;</li>
<li>As estratégias devem sempre comungar de objetivos claros, pois as variações semânticas são muito grandes. Desta maneira, o planejamento para sites de E-Commerce e projetos institucionais (ou de conteúdo), por exemplo, precisam ser claramente diferenciados: o primeiro tem foco claro na dinâmica promoção-produto-preço-condição, enquanto o segundo pode ter aplicação semântica mais ampla e abstrata por tratar conceitos, tais como atributos de marca (valores intangíveis);</li>
<li>Mas, por outro lado, precisa haver real legitimidade no posicionamento semântico. As palavras que se escolhe associar à marca precisam, de fato, estar diretamente relacionadas à procura do usuário. Em ambientes abertos, sem controle ou domínio, como são boa parte dos serviços na internet, não se pode enganar o consumidor. E isso se traduz diretamente nos “bounce rates” do seu site, quando o lead gerado não implica na conversão do usuário que imediatamente sai do ambiente criado para sua marca.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante que aparece quando se fala em sistema de procura é a questão do posicionamento de seu link na lista de resposta. O que será melhor: primeira posição ou primeiras posições?</p>
<ul>
<li>De cara, já podemos confirmar pesquisas diversas apontando para um real aumento de atratividade para presença nas primeiras páginas de retorno da procura, aumentando assim as taxas de conversão;</li>
<li>De maneira global, podemos afirmar que links que aparecem após a 3<sup>a</sup> página são praticamente inexistentes e irrelevantes;</li>
<li>Adicionalmente, o recall (brand awareness) gerado por este posicionamento também é dado como certo. Para que a associação e a apropriação semântica possam ter cola mais forte, um posicionamento nas primeiras colocações é essencial, pois só a esta premissa de visibilidade, este impacto imediato é visto como status pelo consumidor (na mesma linha do conceito “the winner takes it all”);</li>
<li>Mas é preciso ter cuidado, pois o sistema de compra de palavras funciona com base no princípio de leilão. Desta maneira, algumas palavras custam caro e a disputa por elas (e, portanto, por seu contexto semântico) pode inflacionar seu preço. Com isso, o ROI da ação de SEM pode sofrer redução e consumir importante foco de investimento das empresas.</li>
</ul>
<p><strong>Redes Sociais x Branding</strong></p>
<p>As redes sociais são uma febre inegável. Mas o que acontece com sua marca lá dentro? Estes ambientes estão abertos à participação pública e o monitoramento rigoroso destes ambientes é objetivamente inviável de ser realizado com precisão.</p>
<p>As duas características básicas destes ambientes determinam facilmente os cuidados a se ter neste contexto:</p>
<ul>
<li>Ambiente sem controle: o conteúdo postado nestes sites, redes e comunidades não permite controle pelas marcas e pessoas</li>
<li>Ambiente sem domínio: a empresa dona da marca não é dona do ambiente, rede ou comunidade e a participação de usuários é irrestrita, geralmente sem monitoramento de suas participações</li>
</ul>
<p>Desta maneira, fica claro o risco de exposição das marcas. Por outro lado, a consolidação e importância destes serviços é inegável. Assim sendo, melhor estar presente a deixar os outros falarem pela sua marca, desde que você participe ativamente (e lidere em influência positiva, quando possível) a discussão.</p>
<p>Portanto, quando o assunto é redes sociais, falamos, inicialmente, muito mais de proteção de valor de marcas com atributos estabelecidos para determinados públicos (reputação como centro!), do que ações proativas de construção de atributos de valor desejados (ainda que esse seja um objetivo legítimo).</p>
<p>Uma maneira interessante e extrema de participar deste processo, já aplicada por algumas empresas, é substituir seu site ou apontar seu domínio para sua página dentro de uma rede social (principalmente Facebook). Nesta página, pode-se controlar um conjunto mínimo de variáveis e, portanto, já se insere dentro deste contexto controle de riscos, mitigado por um maior poder de troca, colaboração e relacionamento transparente.</p>
<p>A participação efetiva em redes sociais e o posicionamento para proteção de sua marca incorrem em impactos indiretos no Branding, tais como:</p>
<ul>
<li>Transparência: todos os usuários sabem e aproveitam de sua liberdade de expressão na rede; por isso também reconhecem os esforços de sua marca ao se expor neste contexto (lembrando a expressão “botando a cara pra bater”);</li>
<li>Legitimidade: aqui, o conceito também volta. Não há possibilidade de se posicionar nestas redes com discursos corporativos formais, com argumentos padronizados (como scripts pré-definidos de atendimento) ou ainda levantando a bandeira corporativa de maneira incisiva e sistemática. O relacionamento nestes ambientes é informal, natural, fluido, co-construído e, principalmente, precisa ser verdadeiro e honesto, sob pena de colocar todo o atributo de “Transparência” (tópico anterior) a perder;</li>
<li>Proximidade: inserir-se neste contexto é também aproximar-se dos consumidores atuais e potenciais, deslocar-se até estes ambientes em que se encontram. Desta maneira, valoriza-se o relacionamento e conexão da marca com o público ali presente;</li>
<li>Engajamento: por fim, mas não menos importante, a participação em algumas redes de nicho pode agregar à marca um perfil de engajamento, associando para aqueles participantes a marca à ação, causa ou bandeira que o grupo representa.</li>
</ul>
<p><strong>SEM x Redes Sociais x Branding</strong></p>
<p>Mas então aonde estes conceitos convergem no retorno para a sua marca?</p>
<p>De maneira mais imediata e simplista, sistemas de procura retornam interação em redes sociais. Por isso, redes sociais precisam também ser consideradas como ambientes semânticos e sistemas de procura. Pelos seus retornos, também evidenciam todas as interações (agressões ou elogios) com sua marca.</p>
<p>O que nos parece importante concluir é que qualquer uma das práticas é inevitável e desejada (recomendada por certo). Apesar das características de proteção de valor, cada uma das atuações tem clara vocação para alguns benefícios indiretos que não podem ser desprezados. Adicionalmente, são ambientes complementares que, somados (em função de sua inter-relação/dependência), permitem potencializar ações de um ambiente para o outro, reduzindo riscos e potencializando benefícios.</p>
<p>Criamos um quadro (abaixo) para resumir esta visão, pois na Web, já não é mais possível viver de um ambiente só.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong> </strong></td>
<td width="189" valign="top"><strong>Principais Riscos</strong></td>
<td width="189" valign="top"><strong>Principais Benefícios</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>SEM</strong></td>
<td width="189" valign="top">Guerra Semântica</td>
<td width="189" valign="top">Recall, Atratividade, Lead</td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>Redes Sociais</strong></td>
<td width="189" valign="top">Reputação</td>
<td width="189" valign="top">Transparência, Proximidade, Engajamento</td>
</tr>
<tr>
<td width="189" valign="top"><strong>SEM x Redes Sociais</strong></td>
<td width="189" valign="top">Redução dos Riscos de Atuação Separada</td>
<td width="189" valign="top">Legitimidade, Potencialização de Capacidade de Conversão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://thedomnetwork.wordpress.com/2011/04/28/sem-e-redes-sociais-mexem-com-sua-marca-como-participar-desta-batalha/" target="_blank">The DOM Network</a></span></p>
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		<item>
		<title>Até o fim da década, 55 bilhões de dispositivos móveis</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 02:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web3.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos e pesquisas elaborados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e por consultorias de renome têm a resposta a essa pergunta: o mundo poderá ter um total de 55 bilhões de dispositivos de comunicação móvel no fim desta década.
Desses 55 bilhões, cerca de 12 bilhões de dispositivos móveis serão, acima de tudo, smartphones, tablets, celulares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dret.net/lectures/web-fall09/img/phones.jpg"><img class="alignleft" src="http://dret.net/lectures/web-fall09/img/phones.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Estudos e pesquisas elaborados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e por consultorias de renome têm a resposta a essa pergunta: o mundo poderá ter um total de 55 bilhões de dispositivos de comunicação móvel no fim desta década.</p>
<p>Desses 55 bilhões, cerca de 12 bilhões de dispositivos móveis serão, acima de tudo, smartphones, tablets, celulares convencionais, leitores eletrônicos (e-readers) e outros, dedicados à comunicação pessoa-pessoa e homem-máquina. Os restantes 43 bilhões de dispositivos móveis, num cenário de quase ficção, serão voltados à comunicação máquina-máquina nas mais diversas funções. Por outras palavras, as máquinas se comunicarão muito mais com outras máquinas, numa proporção quase quatro vezes maior do que as pessoas entre si. Assim será o que já se chama de mobilidade 3.0.</p>
<p>Esse tema despertou o entusiasmo da maioria dos palestrantes do Congresso Mundial de Mobilidade (Mobile World Congress 2011), de 14 a 17 de fevereiro em Barcelona.</p>
<p>O segundo avanço extraordinário que beneficiará a todos será a &#8220;internet das coisas&#8221; &#8211; um salto da web que estará intimamente ligado à nuvem e nos permitirá estabelecer elos virtuais ou links entre objetos materiais: livros, discos, móveis, documentos, mercadorias, produtos físicos e outros. Essa nova internet terá grande aplicação não apenas em ambiente doméstico ou industrial, mas, principalmente, em ambientes de mobilidade.</p>
<p>A internet das coisas permitirá que nossos carros troquem informações não apenas com os pedágios eletrônicos, mas também com outros veículos e com as estradas, com os sistemas de sinalização e de segurança. Mais ainda: poderão estacionar com precisão e segurança, sem bater nos outros nem na sarjeta.</p>
<p>Nossas roupas, smartphones e objetos pessoais falarão entre si e com o mundo à sua volta, com as portas, paredes e com outros aparelhos domésticos. Com a internet das coisas, o mundo viverá o auge da comunicação máquina-máquina. Bilhões de sensores falarão entre si e estabelecerão um novo diálogo com semáforos, sistemas de transporte, de segurança pública e doméstica, de vigilância de prédios e ruas, de controle do consumo de energia e outras aplicações.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte Estadão: <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110313/not_imp691198,0.php" target="_blank">1</a> e <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110313/not_imp691200,0.php" target="_blank">2</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BI móvel traz novos recursos ao relacionamento com o cliente</title>
		<link>http://www.plataformai.com.br/v3.0/2010/11/bi-movel-traz-novos-recursos-ao-relacionamento-com-o-cliente/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 12:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[case]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[As aplicações móveis de Business Intelligence estão abrindo novas possibilidades de negócios para empresas e têm ganhado espaço nas corporações. E um dos processos que tende a se beneficiar da tendência é a área de atendimento ao cliente e vendas (agentes e PDV).
Segundo a analista da consultoria Frost &#38; Sullivan, Samir Sakpal, a análise móvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i.cmpnet.com/intelligententerprise/images/0812/Pressures-Driving-Mobile-BI.jpg"><img class="alignleft" title="BI movel traz novos recursas as equipes de contato com o cliente" src="http://i.cmpnet.com/intelligententerprise/images/0812/Pressures-Driving-Mobile-BI.jpg" alt="" width="300" /></a>As aplicações móveis de Business Intelligence estão abrindo novas possibilidades de negócios para empresas e têm ganhado espaço nas corporações. E um dos processos que tende a se beneficiar da tendência é a área de atendimento ao cliente e vendas (agentes e PDV).</p>
<p>Segundo a analista da consultoria Frost &amp; Sullivan, Samir Sakpal, a análise móvel de dados ultrapassará a barreira do mercado de nicho, como se posiciona hoje, para entrar na lista dos principais aplicativos das corporações. “É uma ferramenta capaz de fazer duas coisas essenciais para as companhias: acelerar tomadas de decisões e melhorar qualidade de serviço ao cliente”, avalia.</p>
<blockquote><p>A Johnson possui uma série de benchmarks para auditorias mensais que rastreia informações diversas, como  a condição de limpeza das lojas dos varejistas. Até então, essas informações que eram coletadas com papel e caneta e inseridas, posteriormente, em laptops, usando um gerenciador de conteúdo.<br />
Se a loja falhasse no enquadramento a certos padrões, os auditores tinham que voltar e pesquisar auditorias prévias para observar se havia discrepância nas avaliações anteriores. Depois disso, eles teriam que realizar uma segunda auditoria, para verificar se os problemas tiveram correção. Novamente teriam de escrever tudo em um papel, voltar ao laptop e conferir de novo o desempenho da loja.<br />
Em abril, a empresa lançou um programa-piloto no qual seis supervisores de distritos poderiam inserir dados diretamente em seus aparelhos BlackBerry durante as visitas. A informação seria inserida no gerenciador de conteúdo por meio da ferramenta de código aberto BIRT (Business Intelligence and Reporting Tools) e então exibidos em um painel de visualização.<br />
Os dados enviados pelos supervisores de uma loja em particular eram automaticamente processadas e comparadas com as avaliações e auditorias prévias da loja e com o desempenho de outras lojas da cadeia em todos os Estados Unidos. “É possível analisar a perspectiva de uma única loja, do distrito, da região ou do país todo”, descreve Weisman.</p></blockquote>
<p>BI móvel pode soar complicada, mas não precisa ser. Um exemplo é a Circlel of Blue, que implantou BI móvel com pouquíssimo trabalho. &#8220;Há uma quantidade massiva de informações a respeito, boa parte dela ainda confinadas e inacessíveis&#8221;, afirma o fundador e diretor executivo da organização, J. Carl Ganter.</p>
<p>Todo o desenvolvimento foi feito por um analista de dados com formação em engenharia química e nada de teinamento formal de TI. O analista somente fez download do software e &#8220;começou a brincar&#8221;, como ela mesmo diz. &#8220;Na verdade foi divertido, mais ou menos como trabalhar com planilhas Excel&#8221;, diz. Das &#8220;brincadeiras&#8221;, veio uma forma de comparar dados sobre questões fundamentais relacionadas à água de 25 países.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/11/10/bi-movel-melhora-o-atendimento-ao-cliente/" target="_blank">ComputerWorld</a></span></p>
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		<title>BI amadurece no Brasil, segundo IBM</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 00:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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IBM destaca amadurecimento de ferramentas de BI e BA em bancos, telcos e varejos. Bens de consumo e manufatura começam a buscar aplicações.
Quando se fala em projetos envolvendo soluções de inteligência analística, o Brasil segue a lógica com as verticais de serviços financeiros, telecomunicações e varejo puxando a adoção tecnológica. A justificativa é simples: tratam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="BI amadurece no Brasil, segundo IBM" src="http://smbconseil.com/headlconsulting/img/pic-index-bi.jpg" alt="BI amadurece no Brasil, segundo IBM" width="300" /></p>
<p>IBM destaca amadurecimento de ferramentas de BI e BA em bancos, telcos e varejos. Bens de consumo e manufatura começam a buscar aplicações.</p>
<p>Quando se fala em projetos envolvendo soluções de inteligência analística, o Brasil segue a lógica com as verticais de serviços financeiros, telecomunicações e varejo puxando a adoção tecnológica. A justificativa é simples: tratam-se de indústrias que manejam grandes volumes de dados. Algumas empresas no País, inclusive, são citadas como referência pela IBM. É o caso do Itaú &#8211; que segundo a fabricante possui um dos maiores e mais sofisticados data warehouses do mundo &#8211; e da rede varejista Casas Bahia, pela complexidade e eficiência que trabalha informações.</p>
<p>A fabricante, contudo, começa a perceber outras indústrias interessadas em começar a explorar o universo de soluções analíticas e preditivas. &#8220;Estão surgindo projetos junto a indústrias de bens de consumo, que tentam conhecer clientes finais e a melhor forma de trabalhar junto ao varejo, e de manufatura, que também começam a olhar para essas soluções em busca de melhores processos na linha produtiva e da cadeia de fornecimento&#8221;, comenta Katia Vaskys, que trocou o comando da Teradata Brasil pela área de consultoria da IBM em meados de abril de 2010, liderando uma equipe de consultoria focada em projetos de gestão da informação e inteligência analítica no Brasil e América Latina.</p>
<p>&#8220;A grande chave para um projeto desse tipo&#8221;, diz a executiva, &#8220;é o entendimento dos requerimentos de negócio. cada indústria tem seus indicadores principais, que precisam ser monitorados&#8221;. Comparando modelos tradicionais de Business Intelligence com a promessa da indústria de entregar cada vez mais ferramentas preditivas, Katia cita como diferente necessidade que a complexidade econômica moderna impõem as corporações para tratar sua massa de dados de forma ágil para conseguirem se destacar.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://cio.uol.com.br/carreira/2010/10/27/cios-precisam-atuar-de-forma-proativa-se-quiserem-ser-percebidos-como-agentes-de-mudanca/" target="_blank">CIO</a></span></p>
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		<title>BI aplicado de maneira integrada</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 22:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bpm]]></category>
		<category><![CDATA[business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Já foi o tempo em que as ferramentas analíticas eram utilizadas apenas para entender o que leva o  consumidor a comprar um produto ou um serviço. Hoje, essas soluções servem de base para avaliar a fundo os processos operacionais e decifrar questões que podem fazer a diferença entre o lucro e o prejuízo das corporações.
Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://systematichr.com/wp-content/uploads/2010/06/BI.gif"><img class="alignleft" title="BI utilizado de maneira integrada potencializa performance do negócio" src="http://systematichr.com/wp-content/uploads/2010/06/BI.gif" alt="" width="300" /></a>Já foi o tempo em que as ferramentas analíticas eram utilizadas apenas para entender o que leva o  consumidor a comprar um produto ou um serviço. Hoje, essas soluções servem de base para avaliar a fundo os processos operacionais e decifrar questões que podem fazer a diferença entre o lucro e o prejuízo das corporações.</p>
<p>Na prática, graças às informações oriundas do BI (Business Intelligence), muitos CIOs têm ajudado os gestores de negócio a adicionar inteligência ao processo de tomada de decisão, de maneira contínua. O vice-presidente sênior e CIO da Cuna Mutual Group – companhia de seguros que atua em oito países e faturou 2,8 bilhões de dólares em 2009 – , Rick Roy, conta que tem conseguido gerar e economizar cifras importantes, graças à sofisticação das ferramentas de análise dos negócios.</p>
<p>O executivo diz que hoje visualiza, em tempo real, os produtos mais vendidos pela companhia e o perfil dos compradores, além de ser capaz de  identificar os motivos para o desempenho das vendas. “As informações analíticas também orientam mudanças nos processos de negócio, o que contribui para aprimorar drasticamente a produtividade”, relata Roy.</p>
<p>Uma recente pesquisa global realizada pela CIO/EUA, ouvindo 335 líderes de TI, aponta que 65% deles consideram que as ferramentas de BI e de análise estimularam uma mudança nos processos de negócio de suas empresas em 2009. Contudo, só 41% dos entrevistados contam com ferramentas de análise e de BPM (gestão dos processos de negócio) fortemente integradas.</p>
<p>As ferramentas de análise integradas a sistemas de CRM (gestão de relacionamento com o cliente) ou a soluções de comércio eletrônico também podem ajudar a entender melhor como pensam os usuários. No ano passado, a Cuna Mutual recorreu à análise para ter uma compreensão dos membros das cooperativas de crédito que atende.</p>
<p>A companhia fornece produtos financeiros para 7 mil cooperativas. Segundo o  CIO, desde 2000, o número de pessoas que aderiram a esses grupos cresceu 14%. “Mas a nossa base de clientes tem encolhido a uma taxa de 24%, sobretudo, graças às aquisições no setor”, diz, Rick Roy. Com base nessa realidade, a única alternativa de crescimento da Cuna é ampliar o número de produtos e serviços oferecidos aos atuais associados.</p>
<p>Os analistas de negócio ficaram surpresos ao descobrir que metade da receita de 2,8 bilhões de dólares da Cuna Mutual é proveniente de três dos seus 12 segmentos de clientes. Assim, a companhia tem trabalhado para criar produtos financeiros que atraiam os outros nove setores que representam a menor parcela das vendas. Para conquistar consumidores da geração Y, por exemplo, está ampliando o acesso móvel e pela internet aos produtos fornecidos para as cooperativas de crédito. A empresa também criou um software que oferece seguro de vida ou de incapacidade, automaticamente, para pessoas que fazem empréstimos.</p>
<p><strong>A partir destas constatações, como não considerar o BI como plataforma essencial de crescimento do seu negócio?</strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/09/03/bi-organizacoes-investem-em-novos-perfis-de-projetos" target="_blank">CIO</a></span></p>
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		<title>Morre a web, volta o software proprietário?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo de Filipe Tavares Serrano no Estadão setencia: &#8220;a web está morrendo, e com ela todo o modelo construído em volta da internet baseado em bilhões de páginas HTML dispersas e organizadas por – não apenas, mas principalmente – uma empresa, o Google. Um modelo em que os concorrentes não têm vez e, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.apwn.fr/wp-content/uploads/2010/04/application-iphone.png"><img class="alignleft" title="Morre a web, volta o software proprietário?" src="http://www.apwn.fr/wp-content/uploads/2010/04/application-iphone.png" alt="" width="300" /></a>O artigo de Filipe Tavares Serrano no Estadão setencia: &#8220;a web está morrendo, e com ela todo o modelo construído em volta da internet baseado em bilhões de páginas HTML dispersas e organizadas por – não apenas, mas principalmente – uma empresa, o Google. Um modelo em que os concorrentes não têm vez e, por isso, estão criando plataformas onde o Google não pode entrar, como as lojas de aplicativos do iPhone e do iPad e a megalomaníaca rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook.&#8221;</p>
<p>Essa ideia foi proposta na edição de setembro da revista <em>Wired</em>, publicada na terça-feira passada, em uma reportagem de capa que, rodou, curiosamente, a web.</p>
<p>A primeira é assinada pelo editor-chefe da revista, Chris Anderson, e explica a ideia do fim da web afirmando que as pessoas estão mais recebendo – e não buscando – informação na internet usando principalmente aplicativos e plataformas. Conectado à rede com um celular, tablet, soft-ware ou rede social, o navegador – o browser – perde a relevância e, com ele, a ideia do website. “Plataformas dedicadas funcionam melhor ou se encaixam melhor na vida das pessoas”, diz o texto.</p>
<p>Catastrofismos a parte, a web não morrerá assim como não morreu o livro, o cinema, o radio ou a televisão. Mas certamente, o retorno para aplicativos específicos, com preço muito mais justo (também, o mercado ganhou escala), parece um caminho sem volta.</p>
<p><strong>A web cada vez mais meio, os modelos de negócio online precisando (cada vez mais) se justificar financeiramente. Isso é caminho absolutamente natural. </strong><strong>A cauda não é tão longa afinal!</strong></p>
<p><a title="clique aqui" href="http://blogs.estadao.com.br/link/a-proxima-vitima/" target="_blank">Fonte Estadão</a></p>
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