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	<title>Plataforma Interativa &#187; Marca</title>
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		<title>Como Web 2.0 vem influenciando a relação entre Empresas e Funcionários?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 08:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?
A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg"><img title="ar119979538253239" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg" alt="" width="500" height="425" /></a></p>
<p><strong>Como Web 2.0 Vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?</strong></p>
<p>A Web teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as empresas a participar das tais Redes Sociais e dos novos recursos que a Web 2.0 vem disponibilizando. Por outro lado, as empresas incorporaram em seu ecossistema digital interno uma série de funcionalidades que mudaram a maneira das pessoas/funcionários trabalharem e se relacionarem.</p>
<p>Por isso, pode-se dizer que a Web2.0 vem reescrevendo as regras de gestão e governança internas nas companhias, pois:</p>
<ul>
<li><strong>Coloca o digital no mapa Multicanal das Relações Empresas-Funcionários<br />
</strong>Definitivamente, os novos canais digitais, online e colaborativos estão no radar das novas estratégias corporativas. Não se pode mais ignorar estes ambientes como recursos de relacionamento, transações e comunicação com os funcionários.<br />
Seja em ambientes próprios, seja em ambientes públicos ou ainda em ambientes de terceiros, é fundamental se estimular a colaboração e o engajamento a partir destes ambientes:</li>
</ul>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Sejam positivas, sejam negativas, todas estas participações têm impacto na credibilidade e alinhamento interno e já surgem diversos cases de sustentação e degradação desses pilares a partir dessas redes sociais internas,</li>
<li>As transações online se fixaram definitivamente e hoje são um meio essencial de agilizar e integrar empresas e colaboradores, desde questões mais diretas, como salários e colaborações em grupos de projetos, até clubes de fidelidade e mercados colaborativos internos. Estes recursos estão se expandindo, hoje já se fala em M-commerce, TV-commerce e Social-commerce via redes sociais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Dessa forma, os times de RH precisam estar preparados para isso:</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li>Definindo políticas, modelos de gestão e operação alinhados à cultura corporativa e, ao mesmo tempo, transformando o digital e a colaboração em lentes internas de atuação e decisão,</li>
<li>Suportando processos nestes ambientes novos, integrando equipes e times, co-construindo projetos e soluções e, portanto, sendo capaz de entender e ativar gatilhos e skills,</li>
<li>Incorporando aos processos de recrutamento e seleção uma rotina sistemática de checagem de capacidade de interação com estes meios, hoje incontornáveis, tanto na atração de talentos, via comunicação, como no monitoramento e categorização de oportunidades.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Demanda a formalização de Códigos de Conduta em ambientes sociais/digitais, a fim de mitigar os riscos advindos da utilização dessas mídias<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg"><img title="stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/stock-photo-business-ethics-in-the-workplace-office-level-39584644.jpg" alt="" width="450" height="311" /></a><br />
Em paralelo, estes recursos sociais (que são essencialmente colaborativos) mudaram os hábitos e colocaram recursos colaborativos e/ou de compartilhamento de todos os formatos disponíveis na ponta do mouse de qualquer usuário simples de um computador. Desta maneira, praticamente qualquer um (e isso só piora com os recursos de dispositivos móveis) tem a possibilidade de colocar para o mundo suas opiniões, fotos e vídeos, quebrando a fronteira entre vida pessoal e profissional e abrindo ao “mercado” as entranhas corporativas e seus segredos.<br />
A orgia atual pela utilização destes recursos, somada à imaturidade dos empregados no seu uso, tem feito com que diversos excessos fossem cometidos por funcionários nestes ambientes, compartilhando publicamente situações de trabalho que deveriam ficar restritas, ou expondo de maneira excessiva suas vidas particulares criando situações de difícil solução, ou ainda respondendo publicamente por suas empresas, mesmo sem te convocatória para tal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fortalece a necessidade de se redefinir as regras de segurança e as responsabilidades da empresa e dos colaboradores<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg"><img title="wimbledon_tuesday" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Wimbledon_crowd_1209326i.jpeg.jpg" alt="" width="566" height="365" /></a><br />
Adicionalmente, estes recursos ainda podem permitir que dados e/ou informações criticas do ambiente de trabalho vazem (literalmente) para o domínio público. De maneira complementar, estas funcionalidades viabilizam a transferência para uso pessoal de documentos que deveriam ser da empresa.<br />
De maneira global, mesmo que representando crime com pena bem definida, a Web é um caminho de flexibilização das Regras de Segurança da Informação que as empresas demoraram tanto a conseguir dominar e que, a partir de agora, são alvos fáceis da contra-governança.</li>
</ul>
<p>Ademais, a Web 2.0 vem incrementando a forma como os candidatos se relacionam com as empresas e vice-versa, pois possibilitam:<strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>A submissão da candidatura online e ter capacidade de utilizar ferramentas digitais<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg"><img title="cv" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cv.jpg" alt="" width="479" height="319" /></a><br />
Praticamente nenhuma empresa recebe mais currículos em papel. Em todos os sites de grandes empresas, fica disponível um formulário para preenchimento dos campos básicos de um currículo. Explodiram as oportunidades e o mercado para sites especializados em divulgação de currículos, redes de conexão de profissionais e ferramentas de exposição da experiência pessoal.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>A utilização de E-Learning<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg"><img title="Computer keyboard with key Learn" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/e-learning.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
O formato de transmissão de conhecimento também evoluiu. Todo tipo de formação, da mais técnica ou operacional à mais abstrata e acadêmica, encontra em ambientes digitais os suportes necessários para formatação e verificação de conhecimento.<br />
Antes visto com certo desprezo, hoje existem cursos em universidades de grande prestígio no formato online. Estes ambientes permitem altíssimo grau de multiplicação de conhecimento, colaboração e interação. Por conseqüência, não seria muito diferente em ambiente corporativo que, até se apoiando nestas instituições, desenvolveram universidades corporativas e programas específicos e interativos de transmissão tanto de conhecimento interno, quanto de formação e evolução pessoal para seu corpo de empregados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Transformam a vida online em parte ativa do currículo de cada candidato<br />
</strong><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg"><img title="Socialnetworkingvisualisation" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Socialnetworkingvisualisation.jpg" alt="" width="409" height="309" /></a><br />
Por fim, mas não menos importante, se por um lado os ambientes 2.0 são um risco para as empresas, por outro também são um palco de exposição para os candidatos. As equipes de RH usam extensamente as Mídias Sociais para conhecer melhor seus proponentes.<strong></strong></li>
</ul>
<p>A Web 2.0, com suas Redes Sociais, é um palco repleto de riscos e oportunidades para empresas e empregados utilizarem tanto de maneira positiva, como transformarem em um enorme risco para ambos.</p>
<p>A Web é o vidro da vitrine onde cada um expõe o produto que lhe convêm. Ponto a menos para as empresas que precisam, hoje em dia, colocar a vitrine na mão dos seus empregados. Ponto a mais para os empregados e consumidores que reequilizaram as relações de força e liberdade com as empresas. Que ninguém atire pedras!</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.thedomnetwork.com.br/como-web-2-0-vem-influenciando-a-relacao-entre-empresas-e-funcionarios/?__akacao=564377&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=75cf&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+Rha%EDzes+by+DOM+Strategy+Partners+9%AA+Edi%E7%E3o" target="_blank">TheDOMNetwork</a></span></p>
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		<title>Qual o Papel da Web2.0 na Convergência?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 08:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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É certo que a Web2.0 é a plataforma mais recente da convergência. Mas onde este movimento está nos levando?
A convergência é assunto discutido há muito tempo. Os recursos tecnológicos sempre foram o grande recurso para sua viabilização. Talvez, a pedra fundamental disso tenha sido inclusive o próprio cinema, que foi pioneiro em juntar imagem (em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ecnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Convergence2.jpg"><img title="MP3" src="http://www.ecnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Convergence2.jpg" alt="" width="408" height="294" /></a></p>
<p>É certo que a Web2.0 é a plataforma mais recente da convergência. Mas onde este movimento está nos levando?</p>
<p>A convergência é assunto discutido há muito tempo. Os recursos tecnológicos sempre foram o grande recurso para sua viabilização. Talvez, a pedra fundamental disso tenha sido inclusive o próprio cinema, que foi pioneiro em juntar imagem (em movimento) e som (voz, música).</p>
<p>De lá pra cá, são recursos multimídia diversos que já conseguem provocar mais que os sentidos visual e auditivo; hoje, já se fala em cheiros à distancia e devices interativos e biométricos dos mais diversos para o tato (a começar pelas aplicações para deficientes visuais).</p>
<p>As aplicações da convergência sempre tiveram foco em entretenimento e no suporte às Vendas das empresas. Afinal, maravilhar os sentidos sempre foi um recurso altamente valioso da comunicação e vendas.</p>
<p>A Web 2.0 só veio somar neste ciclo virtuoso da completude mediática. A convergência agrega aos seus encantos todos os <span style="text-decoration: underline;">recursos da web 2.0 de natureza compartilhada, colaborativa e de engajamento</span> .</p>
<ul>
<li><strong>Modelos de Negócio Convergentes</strong></li>
</ul>
<p>Olhando para o mercado, podemos notar que Modelos de Negócio Convergentes sempre tiveram o perfil central em distribuição de conteúdo. Como vimos anteriormente, eles podem ter o formato de entretenimento ou de comunicação.</p>
<p>No primeiro, o espetáculo é foco de desenvolvimento do produto. O objetivo é criar um show. No segundo formato, o foco está na distribuição de informação. Os dois conceitos e abordagens hoje praticamente se confundem e fazem do espetáculo ou da relevância da informação passada o gancho ou gatilho para alguma comercialização: aproveitando seu tempo para comerciais ou através de pagamento formal para acesso.</p>
<p>Desta maneira, três indústrias entenderam essa simbiose mais rapidamente e têm sido alvo de consolidações corporativas nos últimos tempos:</p>
<p>-  Indústria publicitária (conteúdo): agências, empresas de marketing direto,…</p>
<p>-  Indústria Mediática (formatos, canais e conteúdo): TV, jornal, revista, radio, internet,…</p>
<p>-  Indústria de Telecomunicações (formatos, canais e conteúdo): Telefone fixo, telefonia móvel, telefonia a rádio,…</p>
<ul>
<li><strong>Convergência em Vendas e Comunicação</strong></li>
</ul>
<p>A convergência se materializou de maneiras diferentes para atender às necessidades de Vendas e Comunicação das empresas.</p>
<p>Para Vendas, encontramos hoje:</p>
<p>-  Displays Multimídia: exibindo em televisões cada vez mais baratas, produções cada vez mais sofisticadas em produção e qualidade de som/imagem;</p>
<p>-  Tótens: permitindo acesso a conteúdo detalhado, interativo e altamente estimulante, integrado com recursos de compra online (ou compra sem contato humano – <em>contactless payment</em>);</p>
<p>-  Vídeos interativos: a possibilidade de interagir com cenas em vídeos ou então poder personalizar a veiculação de conteúdo em vídeo já é realidade. Em paralelo, está cada vez mais próximo o momento de termos a tal TV Interativa (onde se poderá clicar em qualquer elemento da tela para poder obter mais detalhes ou comprar diretamente pela TV).</p>
<p>Quanto a modelos de Comunicação, alguns recursos típicos são mais presentes:</p>
<p>-  TVs em elevadores: viraram uma febre, entregando notícia atualizada e personalizada ao perfil do visitante. Esta plataforma permitiu veiculação de publicidade e promoção em diversos formatos audiovisuais, permitindo sugerir ao cliente a consulta a canais ditos tradicionais, a partir de uma mídia externa;</p>
<p>-  Modelos virais em vídeo: os modelos virais tiram agora proveito dos recursos convergentes. Aquela sacadinha de uma publicidade, aquela estória absurda, circula pelos mais diferentes formatos, nos mais diversos canais e fortemente pela Web;</p>
<p>-  Podcasts: para citarmos um formato puramente de Internet. Este formato levou o rádio para Web. A facilidade de uso dos recursos Web 2.0 e da gravação de áudio colocou a disposição dos consumidores recursos permitindo a qualquer um transmitir sua programação. O fenômeno da convergência também passa pela alta capacidade atual de massificação de conteúdo.</p>
<p>E a Web2.0, onde entra?</p>
<p>A Web2.0 tem por característica primordial promover forte interação do canal com seu usuário. Por conseqüência, seus recursos somaram à forte vocação da convergência:</p>
<p>-  Forte capacidade compartilhamento: ganho de velocidade e facilidade de publicação de conteúdo, a própria estrutura de atuação dos usuários em rede fazendo qualquer <em>buzz</em> ou viral expandir-se em velocidade exponencial, tudo isso com benefícios de suporte a todas as mídias ricas disponíveis;</p>
<p>-  Forte capacidade de interatividade: comentar, compartilhar conteúdo, marcar uma pessoa, a Web 2.0 permite que se contribua com uma informação inicial de maneira aberta e completo. As Redes Sociais são o recurso de grande contribuição, facilitando hoje em dia a identificação dos usuários e criando fluxos de relacionamento claros, determinando redes, grupos e comunidades;</p>
<p>-  Forte capacidade de engajamento: a Internet tem grande capacidade de mobilizar nichos, grupos em torno de temas que os sensibilizem. A Web 2.0 transforma a convergência em ferramenta para temas de relevância, congregando pessoas e criando forças produtivas, motoras e muito motivadas em prol das causas mais diversas. Se marcas e produtos conseguirem se apoderar destas bandeiras, terão oportunidade de surfar com maior competência esta onda.</p>
<p>Desta maneira, a Web 2.0 tornou-se central em qualquer visão Multicanal ou visão de integração de esforços de Marketing. A Web2.0 é multiformato, multiplataforma e multiusuário, mas principalmente é one-to-one, segmentada, controlada e, por conseqüência, muito eficiente.</p>
<p>Por conta desta força, a Web está se transformando em ambiente, em suporte. As outras mídias estão indo para Internet, tão mais rica em recursos/formatos e tão mais pronta para segmentação e individualização de oferta. Não à toa, as novas televisões já vêm de fábrica, com acesso à Internet, com acesso a serviços convergentes da Internet (YouTube, Mensengers, Redes Sociais, entre outros).</p>
<p>Neste mundo de hoje em que a Web2.0 é interação e a Web é ambiente, a convergência é formato e o conteúdo é total.</p>
<p><span style="color: #888888;">Em colaboração com </span><a title="clique aqui" href="http://www.ecnetwork.com.br/qual-o-papel-da-web2-0-na-convergencia/?__akacao=547733&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=75ea&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+PIPE+11%B0+Edi%E7%E3o+by+E-Consulting+Corp." target="_blank">ECNetwork</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Papel da Web na Potencialização dos Intangíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 08:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Historicamente a World Wide Web (Teia Mundial de Computadores) iniciou suas atividades como uma traquitana tecnológica para cientistas compartilharem pesquisas e experiência, ou seja, Conhecimento. Duas décadas mais tarde, o acesso foi democratizado e este é o terreno de batalha das maiores empresas do planeta, mas também a mesa de negociação e troca diária de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente a <em>World Wide Web</em> (Teia Mundial de Computadores) iniciou suas atividades como uma traquitana tecnológica para cientistas compartilharem pesquisas e experiência, ou seja, Conhecimento. Duas décadas mais tarde, o acesso foi democratizado e este é o terreno de batalha das maiores empresas do planeta, mas também a mesa de negociação e troca diária de <em>zilhões</em> de dólares de tantas outras.</p>
<p><span id="more-1593"> </span></p>
<p>Como vimos em artigo recente sobre <a href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-luz-sobre-a-estrategia-digital-das-empresas/?searchterm=estrat%C3%A9gia%20digital">Estratégia Digital da DOM Strategy Partners</a>, este ambiente permite da a geração de resultados tangíveis, como Aumento de Receitas tanto e Redução de Custos. Mas definitivamente, esta não é sua única contribuição. Os Ativos Intangíveis também encontram ferramenta útil e eficaz para seu desenvolvimento.  Entretanto, assim como na economia real, existem riscos e oportunidades a serem explorados.</p>
<ul>
<li><strong>Ganho de Performance: o Intangível trazendo respostas Palpáveis</strong></li>
</ul>
<p>Nossa metodologia de <a href="http://www.domsp.com.br/boutique/linhas/IAM">Gestão de Intangíveis</a> nos traz 4 Capitais para nortear um exercício de identificação das aplicações que se pode esperar da Web e seu conseqüente acréscimo intangível na Performance das empresas:</p>
<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_01_art03.jpg"><img title="img_01_art03" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_01_art03.jpg" alt="" width="342" height="192" /></a></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Intelectual</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>A exploração da Web como geradora de Inovação ou ainda espaço colaborativo de compartilhamento de Conhecimento é inegável. Inúmeras são as referências de utilização, indo da simples intranet corporativa até chegar aos super em voga <em>crowd sourcing</em> e <em>wikis</em>. Do ganho interno de produtividade ao aumento de satisfação do consumidor com compartilhamento de informações de produtos e serviços, encontramos respostas concretas a necessidades tão abstratas.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Organizacional</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Este capital nos parece central na discussão da Web como importante materializador de Ativos Intangíveis. Certamente a característica de potencializadora de Modelos de Negócios, Arquiteturas Corporativas ou ainda Canal acaba por valorizar a entrega deste capital disponibilizando alternativas de operação, produção, gestão, distribuição e logística, impactando o modelo de relacionamento dos diferentes stakeholders e, por conseqüência, também viabilizando novos modelos de negócio, aplicáveis por força das características do ambiente.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital de Relacionamentos</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>O relacionamento com Clientes e demais Stakeholders foi certamente revolucionado pela Web. A característica de identificação do cliente permitiu criação de comunicação dirigida e personalizada, mas também da conseqüente adequação de serviço, disponibilização de interfaces sob-medida que criaram todo um novo modo de consumo, influenciando inclusive mudança de comportamento, exigência e expectativa de níveis de serviço do cliente e do mercado.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Capital Institucional</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Deixamos este capital por último, por congregar todas as percepções de marca do cliente, imagem, governança, entre outros. Este capital é diretamente impactado por todos os demais, mas com certeza encontra ferramentas para se sustentar na Web. Quem duvida deste ambiente como vitrine de exposição e construção de marcas? Ou como canal de diferenciação? Podemos negar a força das Redes Sociais em levar empresas do Céu ao Inferno e vice-versa?</p>
<ul>
<li><strong>Usar bem a Web ou viabilizar com a Web</strong></li>
</ul>
<p>Diversas são as metodologias de abordagem corporativa da Web. Cada formato, inclusive, pressupõe melhores práticas, desde a construção de sites, passando pelo envio de newsletters, terminando na utilização do Twitter ou em canais móveis. Mas a Web também pode ser uma finalidade em si; não obstante empresas tem foco completo na entrega de Serviço por ou para ela.</p>
<p><a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_02_art03.jpg"><img title="img_02_art03" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/08/img_02_art03.jpg" alt="" width="234" height="133" /></a></p>
<p>Desta maneira, implantações de visão MultiCanal<a href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/metodologia-proprietaria-gemae-gestao-estrategica/?searchterm=multicanal"> (planejamento de integração para homogeneização de posicionamento e potencialização de performance dos canais)</a> estão hoje altamente em voga. Por este motivo, também, a Web tem papel importante no suporte a estas estratégias por sua característica flexível e convergente, portanto horizontal na entrega de modelos de negócio.</p>
<p>Por outro lado, a Web também é viabilizadora de iniciativas e funções exclusivas. O movimento de altíssima inovação percebida no mercado tecnológico é prova disso, com criação de novos sites de serviços online a cada semana e suas transações milionárias. Este sucesso vem da possibilidade exclusiva de conseguir disponibilizar determinados fluxos neste ambiente. Podemos listar as capacidades colaborativas da Web (que fizeram o sucesso da Web 2.0 e das redes sociais), das interfaces de serviços disponíveis 24hs (como os sites de Internet Banking que mudaram o modelo de operação do mercado financeiro) ou ainda das transações online (eliminando trocas de moeda física e agilizando dinâmica de negócios com compras a distância).</p>
<ul>
<li><strong>A Web na geração e proteção de valor</strong></li>
</ul>
<p>Analisando a Web como viabilizadora da estruturação dos 4 Capitais Intangíveis, bem como meio para suportar operações diversas e específicas, podemos facilmente consensar sua vocação para atuação bivalente de Geração e Proteção de Valor.</p>
<p>Conforme o quadro abaixo, vemos ao que correspondem cada um dos conceitos:</p>
<p>Para exemplificar, podemos imaginar para cada binômio:</p>
<ul>
<li>Institucional/Geração de Valor: exposição e sustentação da Imagem Corporativa por sites, hotsites, e-marketing</li>
<li>Institucional/Proteção de Valor: com monitoramento web e atuação jurídica digital</li>
<li>Relacionamento/Geração de Valor: aproximação do consumidor com canais de maior disponibilidade e mais personalização de oferta e abordagem</li>
<li>Relacionamento/Proteção de Valor: capacidade de atendimento de stakeholders de forma mais ágil e assertiva</li>
<li>Organizacional/Geração de Valor: viabilização de novos canais de distribuição e modelos de negócio</li>
<li>Organizacional/Proteção de Valor: automação de processos e modelos operacionais</li>
<li>Intelectual/Geração de Valor: capacidade colaborativa para facilitação de forças inovadoras</li>
<li>Intelectual/Proteção de Valor: compartilhamento de informações estruturais corporativas, reduzindo perda de histórico e conhecimento com troca de profissionais</li>
</ul>
<p>Em colaboração com <a title="clique aqui" href="http://www.thedomnetwork.com.br/o-papel-da-web-na-potencializacao-dos-intangiveis/?__akacao=531546&amp;__akcnt=69951be7&amp;__akvkey=79a7&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Newsletter+Intellecto+by+DOM+Strategy+Partners+-+10%AA+Edi%E7%E3o" target="_blank">TheDOMNetwork</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>As primeiras lojas virtuais no YouTube: case French Connection</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 13:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[French Connection se tornou uma das primeiras marcas a criar uma loja no YouTube, usando o recurso Annotations do famoso portal. O recurso permite que os usuários cliquem sobre os itens do vídeo e comprá-los no site da varejista de moda.
Os vídeos, que estão sendo apresentados pela jornalista de moda Louise Roe, trará dicas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 306px"><img src="http://newmediamonthly.co.uk/wp-content/uploads/2010/09/FC_YouTube-296x300.jpg" alt="French Connection cria a primeira loja do YouTube" width="296" height="300" /><p class="wp-caption-text">French Connection cria a primeira loja do YouTube</p></div>
<p><a href="http://www.frenchconnection.com/" target="_blank">French Connection</a> se tornou uma das primeiras marcas a criar uma loja no YouTube, usando o recurso Annotations do famoso portal. O recurso permite que os usuários cliquem sobre os itens do vídeo e comprá-los no site da varejista de moda.</p>
<p>Os vídeos, que estão sendo apresentados pela jornalista de moda Louise Roe, trará dicas de moda e consultoria de estilo baseado em temas.</p>
<p>Os usuários também podem personalizar as sugestões apresentadas no vídeo, e uma vez que eles criaram um conjunto que agrade, eles são levados para o site da French Connection onde se pode finalizar a compra dos itens.</p>
<p>Jennifer Roebuck, responsável das iniciativas digitais do site, disse: &#8220;Além de ser um recurso interessante, que oferece informações valiosas para os clientes, isso significa que vai fixar mais a marca &#8230; na cabeça de todos esses consumidores.&#8221;</p>
<p>A idéia  também já foi experimentada por marcas como a Old Spice e Toyota nos os E.U.A.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.nma.co.uk/news/french-connection-offers-click-to-buy-store-on-youtube/3018228.article" target="_blank">NewMediaAge</a></span></p>
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		<title>Carro de crowdsourcing da Fiat, o Mio</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.
A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue o video de making-of que subiu há uma semana no YouTube do Fiat Mio, o carro filho de crowdsourcing que a Fiat brasileira lançou pioneiramente um ano atrás.</p>
<p>A comunidade que se registrou para sua co-criação soma quase 17 mil pessoas e 11 mil ideias já foram compartilhadas. Seria (será) o primeiro carro feito com os conceitos de inovação aberta e sabedoria das multidões. E poderemos conferir o dito cujo, pelo que entendi, no Salão do Automóvel de São Paulo, agora em outubro.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JjL_88POD-0?fs=1&amp;hl=fr_FR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Só 30% das empresas estão prontas para redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
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		<description><![CDATA[A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa da Yankee Group, que produziu esta pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.
Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://customersrock.net/wp-content/uploads/2008/09/fingers.jpg" alt="" width="300" />A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa da Yankee Group, que produziu esta pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.</p>
<p>Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group.</p>
<p>O estudo destaca que as companhias podem não abraçar os sites de redes sociais, como Facebook e Twitter, ou ferramentas corporativas 2.0 com a agilidade necessária para satisfazer muitos de seus clientes.</p>
<p>O Yankee e a Siemens Enterprise informaram que cerca de 60% dos entrevistados disseram que as empresas com presença nas mídias sociais podem potencialmente aumentar a lealdade que eles nutrem por elas. O relatório, feito com base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010, também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais em redes sociais ficou em 65%.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/16/alerta-so-tres-em-cada-dez-empresas-estao-prontas-para-as-redes-sociais/" target="_blank">IDGnow!</a></span></p>
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		<title>O consumidor desenhou o novo Uno</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.
Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg"><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_UX7M6asX-CM/S8k1T0Uk7CI/AAAAAAAAGMM/2GPBI6ld6DE/s1600/novo-uno-2011_2.jpg" alt="" width="300" /></a>Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.</p>
<p>Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), colocou o compacto na vice-liderança de vendas entre os cerca de 120 automóveis nacionais e importados vendidos no Brasil. Hoje só perde para o Gol, que segue imbatível na liderança há quase 23 anos. Equipes de pesquisadores e designers percorreram 80 diferentes ambientes, de bares a universidades, e ouviram 760 pessoas que a empresa identifica como &#8220;público Beta&#8221;, consumidores com entendimento em automóveis.</p>
<p>Todo o processo de desenvolvimento levou três anos, envolveu mais de 600 profissionais e US$ 600 milhões em investimento. No período, foram construídos entre 380 e 400 protótipos ou &#8220;mulas&#8221; &#8211; carros para testes e demonstrações.</p>
<p>Nos dois meses de estreia, o compacto fez mais estragos na própria casa do que no concorrente. O Palio, tradicionalmente o segundo automóvel mais vendido no País, caiu para a sexta posição em junho (10 mil unidades). O Uno ficou em segundo, com 19 mil unidades. O Gol manteve-se no topo, com 22,1 mil unidades (ante 24,2 mil em maio). O terceiro lugar foi do Fox (11,8 mil), o quarto do Celta (10,9 mil) e o quinto do Corsa (10,8 mil).</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100712/not_imp579927,0.php" target="_blank">Estadão</a></span></p>
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		<title>Geração Y será 44% da população ativa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 01:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com números da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes.
A consultoria aponta que o setor financeiro é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_7E6DJ4cXZRM/SSTOe2bPQcI/AAAAAAAAAkE/lrFeOcPla5Q/s400/Gera%C3%A7%C3%A3o%2BY.jpg"><img class="alignleft" title="Geração Y será 44% da população ativa" src="http://1.bp.blogspot.com/_7E6DJ4cXZRM/SSTOe2bPQcI/AAAAAAAAAkE/lrFeOcPla5Q/s400/Gera%C3%A7%C3%A3o%2BY.jpg" alt="" width="300" /></a>De acordo com números da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes.</p>
<p>A consultoria aponta que o setor financeiro é um dos mais atrasados no atendimento às demandas específicas da geração Y, a qual se destaca pelo uso intensivo de novas tecnologias e das ferramentas colaborativas. Como resultado, o levantamento da Booz aponta que,  entre os principais segmentos da economia, os bancos são os que menos investem em novos formatos de comunicação e nas mídias sociais.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/06/10/geracao-y-sera-44-da-populacao-economicamente-ativa-em-2025/" target="_blank">ComputerWorld</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Balada silenciosa assinada pela Nokia</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 12:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A balada em silêncio está cheia de gente falante. Na pista do bar Sonique, onde a Nokia realizou anteontem (4/5) seu segundo Silent Club, as pessoas escolhem suas músicas em três canais e dançam com um fone de ouvido. Todos parecem muito concentrados enquanto &#8220;nadam&#8221; em silêncio, mas basta um gesto na direção do vizinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://regmedia.co.uk/2007/12/04/nokia_wh600_2.jpg" alt="Festa silenciosa assinada pela Nokia" width="200" /><p class="wp-caption-text">Festa silenciosa assinada pela Nokia</p></div>
<p>A balada em silêncio está cheia de gente falante. Na pista do bar Sonique, onde a Nokia realizou anteontem (4/5) seu segundo Silent Club, as pessoas escolhem suas músicas em três canais e dançam com um fone de ouvido. Todos parecem muito concentrados enquanto &#8220;nadam&#8221; em silêncio, mas basta um gesto na direção do vizinho para que ele coloque o fone no pescoço e comece a sorrir e falar, quase aliviado.</p>
<p>Em um momento, tocam Caetano Veloso, Information Society e Michael Jackson. Os canais podem ser acessados por um clique na lateral do fone. &#8220;Não tem nada de antissocial nessa balada. Ao contrário, é a chance que você queria de ficar falando. Todo mundo comenta o comportamento das pessoas, defende sua escolha de música, dá opinião sobre as trilhas &#8220;, afirma a assistente social Marcia Dado, de 31.</p>
<p>A novidade chega ao Brasil com uma certa quilometragem. O próprio Davide diz que em 2008 já se promoviam festas silenciosas na Itália. O auditor holandês Henk Huisman, de passagem por São Paulo, conta que foi moda em Amsterdam há oito anos. Até na Virada Cultural, dois anos atrás, produziram uma Silent Disco.</p>
<p><strong>Vem aí muita mudança de comportamento do consumidor, olha o potencial de personalização intrinseco.</strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte </span><a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100506/not_imp547750,0.php" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Rede social é canal de proximidade com o cliente</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 00:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Como quase tudo na área de marketing da Nike, a ação batizada de Nike+ virou referência para o mercado publicitário. Enfrentando acirrada concorrência em todos os seus mercados, a Nike ousou lançar um tênis para corrida com um sensor de velocidade que, acoplado ao iPod, coletava informações sobre a performance do exercício. Depois, os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qOr5_GaGnPc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qOr5_GaGnPc&amp;hl=fr_FR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Como quase tudo na área de marketing da Nike, a ação batizada de Nike+ virou referência para o mercado publicitário. Enfrentando acirrada concorrência em todos os seus mercados, a Nike ousou lançar um tênis para corrida com um sensor de velocidade que, acoplado ao iPod, coletava informações sobre a performance do exercício. Depois, os dados podiam ser transmitidos e comparados no site criado especificamente para isso.</p>
<p>Essa inovação deu margem à formação de uma comunidade virtual (www.nikeplus.com), onde os praticantes de corrida trocam informações. Hoje o site conta com 1,5 milhão de participantes em 160 países. O Nikeplus funciona também como canal de vendas, onde a empresa busca inspiração para se aprimorar e lançar produtos.</p>
<p>A comunidade virtual Nikeplus é considerada por Olander &#8220;não só um canal para entendermos as necessidades dos usuários, mas a melhor ferramenta para atingirmos esse objetivo e, assim, desenvolvermos produtos para eles&#8221;, disse ao Estado. &#8220;O último que lançamos foi a Nike+ SportBand, que é uma pulseira que funciona tão bem quanto o iPod na função de conectar o clube de corredores, substituir o relógio e ainda informar sobre a distância percorrida e as calorias que foram consumidas. Foi desenvolvida a partir de pedidos dos usuários do site.&#8221;</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte <a title="clique aqui" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100426/not_imp542962,0.php" target="_blank">Estadão</a></span></p>
]]></content:encoded>
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