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Só 30% das empresas estão prontas para redes sociais
A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa da Yankee Group, que produziu esta pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.
Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group.
O estudo destaca que as companhias podem não abraçar os sites de redes sociais, como Facebook e Twitter, ou ferramentas corporativas 2.0 com a agilidade necessária para satisfazer muitos de seus clientes.
O Yankee e a Siemens Enterprise informaram que cerca de 60% dos entrevistados disseram que as empresas com presença nas mídias sociais podem potencialmente aumentar a lealdade que eles nutrem por elas. O relatório, feito com base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010, também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais em redes sociais ficou em 65%.
Fonte IDGnow!
O consumidor desenhou o novo Uno
Num processo inédito no setor automotivo, a montadora inverteu a ordem de criação: em vez de apresentar um conceito e adaptá-lo às reações e propostas dos consumidores, saiu a campo em busca de sugestões e, com base nelas, projetou o Novo Uno.
Lançado em maio, o Novo Uno, junto com o Mille (que continua à venda), colocou o compacto na vice-liderança de vendas entre os cerca de 120 automóveis nacionais e importados vendidos no Brasil. Hoje só perde para o Gol, que segue imbatível na liderança há quase 23 anos. Equipes de pesquisadores e designers percorreram 80 diferentes ambientes, de bares a universidades, e ouviram 760 pessoas que a empresa identifica como “público Beta”, consumidores com entendimento em automóveis.
Todo o processo de desenvolvimento levou três anos, envolveu mais de 600 profissionais e US$ 600 milhões em investimento. No período, foram construídos entre 380 e 400 protótipos ou “mulas” – carros para testes e demonstrações.
Nos dois meses de estreia, o compacto fez mais estragos na própria casa do que no concorrente. O Palio, tradicionalmente o segundo automóvel mais vendido no País, caiu para a sexta posição em junho (10 mil unidades). O Uno ficou em segundo, com 19 mil unidades. O Gol manteve-se no topo, com 22,1 mil unidades (ante 24,2 mil em maio). O terceiro lugar foi do Fox (11,8 mil), o quarto do Celta (10,9 mil) e o quinto do Corsa (10,8 mil).
Fonte Estadão
Agora qualquer usuário cria apps para o Android
O Google App Inventor escreve os códigos do aplicativo, enquanto os usuários dão as opções sobre o que incluir nos softwares.
O Google tornou público nesta segunda-feira (12/7), a chegada do Google App Inventor, uma ferramenta que permitirá que qualquer usuário crie aplicativos para os smartphones dotados do sistema operacional Android.
Ainda em estágio de testes, o Inventor foi criado no Google Labs, onde um vídeo mostra como é fácil criar tais aplicativos, incluindo aí uma série de idéias para o desenvolvimento dos mesmos.
A página do serviço diz que “para usar o App Inventor, você não precisa ser um desenvolvedor, já que ele não requer nenhum conhecimento de programação”. Os códigos do software são escritos pelo próprio Inventor, enquanto aos usuários são dadas as opções sobre o que incluir nos aplicativos.
O site do Inventor oferece várias sugestões na criação dos aplicativos, incluindo o uso de GPS nos smartphones para funções de localização, com o envio de SMSs para os amigos ou o desenvolvimento de ferramentas que tenham ligação com outros serviços, como o Twitter.
Fonte IDGnow!
Laptop touchscreen em placa de vidro, muito louco
Há rumores de que notebook, parecido com este da foto abaixo, pode ser o novo modelo da Acer: Um laptop sem “moldura” e totalmente touchscreen. O protótipo usaria um substrato de vidro reforçado e usaria um design parecido com o conceito do Fujitsu Frame Zero, que não chegou a sair do papel e ilustra este post abaixo. Bah! Eu queria…
Fonte MundoTecno
SocialCRM – Novo conceito com velhos erros
Jeremiah Owyang, Ray Wang e a equipe da Altimeter divulgaram o white paper “Social CRM: The New Rules of Relationship Management”, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.
O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de fazer CRM capaz de conectá-las com o universo dos consumidores, a partir das Mídias Sociais.
O documento consolida visões de aplicação de CRM com abordagem de Social Medias, fazendo um mix completo de conceitos conhecidos. Jeremiah é longe de ser um sujeito bobo mas vamos combinar que o matriz de 5Ms ou mesmo o paper não entrega grandes novidades, sequer traça um caminho de atuação de SocialCRM.
Gostaria que me explicassem concretamente:
1) Como que monitoramento de Social Media pode ser uma atividade rentável (sim, Srs., quero um Business Case), haja visto a monstruosidade do universo web2.0, blogosfera, conectosfera e outras sferas. Será que um dia poderemos vencâ-las? Quanto vão custar todas estas plataformas, de todos estes fornecedores? Qual o retorno tangível, monetário, de ações possíveis de serem implantadas nesta engenhoca tecnológica?
2) No que o Middleware é uma variável estratégica do processo de uso estratégico das Midias Sociais?
3) Para ficar neste poucos pontos, medição de quê se nenhuma ação está sendo proposta?
Resultado, mais falácia, como se falou tanto sobre CRM. Uma sugestão de estrutura e conceitos em “letras” para estruturar soluções técnicas sem proposta/objetivo de negócio claro.
O que SocialCRM deveria pressupôr?
Entendo que deveria ser abordado como um repositório de informações estratégicas do cliente. Entendo complementarmente que as informações contidas nele devem estar relacionadas com sua vida nos ambientes sociais digitais.
E o que eu faço com isso?
Ué mas pra que serve um CRM senão dar insumo a:
1) permitir reter o cliente que se mandava, — (em Social Media também acompanhar os insatisfeitos que botam a boca no mundo)
2) vender mais para o cliente que se relaciona, — (em Social Media passa por entender qual seu comportamento nestes ambientes sociais para definir uma oferta cruzada mais adequada)
3) conquistar novos clientes que tenham afinidade com seu produto? — (em Social Media é saber localizar usuários em contextos semânticos, mais pessoais, mais próximos do cliente)
E para isso do que preciso: mais inteligência ou mais plataforma? Será que novamente estaríamos confundindo prática de CRM com software?
CRM é cliente satisfeito, mesmo que em planilha Excel.
Dito isso, agora vamos deixar as aranhas (”webspiders”) de Social Media buscarem informação pois não é algo que se controla, é um ambiente em que se analisa. E só pontos específicos (ambiente sem fronteiras) e imediatos (ambiente mutante).


